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Emendas Constitucionais

Por:   •  28/4/2014  •  1.054 Palavras (5 Páginas)  •  147 Visualizações

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Visão Social

Antropologia é a ciência da humanidade e da cultura, e tem um campo de investigação extremamente extenso, abrangendo, no espaço, toda a terra habitada. E de forma bem resumida

a Antropologia é o estudo do homem como ser biológico, social e cultural.

Sendo assim vamos falar um pouco dos problemas sócias, pois também é um dos objetos de estudo da Antropologia. São vários os problemas encontrados no Brasil, desemprego, Saúde, habitação, educação, poluição, violência e criminalidade entre outros. E partir desses problemas podemos afirmar que a pobreza é a expressão direta das relações vigentes na sociedade.

Em meio a tantos problemas sociais, colocamos em estudo os dependentes químicos. Dependência química é a dependência de qualquer substância que altere o comportamento,e como exemplo temos, o álcool, o tabaco, a maconha e a cocaína. A dependência é caracterizada pelo fato do dependente necessitar daquela substância, como se fosse à única coisa que o satisfaça, e com essa busca pela tal substancia não mede esforço para satisfazer o vicio. A dependência química ou física é uma condição orgânica que acontece quando um individua faz uso constante de certas drogas psicoativas, provocando o aparecimento de sintomas que envolvem especialmente o sistema nervos central, tornando-o dependente daquela substância e perde o controle no contato com as drogas, sua vida psíquica, emocional, espiritual, física vão deteriorando gravemente.

Os dependentes químicos são vistos como pessoas fracas, de pouca força de vontade, sem bom senso e sem sabedoria, por isso devemos compreendê-los como pessoas portadoras de uma doença química. Se conseguirmos olhar esses dependentes químicos como doentes portadores de um distúrbio que perdem seu controle quando a mercê dessas substancia, poderemos entender melhor e até mesmo ajudar esses indivíduos.

Hoje em dia é muito comum ver crianças e adolescente usando drogas, por influência dos amigos, e algumas vezes até dos próprios pais. Com o aumento do número de dependentes químicos nas ruas, são acarretados outros problemas sociais graves, como por exemplo, o aumento da violência por parte de dependentes.

O ASSISTENTE SOCIAL E A DEPENDÊNCIA QUÍMICA

A Organização Mundial da Saúde classifica a dependência como uma doença que atinge 10% da população,instala-se em pessoas que apresentam uma predisposição mórbida (tendência a uma anormalidade) e é ativada pelo estimulo de fatores sociais, emocionais e familiares. Tem como característica:

• Primária;

• Crônica;

• Progressiva;

• Fatal;

• Tratável que pode ser estacionada

O Assistente Social trabalha em prol da demanda na questão social da dependência química, contando com uma equipe interdisciplinar, visando estimular a qualidade de vida e o exercício pleno da cidadania dessas pessoas tão marginalizadas, proporcionando e promovendo a inclusão social desses dependentes químicos adotando uma abordagem de atenção integral.

O profissional de serviço social busca disponibilizar informação e orientar no acolhimento e apoio do dependente químico, bem como encaminhar o assistido para grupos de auto-ajuda. O Assistente Social se capacita fazendo pesquisas e estudos sobre a temática na efetiva intervenção profissional. Os assistentes sociais são desafiados a desenvolver uma interpretação crítica do seu contexto de trabalho, um atento acompanhamento conjuntural, o estabelecimento de estratégias viáveis, atribuindo um tratamento teórico-metodológico e ético-político diferenciado.

Com a questão dos dependentes químicos os problemas sociais vêm acarretar na vida dessas pessoas, como a desagregação da estrutura familiar, o ambiente de trabalho inadequado propício a acidentes, o aumento da criminalidade e da violência, o aumento da disseminação de doenças, em especial o HIV, e os altos índices de suicídio é possível perceber o alcance cada vez maior das consequências generalizadas que a dependência acarreta na vida das pessoas.

No âmbito das possibilidades e limites da intervenção profissional do Assistente Social, a dependência química não constitui um problema isolado, devendo contribuir para que as pessoas, já marginalizada por uma política econômico-cultural e social que o exclui, possam vir

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