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Apostilha Sobre Drogas

Por:   •  1/11/2013  •  9.982 Palavras (40 Páginas)  •  232 Visualizações

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Quem sou eu?

Que boas lembranças trago da minha caminhada desde a infância?

Alguém influenciou a construção do modo de ver a vida? De modo positivo ou negativo?

Como os outros me vêem?

Que qualidades possuo que gostariam que fossem notadas?

Que comportamentos/ atitudes minhas são consideradas pelos outros como defeitos?

Que comportamentos/ atitudes minhas são consideradas pelos outros como virtudes?

Como vejo o outro?

Que qualidades gostaria que o outro tivesse?

O que considero como atitude simpática? Que faço a frente a ela?

Por que escolhi (ou escolheram) ser policial?

O que produz satisfação em minha atividade profissional?

Se não fosse policial o que gostaria de ser?

Que valores atribuo a minha família?

Que gostaria de aprender neste treinamento?

Como está meu relacionamento comigo com minha família, com meus colegas de trabalho, com a comunidade, com meu Criador?

Diga não as Drogas.

Carta de adeus de um jovem de 19 anos, vítima dos tóxicos

Acho que nesse mundo ninguém procurou descrever o seu próprio cemitério. Não sei como meu pai vai receber isto, mas preciso de todas as forças enquanto é tempo.

Sinto muito, meu pai, acho que esse diálogo é o último que eu tenho com o senhor. Sinto muito mesmo... Sabe, pai, está em tempo do senhor saber a verdade que nunca nem desconfiou. Vou ser breve e claro. Bastante objetivo.

O TÓXICO me matou. Travei conhecimento com o meu assassino, o tóxico, aos 15 anos ou 16 anos de idade. É horrível, não pai? – Sabe como nós conhecemos isso? – Através de um cidadão elegantemente vestido; bem elegante mesmo, e bem falante, que me apresentou o meu futuro assassino, o TÓXICO.

Eu tentei recuar, tentei mesmo, mas o cidadão mexeu com o meu brio dizendo que eu não era homem. Não é preciso dizer mais nada, não é pai? Ingressei no mundo do TÓXICO.

No começo foram as torturas, depois o desvaneio, e a seguir a escuridão. Não fazia nada sem que o TÓXICO estivesse presente. Depois veio a falta de ar, o medo, as alucinações; e logo após veio a euforia do pico novamente. Eu me sentia mais gente do que as outras pessoas; e o TÓXICO meu amigo inseparável, sorria, sorria...

Sabe pai, a gente quando começa a achar tudo rídiculo e muito engraçado. Até DEUS eu achava ridículo, e hoje num leito de um hospital, eu reconheço que DEUS é o mais importante de tudo no mundo, e que sem a ajuda DELE eu não estaria escrevendo esta carta. Diga a eles que em cada porta da escola, em cada cursinho de faculdade, em qualquer lugar, há sempre um homem elegantemente vestido e bem falante, que irá mostrar-lhes o seu futuro assassino e destruidor de suas vidas; e que os levará a loucura e a morte, como aconteceu comigo. Por favor, faça isso meu pai antes que seja tarde demais para eles.

Perdoai-me, meu pai... Já sofri demais. Perdoai-me também por fazê-lo sofrer pelas minhas loucuras. ADEUS MEU PAI

GENTE COMETA

Há pessoas ESTRELAS e há pessoas COMETAS.

Os COMETAS passam, apenas são lembrados pelas datas que passam e retornam.

As ESTRELAS permanecem, o Sol permanece. Passam anos, milhões de anos, e as ESTRELAS permanecem. Os COMETAS desaparecem.

Há muita gente COMETA. Passa pela vida da gente apenas por instantes.

Gente que não prende ninguém e a ninguém se prende. Gente sem amigos. Gente que passa pela vida sem iluminar, sem aquecer, sem marcar presença.

Há muita gente COMETA. Assim são muitos e muitos artistas. Brilham apenas por instantes nos palcos da vida. E com a mesma rapidez com que aparecem, também desaparecem.

IMPORTANTE É SER ESTRELA

Permanecer.

...

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