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USO DE MEDICAMENTOS ANTI-HIPERTENSIVOS E CUIDADOS DE ENFERMAGEM

Por:   •  12/11/2019  •  Artigo  •  3.212 Palavras (13 Páginas)  •  52 Visualizações

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APS – Atividade Prática Supervisionada

http://www.fsg.br/

USO DE MEDICAMENTOS ANTI-HIPERTENSIVOS E CUIDADOS DE ENFERMAGEM

Denise Trindade¹, Gabriela Bonatto Pretto ², Jocemara Silva Pereira³, Maria Eduarda Zechin.4

Enfermagem

Professor Supervisor da APS

Roberta Soldatelli Pagno Paim

 Farmacêutica-bioquímica. Mestre em Biotecnologia.

Resumo

Sabe-se que a Hipertensão arterial é uma doença crônica em que a pressão sanguínea nas artérias se encontra constantemente elevadas. É a principal causa de morte em todo mundo, e no Brasil, é considerada um grave problema de saúde. Os fármacos usados no tratamento da hipertensão podem ser subdivididos em várias categorias de agentes terapêuticos, baseados no local de ação. Diante dos resultados apresentados, é possível identificar que a mudança no estilo de vida é muito significativa no tratamento de HAS, aliada aos anti-hipertensivos causa uma melhora na qualidade de vida dos portadores. O grande desafio dos enfermeiros neste cenário é a promoção no uso racional deste medicamento, a educação é um caminho que pode contribuir para isto. Os programas específicos existentes na rede podem funcionar como apoio para grupos de educação continuada, que ofereçam ao indivíduo, família e comunidade como um todo um atendimento eficiente e que objetiva a melhora das condições clinicas apresentadas por estes.

Palavras-chave:

Anti-hipertensivos. Hipertensão. Cuidados. Enfermagem. Medicamentos. Hipertensão.

1 INTRODUÇÃO

      A hipertensão arterial é um dos principais fatores de risco para o desenvolvimento das doenças cardiovasculares, estimando-se 40% das mortes por acidente vascular cerebral e uma outra certa porcentagem por doença arterial coronariana. Trata-se de um fenômeno bastante precoce e que constitui grave problema de Saúde Pública no Brasil e no mundo. Em nosso país, há em torno de 17 milhões de pessoas com hipertensão, o que atinge cerca de 35% da população a partir dos 40 anos.

      A HAS tem origem multicausal e multifatorial, o meio ambiente exerce influência na sua gênese, hábitos de vida inadequados são fortes determinantes de valores elevados da pressão arterial. Sua principal característica são os níveis elevados da PA, sendo definida como pressão arterial sistólica igual ou maior que 140mmHg e/ou pressão arterial diastólica igual ou superior que 90mmHg, em indivíduos sem uso de anti-hipertensivos.

            O diagnóstico da HAS é bastante simples e barato, sempre que a pressão marcar acima de 12 por 8, um médico deve ser consultado, pois pode ser um sinal de hipertensão ou apenas uma situação cotidiana. No âmbito terapêutico, as medidas para o tratamento não medicamentoso são bastante conhecidas e eficazes. Já em relação ao medicamentoso tivemos um grande avanço no decorrer dos últimos tempos e, atualmente contamos com medicamentos bastante eficazes e com poucos efeitos colaterais. Mas, de certa forma ainda estamos um pouco longe do sucesso efetivo para o controle total da doença.

              Como descrito anteriormente, a forma não terapêutica para o tratamento da hipertensão seria a mudança de hábitos de vida, alimentação, exercício físico, uma vida mais leve e acompanhamento para a verificação frequente da PA. A farmacológica por sua vez, é mais determinante, e se deve a uso de fármacos controlados, e visitas regulares ao médico.

              É notável o crescimento constante da doença nos períodos atuais, a quantidade de pessoas que buscam tratamento e auxilio nas UBS é exurberante, mas o que nós enfermeiros podemos ajudar junto aos pacientes hipertensivos? Qual o nosso principal papel?

Independente do conhecimento da Enfermagem na adesão ao tratamento, é evidente a presença de espaços entre teoria e prática, uma vez que são elevados os índices de não adesão e a presença de complicações.

                A ação da enfermagem é de extrema importância pois é onde se inicia a pré-consulta. Tal procedimento, é o primeiro contato do paciente com o serviço e ocorre ou não a confirmação do diagnóstico. Colhemos   informações sobre fatores de risco cardiovascular, conhecimento sobre hipertensão e doenças cardiovasculares, fatores hereditários, hábitos alimentares, etc. Naqueles em que não se confirme o diagnóstico, são feitas orientações quanto aos hábitos de vida e fatores de risco cardiovascular, orientando o retorno anual do paciente ao hospital.

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