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O Diabete e Hipertensão

Por:   •  9/10/2020  •  Trabalho acadêmico  •  2.231 Palavras (9 Páginas)  •  7 Visualizações

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SUMÁRIO

1. INTRODUÇÃO..........................................................................................

2. JUSTIFICATIVA........................................................................................

3. OBJETIVOS..............................................................................................

3.1 Gerais...........................................................................................

3.2 Específico.....................................................................................

4. HIPÓTESE................................................................................................

5. METODOLOGIA.......................................................................................

6. REFERENCIAL TEÓRICO.......................................................................

6.1 Diabetes Mellitus..........................................................................

6.2 Hipertensão Arterial......................................................................

7. RESULTADO ESPERADO.......................................................................

8. GRÁFICO..................................................................................................

9. REFERENCIAS BIBLIOGRÁFICAS.........................................................

1. INTRODUÇÃO

A Diabetes é uma doença crônica que vem assolando os seres humanos

desde os primórdios, o papiro Ebers descoberto pelo alemão Gerg Ebers em 1872,

foi o primeiro a fazer menção a uma doença que tem por característica emissão

frequente e excessivo de urina, citando alguns tratamentos a base de frutas e

plantas, porém no século II DC na Grécia Antiga foi nomeada como Diabetes,

posteriormente foi descoberto que nesse excesso de urina se encontrava adocicado

(Glicosúria renal), observado a partir do acúmulo de formigas e moscas que havia

em volta da urina de pessoas com diabetes. Foi Cullen, no séc. XVIII (1769), que

criou o termo mellitus que significa mel em latim, discriminando os tipos de diabetes.

Antigamente sem o avanço da medicina era reduzido às opções de

tratamentos, a não ser sangrias (Técnica de retirada de sangue) e blisteres (Técnica

utilizada através de aplicação de antígenos com finalidade de se formar bolhas na

pele, para que essas fossem drenadas a fim de se retirar possíveis infecções).

2. JUSTIFICATIVA

O diabetes mellitus (DM) são diversos grupos de distúrbios metabólicos que

apresenta em comum a hiperglicemia, resultantes de defeitos na ação da insulina,

na secreção de insulina ou em ambas. Essa desordenação crônica no metabolismo

de glicose, com aumento constante da glicemia, pode ser provocada complicações

agudas ou crônicas no sistema cardiovascular, renal e neurológico. Hipóteses

apontam que entre 2010 e 2030 haverá um aumento de 69% no número de adultos

com diabetes nos países em desenvolvimento. No Brasil, dados da Pesquisa

Nacional de Saúde (PNS) estimam em cerca de 9,2 milhões de brasileiros com o

diagnóstico de diabetes mellitus, ou 6,2% da população acima de 18 anos, sendo

progressiva a prevalência conforme aumenta a idade. Na população idosa brasileira,

dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) apontam

prevalência de diabetes acima de 15%, em 2008. De acordo com a PNS, em 2013, a

prevalência era de 19,9% e 19,6% entre idosos de 65 a 74 anos e acima de 75 anos,

respectivamente.

O aumento da importância dessas condições de saúde de um modo geral, e

entre os idosos, representa grandemente no aumento da procura por serviços, no

alto uso de medicamentos nesta faixa etária e na redução de atividades pelas

agressões de tais doenças com impacto social importante, sendo apontado grau

intensivo de limitações de atividades diárias em 7,0% dos diabéticos, e relato de

internação em 13,4% nos últimos 12 meses. Esse aumento da procura por serviços

de saúde, tanto na atenção primária, quanto nos serviços de maior complexidade,

representa alto dever ao Sistema Único de Saúde (SUS), impondo-lhe a

necessidade de reorganização, competência e ampliação do atendimento, a partir do

conhecimento da procura.

A Hipertensão Arterial Sistêmica (HAS) ou pressão arterial sistólica (PAS)

maior ou igual a 140mmhg e uma pressão arterial diastólica (PAD) maior ou igual a

90 mm hg em pacientes que não estão utilizando a medicação anti-hipertensiva. É

definida pelos níveis alto da pressão sanguínea nas artérias.

Basicamente quando associadas, a hipertensão arterial e o diabetes mellitus

são importantes as causas de comorbidade e mortalidade, com maior risco de

doença renal, doença cardíaca coronariana, acidente vascular encefálico e

insuficiência cardíaca.

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