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Algumas Características Do Preconceito Racial Americano

Por:   •  8/4/2014  •  675 Palavras (3 Páginas)  •  617 Visualizações

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- Entre o preconceito racial de marca e o preconceito racial de origem, podem ser apontadas as seguintes diferenças:

1. Quanto à carga afetiva:

No Brasil, o preconceito é intelectivo e estético. A intensidade do preconceito varia de acordo com o grau dos traços negróides, ou seja, quanto mais escura a pessoa é, mas sujeita ao preconceito ela está.

As pessoas tendem a sentir pesar por pessoas de cor quando se tem amizade, admiração ou respeito por elas, como também sentem por pessoas com defeito físico, ou com aparências indesejáveis em geral, essa comparação é possível pelo caráter estético do preconceito de marca (brasileiro).

Desde cedo se incute na cabeça da criança branca, a noção de que os característicos negróides são feios e indesejáveis para o casamento. É comum adultos brincarem com um menino branco, dizendo que quando ele crescer irá se casar com uma mulher “preta”. Meninos negros são constantemente chamados de “negrinho”, “urubu”, “anu”, “escurinho” em tom de graça ou pejorativo. Existem também expressões como de que “negro não é gente”, todas essas falas trazem para a criança a noção de inferioridade do negro, e que muitas vezes as pessoas dizem sem consciência do efeito que pode causar essa ideia, ou seja, as pessoas dizem sem consciência do preconceito que estão propagando.

Nos Estados Unidos o preconceito tende a ser irracional e emotivo, possuindo caráter de rivalidade e ódio intergrupal, tomando a forma de segregação intencional da população negra, em relação às diversas situações da vida social. Ocorrem segregação ocupacional, residencial, escolar, de instituições religiosas, culturais, segregação recreativa, afetiva, de assistência social, em parques públicos, transportes coletivos, e outros ambientes públicos. Para o autor, essa segregação entre o branco e o negro, contribui para o raciocínio discriminador em relação aos negros.

Nos EUA é explícita a parcialidade do júri popular no julgamento de negros, e ainda esses júris apresentam falácias grosseiras como justificação da discriminação. Exemplo: Um negro ganhou um carro numa rifa mas não pôde receber o prêmio com a alegação posterior de que “os negros não estavam autorizados a comprar os bilhetes”, o que é exemplo de irracionalidade do preconceito de origem.

No entanto podemos perceber que no Brasil o negro é indesejado em muitos lugares, não com o mesmo impacto que nos EUA, mas acontece muito do negro ser excluído de diversas situações, como negros que são ordenados à se retirar de lugares por suspeita de roubo, ou achando que são mendigos pedindo dinheiro, etc.

2. Quanto ao efeito sobre as relações interpessoais:

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