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Meg Cabot – How To Be Popular | Como Ser Popular

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Por:   •  15/5/2014  •  Resenha  •  10.817 Palavras (44 Páginas)  •  178 Visualizações

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Meg Cabot – How To Be Popular | Como Ser Popular

POPULAR: adjetivo; Adorado, apreciado; estimado; adorado por conhecimentos; procurado para companhia.

Popularidade.

Nós todos queremos isso. Por quê? Porquê ser popular quer dizer ser adorado. Todo mundo quer ser adorado.

Infelizmente, porém, nem todos nós somos.

O que as pessoas populares têm em comum que as fazem tão popular?

Todas elas têm:

• Uma maneira amigável sobre elas mesmas;

• Alguém para se meter e ajudar a ter o trabalho feito;

• Um interesse em tudo o que acontece no trabalho ou escola;

• Um visual moderno e bonito.

Essas não são coisas com as quais as pessoas populares nascem. É a cultivação dessas características que as fazem serem tão populares...

...e você pode, também, seguindo as dicas deste livro!

Capítulo 01 Thaís e Julia

T-MENOS DOIS DIAS E CONTANDO

SÁBADO, 26 DE AGOSTO, 19H

Eu devia saber, pela maneira como a mulher estava olhando para o crachá com o meu nome, o que ela iria perguntar.

“Stephen Landry,” disse ela quando retirou sua carteira. “Como eu sei esse nome?”

“Deus, senhora,” eu disse. “Eu não sei.” Sabendo que eu nunca tinha visto esta mulher antes na minha vida, eu tinha uma pequena idéia de como ela poderia ter ouvido sobre mim.

“Eu sei,” disse outra senhora, mexendo os dedos e então apontando para mim. “Você está no time de futebol feminino da Bloomvile High School!”

“Não, senhora,” disse para ela. “Não estou.”

“Você não estava na quadra do Greene County Fair Queen, estava?”

Mesmo que as palavras estivessem saindo da boca dela, ela sabia que estava errada de novo. Eu não tenho o cabelo da rainha do Indiana County Fair – meu cabelo é curto, não longo; marrom, não loiro; e ondulado, não liso. Nem o corpo da rainha do Indiana County Fair – na verdade, sou meio baixinha, e não faço exercícios regularmente, meu abdome meio que... Se expande.

Obviamente eu faço o que posso com o que Deus me deu, mas eu não estaria no America’s Next Top Model tão cedo, muito menos na quadra de alguma rainha de feira.

“Não, senhora,” disse.

O negócio é que eu realmente não queria me aprofundar no assunto com ela. Quem iria querer?

Mas ela não deixaria isso passar.

“Deus. Eu só sei que conheço seu nome de algum lugar,” disse a mulher, me entregando seu cartão de crédito para pagar por suas compras. “Tem certeza que eu não li sobre você no jornal?”

“Absoluta, senhora,” eu disse. Deus, era só o que faltava. A coisa toda ter que ser mostrada no jornal.

Felizmente, pensei, eu não tenho estado no jornal desde o anúncio de meu nascimento. Por que estaria? Não sou particularmente talentosa, musical ou o que quer que seja.

E só estou na maioria das classes AP, não quer dizer que sou uma estudante de honra ou alguma coisa. Isso é só porque, se você cresceu em Greene County sabendo que aquele limão Joy vai à lava-louça e não no chá gelado, você vai para a classe AP.

Na realidade, é surpreendente a quantidade de pessoas em Greene County que cometem esse erro. Com o limão Joy, quero dizer. De acordo com o pai de meu amigo Jason, que é médico do Hospital Bloomville.

“Provavelmente,” eu disse para a mulher enquanto passava o cartão dela pelo scanner, “é porque meus pais são os donos dessa loja.”

Coisa que eu sei que não parece muito. Mas a Courthouse Square Books é a única livraria independente de Bloomville. Isso se você não incluir Livros Adultos Doc Sawyer e Aids Sexual.

“Não,” a mulher disse, balançando a cabeça. “Também não é isso.”

Eu podia entender a frustração dela. O que é mais decepcionante sobre isso – se você pensar (o que eu tento não fazer, exceto como coisas como essa acontecem) – é que Lauren e eu, até o fim da quinta série, éramos amigas. Não amigas próximas, talvez. É difícil ser próxima da garota mais popular da escola, quando ela tem uma agenda social tão cheia.

Mas certamente próxima o suficiente para que ela tenha ido à minha casa (certo, bem, uma vez. E ela não teve exatamente bons tempos lá. Eu culpo meu pai, que estava cozinhando granola caseira naquela hora. O cheiro de cereal queimado ERA meio além da conta). E eu fui para a dela (só uma vez... a mãe dela estava fora, fazendo as unhas, mas o pai dela estava em casa e tocou a porta do quarto de Lauren para dizer que o barulho das explosões que eu estava fazendo durante o nosso jogo de Navy Seal Barbie estava um pouco alto demais. E que ele nunca tinha ouvido falar de Navy Seal Barbie, e queria saber o que tinha de tão errado em jogar Quiet Nurse Enfermeira Quieta.

“Bem,” eu disse para a cliente, “talvez eu só... você sabe. Tenha um daqueles nomes que soam familiares."

É. Imagine por quê. Lauren foi quem divulgou o termo “Não dê uma de Steph Landry.” Sem retorno.

É impressionante como isso se espalhou rápido. Agora se alguém na escola faz algo remotamente estúpido ou desconcertante, as pessoas são todas, “Não dê uma de Steph!” ou “Isso foi tão Steph!” ou “Não seja Steph!”

E eu sou a Steph de quem eles estão falando.

Ótimo.

“Talvez seja isso,” a mulher disse duvidosa. “Deus, isso vai me incomodar a noite inteira. Eu simplesmente sei disso.”

O cartão de crédito dela foi aprovado. Eu destaquei a nota para ela assinar e comecei a embalar suas compras.

...

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