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A FARMACOGENÉTICA E EFEITO ANTI-INFLAMATÓRIO DOS INIBIDORES DA HMG-CoA REDUTASE

Por:   •  24/10/2017  •  Trabalho acadêmico  •  1.119 Palavras (5 Páginas)  •  128 Visualizações

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UNIP – Universidade Paulista

(APS Dependência)

Profº  DrJorge Luiz Freire Pinto

“FARMACOGENÉTICA E EFEITO ANTIINFLAMATÓRIO DOS INIBIDORES DA HMG-CoA REDUTASE”.

Adriana Brognara P. Morais RA: T17694-8

                                             

                                                         

Curso de Farmácia, Manhã

São Paulo, 26 de Maio de 2015

PREVALÊNCIA DE COLONIZAÇÃO POR Staphylococcus aureus EM PACIENTES TRANSPLANTADOS RENAIS.

RESUMO

Os objetivos deste estudo foram avaliar a prevalência da colonização nasal pelo S.aureus em pacientes transplantados renais e identificar os fatores de risco relacionados aos pacientes colonizados por esses microrganismos. As infecções hospitalares por Staphylococcus aureus (S. aureus) é a maior causa de morbidade em pacientes com doença renal crônica terminal e a segunda mais freqüente de morte, apenas atrás de eventos cerebrovasculares. O aumento de infecções da corrente sanguínea e a necessidade de medidas de vigilância e controle estão diretamente relacionados ao aumento de infecções por S. aureus pela colonização nasal em pacientes em diálises, recentemente, foi demonstrado que nesses pacientes há transmissão cruzada de microrganismos multirresistentes, sendo estes mais susceptíveis à colonização no transplantado renal, que além de realizar diálise é submetido a doses elevadas de imunossupressores, principalmente no primeiro ano de recepção de enxerto. Não há comprovação de colonização de S.aureus em enxertos, contribuindo assim para estabilizar um nível endêmico desses microorganismos em sustentar assim ações de prevenção e controle da contaminação dos mesmos. Foi feito um estudo a partir de uma prevalência estimada de 30% de colonização nasal por S.aureus em 160 pacientes com mais de 18 anos sendo: 60 pacientes com até 30 dias de transplante (dose de ataque), 50 pacientes com dois até seis meses (dose de adequação) e 50 pacientes com mais de seis meses até um ano (dose de manutenção). Colheu uma única amostra nasal de uma narina dos 160 pacientes, onde foi cultivado em solução BHI a 35ºC por 18 a 24 horas e semeado em placas de Agar sangue de carneiro com e sem oxacilina e Manitol -Sal- Agar. Após 24 horas verificou o crescimento de colônias bacterianas e identificadas por meio de provas bioquímicas clássicas. Nos testes das cepas isoladas para determinação de resistência a oxacilina, foram realizadas pela técnica de disco difusão. Na análise estatística dos resultados, os pacientes foram considerados como colonizados ou não pelo S.aureus e a análise dos resultados em relação ao tempo de transplante foi realizada entre os pacientes colonizados pelo microrganismo. Os resultados obtidos dos pacientes colonizados e não colonizados foram: Dos pacientes colonizados, todos realizavam hemodiálise antes do transplante, e 93,3% tinham acesso venoso há mais de um ano; tinham doença renal primária indeterminada. Para obter estes resultados, foi feita profilaxia antimicrobiana em 100% dos pacientes transplantados. Foi usada a cefalexina (cefalosporina) para prevenção de infecção de sitio cirúrgico por 48 horas após o transplante e sulfametoxazol/ trimetoprima por pelo menos um ano para prevenir infecções oportunistas tardias ao transplante.

PENICILINAS RESISTENTES À PENICILINASE – OXACILINA 

✓ ↑ níveis de ligação protéica, meia- vida - 4/4 h 

✓ ↓           penetração no LCR (Líquido Cefalo-raquidiano), globo ocular e próstata

INDICAÇÕES:

  • Infecções graves por S. aureus comunitárias: septicemias, endocardites, pneumonias, abscessos e celulites;

Tem menor ação sobre os estreptococos que as benzilpenicilinas.

É uma droga que não existe na forma de absorção oral, portanto deve ser administrada sempre por via parenteral, EV. Não se indica pela via IM, por conta da dor. Sua meia-vida é curta, em torno de 1h/1h e meia no máximo, por isso sua administração não deve passar de 4/4h.

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