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Psicologia organizacional e gestão de pessoas e comportamentos, clima e cultura

Por:   •  25/11/2014  •  Projeto de pesquisa  •  1.381 Palavras (6 Páginas)  •  141 Visualizações

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1. INTRODUÇÃO:

O principal objetivo deste portfólio é verificar conclusivamente quais as causas e efeitos causados pelos exaustivos e, muitas vezes, sacrificantes rotinas de trabalho impostas aos executivos de inúmeras empresas espalhadas pelo país.

Sendo assim, analisaremos os dados da pesquisa em questão “A angústia da vida executiva” publicada pela revista Época Negócios em 20 de Janeiro de 2009, com base nos temas abordados neste semestre: Psicologia Organizacional e Gestão de Pessoas e Comportamento, Clima e Cultura.

2. DESENVOLVIMENTO:

1.1De acordo com o artigo “A angústia da vida executiva”, providenciada pela revista Época Negócios, de 20 de Janeiro de 2009, o ambiente de trabalho se tornou fonte de infelicidade para presidentes e diretores de grandes empresas e, por relatos em vários outros artigos espalhados pela internet, estende-se este descontentamento geral para outros níveis hierárquicos que sofrem diferentes tipos de pressão por resultados cada dia mais insaciáveis. Ainda segundo o mesmo levantamento feito pela psicóloga e pesquisadora Betania Tanure (convidada da revista Época Negócios para o levantamento desta pesquisapublicada em 20 de Janeiro de 2009), realizado com mais de mil executivos de 350 empresas, a angústia da vida executiva é algo digno de reflexão. Dentre os principais resultados obtidos, a pesquisa acima mencionada, aponta que 84% dos executivos se dizem infelizes no trabalho, 54% que se dizem insatisfeitos com o tempo dedicado à vida pessoal e 35% deles apontam os problemas com o chefe como a crise mais marcante da sua vida, o que não é tanta novidade assim.

Por um lado, o excesso de trabalho; por outro, a falta dele. Ambos têm a ver com a dignidade humana (seja pela falta dele, causando impossibilidade de honrar com seus compromissos, seja pelo excesso dele, por nos tornarmos reféns dele, sem possibilidade de usufruir de um dia-a-dia com a família, amigos, etc.) relegada com frequência ao segundo plano. Albert Camus, filósofo francês, lembra que não existe dignidade no trabalho quando este não é aceito livremente. Pior ainda quando não é aceito de forma alguma.

Concordo plenamente com o escritor James Hunter, autor de O Monge e o Executivo, quando diz que os seres humanos têm um profundo desejo por significado e propósito em sua vida e retribuirão a quem os ajudar a atender a esta necessidade. Eles querem acreditar que o que estão fazendo é importante, que servem a um propósito e que agregam valor ao mundo. Isso vale para o mais simples dos mortais.

Embora as circunstâncias mudem e as oportunidades sejam frequentes, muitos profissionais ainda se submetem a essa filosofia de vida, por medo ou insegurança, enquanto o verdadeiro potencial vai lhe escapando pelo vão dos dedos sem que o mesmo seja capaz de esboçar a mínima reação.

Existem inúmeras empresas onde o ditado “manda quem pode, obedece quem tem juízo” prevalece, por pouco tempo, já que a cada dia que passa, fica mais evidente e conclusivo que não somente o ambiente, mas também a saúde do colaborador é ferramenta indispensável para seu bom desenvolvimento e a manutenção de uma empresa no mercado. Hoje, “manda quem pode, obedece quem precisa e muda quem tem juízo”, pois se faz necessário deixar claro aos gestores as inúmeras mudanças que o cenário político e profissional sofreu, buscando um funcionário cada dia mais dinâmico saudável e que tenha consciência de seus deveres semque isso traga sofrimento e problemas de saúde.

1.2Para analisarmos quais os impactos que esse comportamento dos executivos pode acarretar, faz-se necessário analisar mais profundamente os conceitos de:Comportamento, Clima e Cultura Organizacional dentro do assunto acima descrito, como:

- Comportamento Organizacional e seus impactos – Entende-se por Comportamento Organizacional o estudo do comportamento individual e das dinâmicas de grupo nas organizações. Pode-se dizer, então, que comportamento organizacional é um campo de estudo que ajuda a prever e compreender o comportamento nas organizações. Pode-se dizer que o Comportamento Organizacional estaria prejudicado por não ter feito um estudo aprofundado e minucioso que pudesse prever este comportamento de seus executivos, levando-o a exaustivas horas de trabalho e dedicação visceral à Organização, causando inúmeros danos à saúde e aos outros colaboradores da Corporação. Deve-se ter em mente que além de ser uma conduta perigosa, por tratar de um risco para a saúde dos executivos em questão, ela pode trazer grandes riscos á Organização, por não ser algo ao qual podem se espelhar.

- Cultura Organizacional – Segundo Rodrigues (2007) cultura organizacional

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