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Comunicacao Interna Empresarial

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Por:   •  9/4/2013  •  1.608 Palavras (7 Páginas)  •  481 Visualizações

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Indústria do sexo inspira o Marketing

O consumidor gasta dinheiro regularmente sem querer ser visto. Não há faixa etária ou gênero específico e, mesmo assim, este segmento não só existe como é o que mais vende no planeta. Impossível? Não para a indústria do sexo. Se a prostituição é a profissão mais antiga do mundo, o profissional de Marketing de hoje tem muito o que aprender com os derivados dela.

As diferenças da indústria do sexo para os outros segmentos são interessantes. Quanto mais a sociedade repudia e repreende o consumidor porn, mais forte a pornografia fica. Na internet, os compradores da indústria do sexo encontram um oceano de possibilidades e, por isso, entram cada vez mais cedo e raramente saem deste ambiente.

A influência da pornografia no dia a dia da web está nos downloads de vídeos, fotos, bate-papos, aplicativos, entre outros. E o sucesso da indústria do sexo está longe do fim porque todo o segmento ganha força a cada dia com a solidão cada vez maior dos indivíduos, apoiado no desejo universal. Talvez por isso, marcas investem em ações de Marketing de olho neste mercado que já tem até data comemorativa no calendário nacional.

Marketing X Sexo

O Marketing e o a indústria do sexo são parecidos. Primeiro porque ambos exploram uma angústia do indivíduo. Além disso, os dois sempre buscam formas diferentes de explorar a mesma matéria-prima. Para aplicar a estratégia porn em uma empresa é preciso entender e explorar o que o negócio e o pornô têm em comum. Exemplos não faltam. Na moda, o Marketing explora o corpo; as empresas de bens de consumo apelam para o status e a ansiedade, o setor imobiliário preza pelas fotos e pela localização.

Assim como a indústria do sexo. "Muito se pode tirar e aplicar em outra área. Mas é necessário olhar este mercado como ele realmente é e não como a sociedade quer que você veja", explica Luli Radfahrer, Ph.D. em comunicação digital pela ECA-USP, em entrevista ao Mundo do Marketing. Assim como em qualquer varejo, a indústria do sexo oferece muitas opções de produtos tanto nas lojas virtuais quanto nas físicas.

No varejo "comum", um dos fatores que contribuem para a compra por impulso é a promoção. Já no mercado erótico, outras questões estão em jogo. "A indústria do sexo estará sempre em voga e será cada vez mais liberal. Por isso, sempre vendemos rapidamente os lançamentos na loja Sexy Hot na internet", diz Mauricio Paleta, Gerente Geral Playboy do Brasil, em entrevista ao portal.

Sexo no calendário

No Brasil, o sexo tem data comemorativa no calendário: dia 6 de setembro. Foi nesta data que a marca de preservativos Olla realizou diversas ações de Marketing, desde filmes exibidos na MTV e nos intervalos do programa CQC, da TV Bandeirantes, até a distribuição de preservativos em blitz.

Na internet, a Olla criou um hotsite, um game e perfis nas principais redes sociais sem contar as três festas sob o tema nas cidades de Maresias, Florianópolis e Búzios. Outra lição que o profissional de Marketing deve aprender com o mercado erótico é sobre derrubar barreiras e quebrar paradigmas.

"Neste segmento, assim como em todos os outros, não se pode, de forma alguma, assumir uma posição preconceituosa, principalmente no que diz respeito à opção sexual das pessoas", completa Mel Girão, Diretora Executiva de Maketing da Olla.

O corpo humano em liquidação: o sexo no mercado (http://www.umacoisaeoutra.com.br/marketing/sexo.htm)

A propaganda existe por causa da concorrência entre marcas de produtos que desejam seduzir o mesmo consumidor. Quanto maior a competição, maior o volume de anúncios e maiores os investimentos em comunicação e marketing.

Um produto monopolista não precisa fazer anúncios, a não ser os do chamado "good will", para fazer média com as autoridades, o povo e os meios financeiros. São os anúncios em que as empresas louvam a si mesmas e propagam o que de bom andaram fazendo ou pretendem fazer.

No mercado de livre concorrência, a briga é tão feia que, além das mercadorias, os próprios anúncios competem uns com os outros para conquistar a atenção do consumidor. Sempre que um anúncio é veiculado, está disputando o olhar do público com outros anúncios, com o próprio noticiário e também com reportagens e os apelos diversos que estão presentes na mídia.

Ninguém se senta diante do televisor ou abre um jornal ou revista para ver anúncios. É preciso, pois, que o anúncio primeiro venda a si próprio, para conseguir vender o produto que anuncia.

Por isso o anúncio precisa ter força para chamar e prender a atenção do leitor/ouvinte/espectador e, atualmente e cada vez mais, também a atenção do mouse do computador.

Esta é a razão de a criatividade ser tão valorizada na propaganda. A necessidade de criar peças originais, capazes de chamar e prender a atenção, é o que faz a propaganda empregar e valorizar artistas e criativos não apenas em seus departamentos de criação.

A cultura criativa deve permear toda a atividade da moderna agência de propaganda. Mesmo as agências que se definem como estratégicas, capazes de posicionar com perfeição um produto no mercado, precisam apresentar peças criativas memoráveis. Se não forem capazes de oferecer brilhante ou pelo menos adequado material criativo, suas campanhas perdem substância, passam despercebidas e, com o tempo, essas agências acabam por perder os seus clientes.

Na procura de temas que conquistem o consumidor, as pesquisas, a experiência e a observação dos seres humanos ensinaram como são fortes os apelos que se dirigem aos instintos e aos sentidos. Uma peça que provoque o instinto de sobrevivência, o erotismo ou o prazer hedonista tem sempre a eficiência de uma nova surpresa.

A indústria de alimentos desperta o apetite quando apresenta seus pratos deliciosamente fotografados e decorados; as companhias de seguro mobilizam clientes quando falam da segurança da família ou do patrimônio e a as fábricas de bebidas prometem a intensidade do prazer. As pessoas olham, têm desejo e compram.

O que foi dito acima não é uma relação

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