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O MANEJO REPRODUTIVO

Por:   •  22/11/2018  •  Resenha  •  1.738 Palavras (7 Páginas)  •  58 Visualizações

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MANEJO REPRODUTIVO

Uma maior eficiência reprodutiva deve ser a principal meta dos produtores para atingir produtividade e retorno econômico.

É necessário que se faça uma criação adequada das bezerras, pois estas serão as futuras reprodutoras do rebanho.

A idade ao primeiro parto deve ser o mais jovem possível (dentro do manejo do rebanho). Quanto menor o tempo, melhor. Animais gestantes também requerem cuidados especiais. No terço final da gestação, é quando o feto mais cresce, e isso exige mais da mãe, devemos ficar atentos para ela não perder ECC. Este animal deve permanecer em um ambiente tranquilo com alimento e água de boa qualidade.

Nasceu já aparta da mãe. Colostro será ofertado na mamadeira. Porém como nossas vacas são GIR, no começo não vão descer leite sem o bezerro ao pé.

O tempo de lactação é de 45-60 dias antes da parição do animal, preciso de 2 meses para secar.

É importante lembrar que o ambiente também interfere na reprodução destes animais.

O controle reprodutivo permite avaliar também:

- intervalo entre cios

- melhor período para inseminar

- datas de parto e secagem

* Anotar informações individuais e coletivas sobre o rebanho, para calcular eficiência reprodutiva de ambos.

Trabalha-se na nutrição das BEZERRAS para ter um bom resultado depois na lactação delas.

*Importante separar esses animais em lotes : CRIA, RECRIA E LACTAÇÃO (alta produção (vacas que acabaram de parir), média produção (vacas que estão na metade da lactação) e baixa produção (vacas que estão entrando no período de secagem)). Isso tudo para poder definir a alimentação que será oferecida a cada uma. Toda novilha que pariu, virou vaca mas ainda é primípara, acrescento mais um lote para estas. A partir da segunda lactação, já podem ir para o lote de multíparas.

A fazenda tem que ter parição de bezerros a cada 2 meses, para ter sempre lotes com altos picos de lactação.

EXAME GINECOLÓGICO

É importante que se faça um exame ginecológico periodicamente nessas fêmeas, para garantir uma eficiência nessa reprodução. Para diagnosticar prenhez e função ovariana se faz o exame sistemático de toque retal. Ideal é que exames ginecológicos que sejam realizados nas vacas regularmente, principalmente nos animais que apresentarem distocias, retenção de placenta, descarga purulenta fétida ou purulenta após 15 dias do parto, ausência de cio 50 dias pós-parto, retorno ao cio após três serviços, aborto em qualquer momento da gestação, comportamento anormal de cio, intervalo anormal entre cios.
O monitoramento pode ser realizado através da palpação retal a partir de 50 dias ou da ultrassonografia a partir dos 40 dias da monta ou IA.

SISTEMA DE ACASALAMENTO

Vamos trabalhar com o sistema de INSEMINAÇÃO ARTIFICIAL EM TEMPO FIXO (IATF), que além de contribui para o melhoramento do rebanho, aumenta as chances de fecundação, preconiza a rusticidade e sincroniza o cio de todas as fêmeas. Vamos utilizar sêmen sexado (90% de chances que vão nascer fêmeas), para reduzir o nascimento de machos e ter que descartar. Para isso vamos precisar de um banco de sêmen, onde armazenaremos em um botijão de nitrogênio (armazenam mais ou menos 1.200 doses cada um e custam cerca de R$ 2.500). As doses serão de touros provados (R$ 10).

A IATF é uma ferramenta de fundamental importância para aumentar a fertilidade do rebanho leiteiro. Fazendas que adotaram estratégias de fazer associação de observação de estro e IATF logo após as vacas serem liberadas do período de espera voluntário, tem alcançado resultados satisfatórios. Pelo que se tem percebido, mesmo sabendo que existe uma variação de acordo com a sazonalidade e entre as fazendas, o rebanho nacional apresenta uma taxa de concepção (prenhez por IA) média em torno de 30,0%. Com baixo investimento, não se tem muitas estratégias que possam ser adotadas para mudar a taxa de concepção, uma vez que as inseminações baseadas na observação de estro ou em tempo fixo apresentam resultados similares. Contudo, o que se pode mudar é o número de vezes que se inseminam as vacas, aumentando assim a probabilidade das mesmas ficarem gestantes. Ou seja, deve-se aumentar do número de serviço. E para isso, a IATF passa ser uma ferramenta de fundamental importância. 

O cio de uma vaca vai de 12 a 30 horas. Por isso a inseminação é importante, como não depende do macho e nem da vaca deixar ou não, vou inseminar na melhor hora (12 horas depois do cio).

Uma vaca no cio, quando montada fica parada, uma que não está não deixa ser montada. Além disso, ela produz um muco, um corrimento vulvar que não deve ter cheiro e nem cor, se tiver não posso inseminar. Ocorre uma diferenciação vulvar, fica mais avermelhada. Ela também passa a comer menos.

 

O funcionário deve observar os sinais do cio:

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