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Ansiedade

Por:   •  6/4/2013  •  Resenha  •  5.156 Palavras (21 Páginas)  •  424 Visualizações

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Ansiedade

O escritor inglês W.H. Auden, disse que estamos vivendo na Idade da Ansiedade. Por sua vez o escritor francês Albert Camus disse que estamos no “século do medo”. De fato a época em que vivemos é má. Todavia os crentes em Jesus crêem nesta mensagem (Fp 4.5) e nesta outra (1Pe 5.7).

Um médico experiente, analisou as preocupações características de seus pacientes e verificou que 40% deles estavam preocupados com coisas que nunca iriam acontecer; 30% estavam preocupados com coisas acontecidas no passado; 12% tinham medo de perder a saúde, embora sua única doença estivesse na imaginação. Os outros 18% tinham outras preocupações, mas o médico descobriu, que em geral, elas não tinham qualquer fundamento. Compare-se isto à Fp 4.5,6

Don Quixote de La Mancha, personagem da obra de Miguel de Cervantes, montava seu cavalo e na fiel companhia do amigo Sancho, percorria enormes distâncias em busca de aventuras. Numa das famosas cenas do livro, Dom Quixote, a fim de proteger uma senhorita por quem se apaixonara, investe-se contra um moinho de vento, imaginando tratar-se de perigoso monstro de garras destruidoras. E é dessa forma que todas as atitudes de Quixote acabam por levá-lo a confusões desastrosas. Hoje em dia, isso ainda ocorre. Há pessoas que dramatizam tanto determinadas situações, que acabam por torná-las ainda mais embaraçosas, fazendo verdadeira tempestade em copo d’água. São pessoas que insistem em ver monstros assustadores onde só existem moinho de vento.

Um famoso humorista americano do século 19, saiu com a seguinte declaração: "Sou um velho, e vi muitos problemas - mas a maioria deles jamais aconteceu" Por que se ocupar hoje de problemas que surgirão apenas no futuro...? (João Soares da Fonseca - Revista Compromisso/3º Trim-2001).

Um relógio começou a calcular o trabalho que teria que fazer no ano seguinte. Um raciocínio mais ou menos assim: "Se eu tiquetaquear duas vezes por segundo, isso quer dizer que terei que tiquetaquear 120 vezes a cada minuto. Numa hora, serão 7.2000 vezes; durante o dia, em 24 horas, serão 172.800 vezes. Ora, num ano precisarei tiquetaquear 63 milhões de vezes. Em dez anos, 630 milhões". Assim, de cifra em cifra, imaginando o tanto que teria de suar, o relógio não resistiu: Teve um colapso e pifou. (João Soares da Fonseca - Revista Compromisso/3º Trim-2001).

Um dia, quando João Wesley estava longe de sua casa, alguém veio correndo ofegante em sua direção, repetindo monotonamente: - "Sua casa foi destruída por um incêndio! Sua casa foi destruída por um incêndio!" Wesley, entretanto, respondeu: -"Não, não foi; pela simples razão que não tenho casa nenhuma. Aquela em que eu tenho morado já há muito tempo pertence ao Senhor, e se ela pegou fogo, é uma coisa a menos para eu me preocupar!" Radical, não? Mas é exatamente esse o espírito das palavras de Jesus ao denunciar a preocupação como um pecado. (João Soares da Fonseca - Revista Compromisso/3º Trim-2001).

A inquietação é cega, porque não vê o cuidado de Deus demonstrado na preservação da natureza... O grande cientista Albert Einsten, dizia: "Há duas maneiras de se viver a vida. Uma é como se nada fosse milagre. A outra é como se tudo fosse milagre". (João Soares da Fonseca - Revista Compromisso/3º Trim-2001).

Quantos que vão ao trabalho com aquela preocupação: "Demissão se escreve com um "ç" ou com dois 's'?".

Cyril J. Barber escreveu um livro sobre liderança cristã e num dos capítulos lemos: "Nossas orações diárias diminuem nossas preocupações diárias"

Una anciana frágil se cayó y se fracturó la cadera. El médico colocó los huesos lo mejor que pudo, pero sabía que le esperaba una larga e incómoda recuperación. Al día siguiente, cuando la visitó en el hospital, la encontró con una gran ansiedad. «¡Ay doctor! --preguntó-- ¿cuánto tiempo tengo que permanecer en cama?» Con sabiduría y amabilidad, él contestó: «Sólo un día. . . un día a la vez.» Esa fue una respuesta sabia. Me recuerda las palabras del Señor Jesús. Él enseñó una lección similar cuando dijo: «Así que, no os afanéis por el día de mañana, porque el día de mañana traerá su afán. Basta a cada día su propio mal» (Mateo 6:34).

Una piadosa mujer que había vivido lo suficiente

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