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As principais causas da inflação

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Por:   •  9/10/2013  •  Pesquisas Acadêmicas  •  1.173 Palavras (5 Páginas)  •  514 Visualizações

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Inflação é um conceito econômico que representa o aumento de preços dos produtos num determinado país ou região, durante um período. Num processo inflacionário o poder de compra da moeda cai.

Exemplo: num país com inflação de 10% ao mês, um trabalhador compra cinco quilos de arroz num mês e paga R$ 10,00. No mês seguinte, para comprar a mesma quantidade de arroz, ele necessitará de R$ 11,00. Como o salário deste trabalhador não é reajustado mensalmente, o poder de compra vai diminuindo. Após um ano, o salário deste trabalhador perdeu 120% do valor de compra.

A inflação é muito ruim para a economia de um país. Quem geralmente perde mais são os trabalhadores mais pobres que não conseguem investir o dinheiro em aplicações que lhe garantam a correção inflacionária.

Podemos citar as seguintes causas da inflação:

- Emissão exagerada e descontrolada de dinheiro por parte do governo;

- Demanda por produtos (aumento no consumo) maior do que a capacidade de produção do país;

- Aumento nos custos de produção (máquinas, matéria-prima, mão-de-obra) dos produtos.

No Brasil, existem vários índices que medem a inflação. Os principais são: IGP ou Índice Geral de Preços (calculado pela Fundação Getúlio Vargas), IPC ou Índice de Preços Ao Consumidor (medido pela FIPE - Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas), INPC ou Índice Nacional de Preços ao Consumidor (medido pelo IBGE) e IPCA ou Índice de Preços ao Consumidor Amplo (também calculado pelo IBGE).

Você sabia?

No ano de 2012, a inflação brasileira foi de 5,84% (IPCA - Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo). É importante ressaltar que a meta estabelecida pelo Banco Central Brasileiro é de 4,5%, com margem de dois pontos para mais ou para menos.

http://www.suapesquisa.com/o_que_e/inflacao.htm

09/10/2013 09h00 - Atualizado em 09/10/2013 13h03

Pela 1ª vez no ano, IPCA acumulado em 12 meses fica abaixo de 6%

Em setembro, inflação oficial ficou em 0,35%, após subir 0,24% em agosto.

Destaque no mês partiu da alta de preços dos itens relativos a transporte.

Do G1, em São Paulo

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O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que mede a inflação oficial do país, por ser usado como base para as metas do governo, ganhou força de agosto para setembro, passando de 0,24% para 0,35%, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em pesquisa divulgada nesta quarta-feira (9).

Apesar do resultado maior no mês, o IPCA acumulado em 12 meses ficou em 5,86% – abaixo dos 6,09% de agosto e seguindo dentro da meta de inflação do governo federal, que permite que o IPCA oscile entre 2,5% e 6,5%. É a primeira vez no ano que o IPCA acumulado em 12 meses fica abaixo de 6%. A última vez foi em dezembro de 2012, quando ficou em 5,84%. Em setembro de 2012 a taxa havia ficado em 0,57%.

De acordo com o IBGE, a variação de preços do grupo transporte registrou a maior aceleração, passando de uma queda de 0,06% para um aumento de 0,44%. Entre os principais impactos para o avanço da taxa estão as passagens aéreas, que subiram 16,09% e das tarifas dos ônibus urbanos, que pararam de cair.

Dentro desse grupo, outros itens registraram avanço das taxas, como a gasolina, cujo litro, em setembro, caiu mais do que em agosto (de -0,15% para -0,42%) e como o etanol, cujo recuo passou de -1,16% em agosto para -0,72% em setembro.

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Também seguiu o mesmo comportamento de alta os preços relativos a alimentação e bebidas - passando de uma quase estabilidade (0,01%) em agosto para um avanço de 0,14% em setembro. O resultado foi puxado pela variação de preços de alimentos de consumo no domicílio, que reduziram a queda, de -0,34% para -0,03%.

Entre os alimentos pesquisados, o destaque de alta ficou com pão francês, cujo preço subiu 3,37%, e o de baixa, com o feijão carioca, que ficou 13,95% mais barato.

Os preços relativos a habitação também subiram - de 0,57% em agosto para 0,62% em setembro - com a maior influência partindo do gás de botijão (de 0,28% para 2,01%), aluguel residencial (de 0,74% para 0,80%) e artigos de limpeza (de 0,35% para 0,71%).

Os artigos de vestuário também ficaram mais caros - passando de 0,08% para 0,63% no mês seguinte, com destaque para as roupas femininas (de -0,37% para 1,43%) e calçados (de -0,11% para 0,58%).

Já o grupo

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