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As principais vantagens do uso ESATA

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Por:   •  8/9/2012  •  Trabalho acadêmico  •  1.527 Palavras (7 Páginas)  •  917 Visualizações

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O eSATA (external SATA) é um padrão de conector SATA externo, que mantém a mesma velocidade de transmissão. As placas-mãe mais recentes já estão vindo com conectores eSATA embutidos, mas também é possível utilizar uma controladora PCI Express, ou mesmo PCI.

O eSATA está sendo usado por diversos modelos de gavetas para HD, substituindo ou servindo como opção ao USB. A vantagem é que você não corre o risco do desempenho do HD ser limitado pela interface, já que temos 150 MB/s no eSATA (ou 300 MB/s no SATA 300), contra os 60 MB/s (480 megabits) do USB 2.0. Obviamente, isso só faz alguma diferença quando o HD transmite dados guardados no cache, ou no caso dos HDs topo de linha, lendo dados seqüenciais.

Na maioria dos casos, a gaveta possui também uma porta USB, que serve como segunda opção de interface, para casos em que você precisar conectar a gaveta em micros sem conectores eSATA.

Ao contrário do USB, o conector eSATA não transmite energia, de forma que ele só permite a conexão de HDs e outros dispositivos com fontes de alimentação (ou baterias). Não seria uma solução prática para pendrives, por exemplo.

Prevendo essa limitação, alguns fabricantes estão desenvolvendo placas que incluem conectores de energia, como este adaptador da Addonics, que usa um conector mini-DIN, que fornece tensões de 5v e 12v, permitindo (com a ajuda de adaptadores incluídos no kit) conectar diretamente um HD SATA, sem a necessidade de uma gaveta ou fonte de alimentação. Existem outras soluções similares, oferecidas por outros fabricantes, mas por enquanto não existe nenhum padrão.

esata

Proveniente do termo external SATA, o eSATA é um tipo de porta que permite a conexão de dispositivos externos a uma interface SATA do computador. Esta funcionalidade é particularmente interessante aos usuários que desejam aproveitar a compatibilidade de HDs externos com a tecnologia SATA para obter maiores taxas de transferência de dados.

Muitos fabricantes oferecem placas-mãe e notebooks que contam com uma porta que funciona tanto como eSATA quanto como USB, além, é claro, de uma porta que é apenas eSATA. Para os casos onde não há esta porta, pode-se utilizar adaptadores que são instalados em slots PCI Express, por exemplo.

Na imagem abaixo, uma porta USB de um notebook compatível com eSATA:

O eSATA oferece a vantagem de permitir o aproveitamento da velocidade da versão do SATA em uso, por outro lado, não fornece alimentação elétrica, o que significa que somente dispositivos com uma fonte de alimentação externa é que conseguem utilizá-lo.

Uma das soluções encontradas pela indústria para superar esta limitação é o eSATAp, que nada mais é do que um esquema que utiliza uma porta USB compatível com eSATA em conjunto com dois pinos de energia, normalmente de 12 V. Se for necessário o uso de pinos de 5 V, pode-se utilizar o que é já fornecido pela porta USB.

eSATA

Os cases externos para HDs estão se tornando cada vez mais comuns, seja para usuários de notebooks seja para o usuário de desktop que quer portabilidade para uma grande quantidade de arquivos.

Os modelos mais comuns de cases externos são destinados a HDs PATA (Parallel ATA) - que usam cabos de 80 vias - e se conectam ao pc/mac através de portas USB, Firewire400 ou ainda Firewire800. Cases mais recentes, acomodam HDs SATA (Serial ATA) - que utilizam cabo flat de 7 vias - ou ambos os tipos de HDs. Aos HDs SATA é oferecida ainda uma nova opção de conectividade, através de portas eSATA (external SATA).

A vantagem das conexões eSATA sobre as demais é a velocidade. Teoricamente portas USB 2.0 alcançam 480Mb/s, as portas Firewire400 e 800 alcançam 400MB/s e 800MB/s respectivamente, já as portas eSATA são capazes de aferecer taxas de 1.5GB/s (padrão SATA I) e 3.0GB/s (padrão SATA II).

Na prática as taxas de transferência de dispositivos USB 2 são inferiores as de dispositivos que utilizam interface Firewire. A interface eSATA supera ambas em velocidade, mostrando-se uma boa aposta para sucedê-las. Como qualquer padrão recente, é mais difícil encontra-la, sendo baixa sua portabilidade atual.

Como solução para esse problema e a fim de disseminar a nova tecnologia muitos fabricantes estão criando cases externos híbridos, dotados de uma pequena placa lógica, capaz de converter o tráfego de dados SATA também para as portas USB2. Há ainda modelos de cases externos que aceitam tanto discos SATA como discos PATA, neste caso o disco PATA conecta-se obrigatoriamente pela interface USB2 do dispositivo. Outros modelos apresentam apenas interface eSATA, obviamente destinados apenas a discos com interface SATA.

Para uma escolha correta de um case externo para HD é necessário considerar alguns fatores:

1- A interface do disco (PATA, SATA I ou SATA II)

2- A necessidade atual de portabilidade

3- O desempenho esperado / O uso a que se destina este disco

1- Os primeiros cases eSATA lançados não suportam SATA II, alcançam portanto velocidade máxima de transferência de 1.5GB/s. Discos SATA II devem utilizar necessariamente cases compatíveis com discos SATA II. É necessário entrar no site do fabricante e checar a compatibilidade do modelo com o padrão SATA II. Já um disco SATA I operará, pelo meos em teoria, sem qualquer problema em um case compatível com SATA II - dificuldades para reconhecimento do drive devem estar associadas com problemas de outra natureza. Cases híbridos (para PATA e SATA) geralmente suportam apenas SATA I.

2- Caso a portabilidade seja essencial, o ideal é optar por modelos que também apresentem interface USB2. A menos, é claro, que o usuário tenha poder para inserir cartões de expansão ou "brackets" capazes de adicionar portas eSATA aos micros ao qual o case externo deverá se conectar.

3- Caso o drive destine-se a tarefas como edição de vídeo, audio ou ao backups de grande volume de dados as interfaces mais rápidas são não só recomendadas como muitas vezes necessárias. Para

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