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Estudos Disciplinares II Unip Administração 1º Semestre

Por:   •  30/5/2014  •  1.405 Palavras (6 Páginas)  •  4.081 Visualizações

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Pergunta 1

A economia monetária é um ramo especializado da macroeconomia. A macroeconomia estuda a coordenação geral das atividades econômicas, isto é, a forma e os meios pelos quais uma economia, com milhares de produtos e de agentes, pode funcionar em harmonia e, na maioria das vezes, encontrar o equilíbrio ou tender a ele. Mas, como nem sempre esse equilíbrio geral é atingido, a macroeconomia também estuda as razões ou causas das falhas dessa coordenação, assim como as suas possíveis correções, por meio de políticas econômicas apropriadas. Essas falhas se manifestam por desequilíbrios, tais como instabilidade do nível de preços, do balanço de pagamentos e do crescimento da renda com repercussões na oferta de emprego. Diante dessas falhas, a condução da política econômica apresenta-se como norteadora dos objetivos que um governo pretende traçar para sua sociedade. Sobre políticas econômicas, assinale a alternativa correta.

Resposta Selecionada: e.

Se o governo elevar a cobrança de impostos das empresas, duas importantes repercussões estão previstas: redução dos resultados, o que torna o capital investido menos atraente, e também menor capacidade de investimento, por acumular menores fluxos de caixa, tornando a empresa mais dependente de empréstimos para financiar sua atividade.

Pergunta 2

Com relação às características da moeda, indique a alternativa incorreta.

Resposta Selecionada: d.

As moedas metálicas e cédulas devem ser facilmente manuseáveis, de tamanho e peso apropriados para que se permita representar sua característica de divisibilidade.

Pergunta 3

Leia a notícia e o gráfico. Depois, analise as afirmativas relacionadas à notícia e ao gráfico.

Mercado vê Selic estável em 7,5% até o fim deste ano, aponta BC.

Do UOL, em São Paulo, disponível em: <http://economia.uol.com.br/ultimas-noticias/redacao/2012/09/24/mercado-eleva-projecao-para-selic-neste-ano-a-750.jhtm>. Acesso em: 24 de setembro de 2012.

O mercado mudou suas apostas e prevê agora manutenção da taxa básica de juro nos atuais 7,5% até o fim do ano. Após seis semanas projetando a Selic a 7,25% no encerramento de 2012, pesquisa Focus do Banco Central divulgada nesta segunda-feira (24) mostrou que os analistas agora não esperam novo corte no juro até dezembro. Para o fim de 2013, a expectativa foi mantida em 8,25%. A perspectiva para a inflação passou de 5,26% para 5,35%, e a projeção para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) em 2012 ficou em 1,57%. O BC aumentou as dúvidas no mercado sobre uma redução adicional do juro na próxima reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) ao diminuir as alíquotas do recolhimento compulsório dos bancos (recursos que os bancos são obrigados a deixar depositados no BC), injetando na economia em torno de R$ 30 bilhões para impulsionar a oferta de crédito. Depois dessa decisão, o mercado de juros futuros passou a mostrar uma maioria das apostas em manutenção da Selic, com a minoria ainda indicando um novo corte de 0,25 ponto percentual na reunião de outubro do Copom. “O BC adotou as medidas para dar fôlego aos bancos pequenos e médios, mas também têm efeito sobre a demanda. Então isso limitaria o espaço para a política monetária”, afirmou o estrategista-chefe do WestLB, Luciano Rostagno.

Inflação

O mercado elevou seus números para a inflação neste ano pela 11a vez seguida, para 5,35%, ante 5,26% anteriormente, ainda mais afastada do centro da meta do governo, de 4,5% pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Dados divulgados na semana passada mostraram que os alimentos continuam pressionando os preços ao consumidor, com destaque para o IPCA-15, que acelerou a alta em setembro para 0,48%. “O IPCA-15 apresentou aceleração motivado pelo repasse dos preços do atacado para o varejo depois da recente valorização dos preços das commodities agrícolas... Mas esse aumento de preços não gera pressão para a economia porque é transitório”, afirmou o economista Felipe Queiroz, da Austin Rating. Para 2013, a estimativa para o IPCA foi mantida em 5,5. O ministro da Fazenda, Guido Mantega, disse na última quarta-feira (19), em Paris, que não vê o processo inflacionário no Brasil com preocupação, tanto em 2012 quanto em 2013. “A inflação segue dentro da meta e vai continuar”, afirmou. Por

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