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FACULDADE ANHANGUERA DE SANTA BARBARA

Por:   •  9/1/2019  •  Trabalho acadêmico  •  6.815 Palavras (28 Páginas)  •  11 Visualizações

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FACULDADE ANHANGUERA DE SANTA BARBARA

R. Juscelino Kubitschek de Oliveira, 1.450 – 2º Distrito Industrial

Santa Bárbara do Oeste (SP) – 13450-401 – (19) 3512-0500

Termodinâmica

Motor e Ciclo Stirling

Máquina e Ciclo de Sadi Carnot

Jheniffer dos Santos Fontanim Santiago

SANTA BÁRBARA D’OESTE - SP

29/11/2018


Sumário

História do motor Stirling        - 2 -

Influência da eletrônica em motores Stirling        - 2 -

Ciclo Ideal de Stirling        - 4 -

Movimentação de dispositivos mecânicos em motores Stirling        - 6 -

Ciclo de Stirling Inverso        - 6 -

Diagrama de PV de um ciclo real        - 7 -

Geração de energia elétrica por um motor Stirling        - 8 -

Energia Nuclear        - 8 -

Energia solar        - 9 -

Motores a motor para saída mecânica e propulsão        - 9 -

Motores para automóveis        - 9 -

Motores para avião        - 10 -

Veículos elétricos        - 10 -

Motores marinhos        - 10 -

Motores de bombas        - 11 -

Aquecimento e arrefecimento        - 11 -

Máquinas de Carnot        - 11 -

Ciclos dos motores térmicos        - 14 -

Ciclos de funcionamento de um motor térmico        - 15 -

Ciclos teóricos dos motores térmicos        - 15 -

Ciclos reais dos motores térmicos        - 15 -

Análise de um ciclo e o seu desempenho térmico        - 16 -

Segunda Lei da Termodinâmica        - 16 -

Compressão        - 16 -

Motor        - 17 -

De expansão        - 17 -

Escape        - 17 -

Bibliografia        - 25 -

História do motor Stirling

[pic 2]

A rota do motor Stirling ao longo da história começa no início dos anos 1800, na Inglaterra. Os motores de ar quente competiam com a máquina a vapor para fornecer energia mecânica à maquinaria industrial (em fábricas e minas) da primeira revolução industrial.

Embora as máquinas a vapor tivessem melhores características do que as máquinas a ar, o motor aéreo tinha a vantagem de ser menos perigoso. Isto foi devido às primeiras realizações de máquinas a vapor sofreram explosões de caldeiras devastadoras. Essas explosões foram decorrentes do uso de materiais disponíveis na época que eram tecnicamente pobres.

Este fato permite, em uma primeira fase, o sucesso do motor Stirling em aplicações comerciais. Seu uso significou um abandono da melhoria das máquinas a vapor.

Influência da eletrônica em motores Stirling

Com o desenvolvimento da eletrônica, o uso dos primeiros dispositivos de rádio e o desenvolvimento da aviação, em 1950 houve uma segunda vida do motor Stirling. A empresa holandesa Philips, produtora de rádio, construiu o Philips MP1002CA (chamado Bungalow Set), um pequeno gerador elétrico baseado em uma unidade Stirling que queimou o óleo.

Este gerador foi usado para transmissores e receptores localizados em locais remotos de rádio de energia, sem fonte de energia. Era um gerador com uma potência de aproximadamente 200 watts, para cuja realização era então usada, tecnologia de ponta, mesmo com o uso de ligas leves. Com isso, obteve-se um bom compromisso entre praticidade e custo.

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