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Tomas Wood

Por:   •  20/3/2014  •  898 Palavras (4 Páginas)  •  188 Visualizações

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FORDISMO

Seu foco vinha no ponto de trazer uma maior eficiência na indústria e potencializar a produção através de um sistema onde a prioridade é dada na individualização de tarefas de máquinas e operários, como também um melhor gerenciamento global na divisão da produção e de áreas administrativas. Tinha um sistema em que para cada funcionário e cada máquina era dada certa tarefa para que assim diminuísse o esforço humano e aumentasse a velocidade de produção, logo, cada um era responsável por sua pequena parte. Tendia assim à sua meta de produzir para um grande número de consumidores.

Visava à redução de custos de produção para atingir seu maior objetivo que vem a ser a venda em massa. O modelo queria tornar o automóvel tão barato para que todos pudessem comprar.

Para os trabalhadores da empresa houve a redução na quantidade de trabalho humano, mas a era é caracterizada pela sua exploração, trabalhos repetitivos e baixos salários, sem perspectiva de carreira. Quanto maior a exploração e menor a remuneração maior seria o lucro. Assim as hierarquias gerenciais tinham por principio o comando autoritário. A fábrica é marcada pela integração vertical quando resolve começar a produzir seus componentes com o controle total da produção de suas peças, já que seus fornecedores não atendiam a demanda, mudando sua organização para se tornar mais eficaz.

Com seus métodos priorizando a produção em massa, individualizando o operário e deixando de lado o trabalho manual a organização se mostrou eficaz e com grande sucesso até o começo de seu declínio, pois já não atendia mais as expectativas e o modelo já não se adaptava à sociedade.

TOYOTISMO

O Toyotismo vai ter uma visão diferente do Fordista, com um sistema de produção flexível. Aqui a produção em massa não se encaixaria, pois seu público alvo, o Japão, vinha com pequeno mercado consumidor, matéria prima escassa e muita mão de obra. Logo seu enfoque está em produção de pequena quantidade. Ao contrário do fordista que produzia muito e estocava essa produção, no toyotismo temos a produção do necessário. Daí a flexibilização.

Seu sistema de administração tem diferenças claras com o fordista. Por produzirem em pequenos lotes, voltaram sua atenção para a qualidade. Ai estava seu maior objetivo, a pequena produção, mas com eficiente controle na qualidade do produto. Criaram técnicas como a redução de tempo para alteração nos equipamentos, modificações simples e rápidas nos produtos, ficando mais barata sua produção, reduziram de custos no inventário e introduziram um líder para os operários podendo discutir melhorias do produto. Com essa nova organização puderam antecipar os problemas e a linha de produção vinha com constantes aprimoramentos, onde na fordista os problemas eram identificados apenas no final, por não darem atenção aos produtos durante sua produção, trazendo muito retrabalho e custos. Os fornecedores da fábrica tinham um grande envolvimento com o produto, não sendo mais um sistema verticalizado. A relação dos operários com o trabalho passa a outro nível onde começam a ser treinados e motivados.

Apresenta uma característica de hierarquia horizontal, os operários vêm a ser beneficiados também com promoções e participação de lucros. Há existência de um relacionamento cooperativo entre gerentes e trabalhadores e desintegração vertical da produção de uma rede de empresas. Não há mais rígida separação entre operário e direção.

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