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Vida E Obra De Santo Agostinho E Sao Tomas

Por:   •  14/4/2013  •  4.128 Palavras (17 Páginas)  •  389 Visualizações

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INTRODUÇÃO

O presente trabalho se torna relevante, no sentido de que através dele, muitos acadêmicos possam ter a chance de obter um maior conhecimento sobre a vida e obra de Santo Agostinho e São Tomás de Aquino, uma vez que, apesar de possuir algumas obras a este respeito, seu acesso ainda é restrito.

Falar de Agostinho e Aquimo, dedicaram suas vidas na persecução dos ideias cristãs merecendo desta forma a designação de arquitetos da igreja católica, falar destes, é sobretudo falar da vida da filosofia, onde ambos se preocuparam em pensar sobre as essências das “coisas” (Deus, a natureza, o ser humano, a verdade, o conhecimento, etc.) essas ideias metafísicas procuravam justificar através da razão a conduta e a moral da tradição cristã.

Nestas concepções filosóficas, assegura-se que um homem para aprender só aprende quando existir a vontade de Deus. Baseando-se nas ideias ou objecto de psicologia que é a “razão” o homem procura se explicar às particularidades do mais simples ao complexo produzindo assim o conhecimento.

OBJETIVOS GERAL

 Mostrar a vida e obra de Santo Agostinho e São Tomás de Aquino, se aprofundando na obra AS CONFISSÕES, O Ente e a Essência.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS

 Mostrar como a obra O Ente e a Essência é importante na formação social do indivíduo;

 Demonstrar a religiosidade que nunca deve perder a razão e, a ciência nunca deve ser abandonada e a primeira não pode ser esquecida bem como mostrar como viveu São Tomas de Aquino e Santo Agostinho;

 Analisar as ideias pedagógicas São Tomas de Aquino e Santo Agostinho na educação do homem.

Metodologia do trabalho

O trabalho foi elaborado com base nas consultas bibliográficas com grande enfoque na pesquisa em sites da internet que abordem questões relacionados com a vida e obras destes filósofos.

VIDA E OBRA DE SANTO AGOSTINHO (354- 430)

Santo Agostinho de nome verdadeiro Aurélio Agostinho, um reconhecido filósofo cristão, escritor e mitógrafo, nascido em Tagaste, próximo de Hipona, na então província romana de Numídia, na África romana, hoje Suk Ahras, na Argélia, de uma família burguesa, a 13 de novembro do ano 354. Conhecido como o último dos antigos e o primeiro dos modernos filósofos a refletir sobre o sentido da história e o arquiteto do projeto intelectual da Igreja Católica, o primeiro grande patrístico do período nissênico, com pensamento próprio, e um dos fundadores da Teologia, viveu entre os séculos IV e V. Filho de pais ricos, Patrício o pagão e depois convertido e recebido o batismo pouco antes de morrer e sua mãe, a cristã Mônica, pelo contrário, era uma cristã fervorosa, e exercia sobre o filho uma notável influência religiosa. Mais tarde canonizada, levou na mocidade uma vida circense e em actividades teatrais. Estudou retórica em Cartago (371-374), a fim de aperfeiçoar seus estudos, começados na pátria, desviou-se moralmente onde aos 17 anos passou a viver com uma concubina, da qual teve um filho, Adeodato. Estudou na África e inicialmente foi um intelectual que tinha orientação religiosa pagã, interessou-se por filosofia após ler Hortensius, de Cícero e quando também aderiu ao maniqueísmo, que atribuía realidade substancial tanto ao bem como ao mal, julgando achar neste dualismo maniqueu a solução do problema do mal e, por consequência, uma justificação da sua vida. Posteriormente sob grande influência de sua mãe e de diversos autores que lera converteu-se ao catolicismo sendo considerado como pertencente à patrística, caracterizadamente rigorista e proselitista. Depois de maduro exame crítico - abandonara o maniqueísmo, abraçando a filosofia neoplatônica que lhe ensinou a espiritualidade de Deus e a negatividade do mal. Retornando a Tagaste, lecionou retórica por um ano. Mais uma vez em Cartago, continuou no mesmo magistério, por 8 anos.

A patrística, em síntese, é o esforço para se criar uma filosofia cristã a qual atribui às práticas tradicionais católicas um arcabouço teórico para que se apresentem como “um conjunto de ideias produzidas e sistematizadas pela razão em um todo lógico” (PESSANHA, 1980). Porém as primeiras tentativas de se consolidar tal filosofia cristã que tentava conciliar a fé e a revelação divina com a razão e o raciocínio lógico não obtiveram grande êxito. Somente até Santo Agostinho, que conseguiu elaborar uma verdadeira síntese sistematicamente organizada da filosofia cristã baseada num conhecimento de natureza neoplatônica que adequava o pensamento de Platão* as concepções

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