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Distrito Sanitário Aborígene Especial do Alto Rio Negro

Por:   •  22/11/2013  •  Tese  •  2.394 Palavras (10 Páginas)  •  223 Visualizações

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Distrito Sanitário Especial Indígena do Alto Rio Negro

Reis, A; Riker, G. P; Souza, M ª. L; Loureiro, M ª. D; Araujo, M ª. N; Campelo, M ª. F. G; Almeida, M ª. G. C; Ferreira, M; Figueira, T; Correia, S.1 ; Santos Jr, Hernane2

INTRODUÇÃO

Entende-se que o Distrito Sanitário Especial Indígena do Alto Rio Negro é um subsistema de serviços de atenção básica de saúde dentro das áreas indígenas. Considerando que é resultante de uma rede, integrada e hierarquizada com complexidade crescente e articulada com a rede do Sistema Único de Saúde.

Desta forma as aldeias são atendidas por intermédio dos Agentes Indígenas de Saúde, nos postos de saúde, e pelas equipes multidisciplinares periodicamente e os casos que não forem atendidas no grau de resolutividade dos Pólos-Base do Alto Rio negro deverão ser referenciadas para a rede de serviços do SUS de Manaus.

Os povos Indígenas que residem no território do DSEI Alto Rio Negro padecem de graves problemas de saúde, como parasitoses, tuberculose, diarreia e moléstias dermatológicas ao qual exigem a definição imediata de um plano de ações preventivas.

DESCRITORES: Saúde Indígena; prevenção e controle, modelo adotado pela DSEI.

OBJETIVO

Objetivou-se descrever o funcionamento do Distrito Sanitário Especial Indígena do Alto Rio Negro acerca de sua estruturação das ações e serviços de saúde para garantir o acesso à atenção de média e alta complexidades e o incentivo para o processo de recuperação e cura dos pacientes indígenas.

Implantar metas de organização de atendimento à saúde hierarquizada pelo DSEI Alto Rio Negro que resolverá grande parte dos problemas de saúde dentro das aldeias e dos Pólos-Base, evitando a evolução de doenças para formas graves/severas uma vez que a detecção e resolução dos casos passa a ser precoce e mais eficiente. Com isso, haverá significativa redução de gastos com transportes para remoção de pacientes e com tratamentos de maior complexidade.

Implantar junto as Casas do Índio projetos contínuos para promover atividades de educação em saúde, produção artesanal, lazer e demais atividades para os acompanhantes e mesmo para os pacientes em condições para o exercício dessas atividades.

Considerando-se que o perfil epidemiológico dos povos indígenas é marcado por altas taxas de incidência e letalidade por doenças respiratórias, diarreicas, imunopreveníveis, malária e tuberculose, a principal meta é a assistência e promoção da saúde nas próprias comunidades, a qual apresentará impacto significativo nas condições de saúde e de qualidade de vida dessa população.

Utilizar a epidemiologia como instrumento organizador da atenção para os indígenas que vivem nos territórios do DSEI do alto rio Negro.

METODOLOGIA

Quanto aos fins, à pesquisa descritiva de revisão bibliográfica com coleta de dados qualitativa, sobre o modelo de gestão e implantação das ações realizadas pelo DSEI do alto rio Negro e a FUNASA para a atenção de saúde indígena. Pesquisa realizada no período de maio a junho de 2013, em livros e redes eletrônicas, na qual os seguintes sistemas de base de dados foram utilizados: on line, Scientific Electronic Library Online (SCIELO), FOIRN (Federação das Organizações Indígenas do Rio Negro), Literatura Latino-Americana e do Caribe em Ciências de saúde (LILACS), provenientes da Biblioteca Virtual de Saúde (BVS), e também foram utilizados os sites: DATA SUS e MINISTÉRIO DA SAÚDE. Os critérios de exclusão: textos que não se referem ao tema em estudo, através da leitura de títulos e dos resumos. Após a pesquisa bibliográfica uma seleção de materiais de interesse da mesma foi realizada através de uma leitura interpretativa, que serviu de base para a elaboração do trabalho.

RESULTADOS

Na pesquisa realizada, no que diz respeito ao DSEI do alto rio Negro, verificou-se que possui uma CASAI (Casa de Saúde do Índio), localizada na sede do Município de São Gabriel da Cachoeira, No extremo noroeste do Brasil, no Estado do Amazonas, localiza-se a região que é conhecida como “cabeça do cachorro”, devido ao desenho que assume, nos mapas, o com torno da fronteira com a Colômbia e uma parte da Venezuela, responsável pelo conjunto de ações de saúde necessárias à atenção básica, articulado com a rede do Sistema Único de Saúde - SUS, para referência e contra-referência, composto por equipe mínima necessária para executar suas ações e com controle social por intermédio dos Conselhos Locais e Distrital de Saúde (Portal da Saúde, 2013) .

Segundo

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