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O Que é DSM-IV? A Importância E As Limitações Do Uso Do DSM-IV Na Prática Clinica Histórica.

Por:   •  6/4/2014  •  842 Palavras (4 Páginas)  •  1.031 Visualizações

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O que é DSM-IV? A importância e as limitações do uso do DSM-IV na prática clinica Histórica.

Na Grécia 5 a.C., Hipócrates buscava um sistema para classificar as doenças mentais, elas eram chamadas na época de histeria, mania e melancolia. Ao passar dos tempos foram adcionados mais termos para definirtais doenças como: Hebefrenia, paranoia e loucura circular. Mas foi com Emil Kraepelin (1856-1926) no começo ele chamava de demencia precoce, que depois de algum tempo foi chamada de esquizofrenia por Bleuler. A DSM-III se tornou um marco e nela novas categorias diagnósticas foram descritas, com isso muitas palavras começaram a ser evitadas como, por exemplo, a palavra doença mental, que acabou sendo chamada de transtorno mental, entre outras. Uma importante característica da DMS-III foi a distribuição ordenada dos diagnósticos. Dessa maneira era atendida a velha máxima da medicina onde aconselha a identificação de uma única patologia para explicar todos os sintomas que compõem um quadro clinico de um paciente. Mas ela foi abolida em 1987, e o manual passou a incentivar a maneira de como ela era feita, simultânea de dois ou mais diagnósticos num mesmo paciente. Surgindo o conceito de comorbidade. O conceito surgiu no DSM VI. Feinster foi o primeiro a utilizar a comorbidade.

O que é DSM-IV?

DSM- Manual de diagnostico, CID 10 é a classificação de transtornos mentais e comportamentais. Trata-se de um sistema com vários eixos, organizados de maneira a agrupar 16 classes diagnósticas distintas que se constituem-se em 5 grandes eixos.

Eixo I: Descreve transtornos clínicos.

Eixo II: Descreve o retardo mental.

Eixo III: Descreve as condições médicas gerais.

Eixo IV: Problemas psicossociais e ambientais, associados com o transtorno mental em questão.

Eixo V: Se constitui em uma escala (AGF), que recebe uma numeração.

As características do DMS – IV são :

1 Ele da detalhes sobre os transtornos mentais;

2 Posição precisa de diagnósticos; através da listagem de sintomas;

3 Modelo ateórico , sem nenhuma preocupação com o estudo dos transtornos;

4 Descrição das patologias, dos aspectos associados, dos padrões de distribuição familiar, da evolução, do diagnóstico diferencial e das complicações psicossociais decorrentes;

5 A busca de uma linguagem comum, para uma melhor comunicação entre os profissionais da área de saúde mental; 6. incentivo à pesquisa.

As vantagens da utilização do DSM-IV

O DSM-IV Atingiu muitos dos seus objetivos. Pessoas que Foram diagnosticados como histéricos eram zombadas, nas salas de atendimento, por não terem o seu sofrimento reconhecido pelos médicos, clientes que tinha ataques de panico eram desmoralizados porque os seus sintomas eram formigamentos e adormecimentos, ondas de calor despersonalização ou desrealização, medo de morrer, eram pessoas mal interpretadas por quem as atendia, com o passar do tempo isso mudou. Uma outra questão foi o quando facilitaram a discussão entre profissionais de campos diferentes, como por exemplo os psiquiatras, psicoterapeutas e psicólogos, eles estabeleceram uma nova parceria entre a psiquiatria clínica e as psicoterapias comportamental.

O desenvolvimento das pesquisas na aréa da saude mental tomou um impulso extraordinário nos últimos anos. Atenção aos diagnósticos, comunicação entre os profissionais da área.

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