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Fernando Pessoa

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Por:   •  17/4/2012  •  548 Palavras (3 Páginas)  •  1.110 Visualizações

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“Valeu a pena? Tudo vale a pena

Se a alma não é pequena”

A história que vou escrever esta relacionada com estes dois versos, escolhidos por mim, que pertencem ao poema “Mar Português” de “Mensagem”, de Fernando Pessoa.

História da Maria

Era uma vez uma menina, de nome Maria, que desde o dia em que nasceu tem uma vida saudável e feliz. Ela tem as melhores notas na escola, tem uma boa família, tem bons amigos, tudo o que precisa. Até ao dia em que aos seus 17 anos de idade tem um grave acidente de viação com os seus pais. O acidente que esta família sofreu foi tão que grave que maria ficou paraplégica e os seus pais tiveram ferimentos graves, tudo isto por causa do outro condutor que ia bêbado e em contramão.

Desde o dia do acidente Maria passa a viver numa imensa solidão e infelicidade, pois ela passa a ter de andar de cadeira de rodas e a depender das outras pessoas principalmente dos seus pais. Ela tinha de fazer fisioterapia 3 vezes por semana e nesses três dias a mãe tinha de ir com ela, pois a menina não conseguia ir sozinha. Por todos os sítios que ela ia, ou onde quer que fosse ficava sempre triste pois haviam sempre barreiras que a impediam de fazer o que as outra pessoas faziam. O tempo foi passando, Maria ia crescendo sempre com a sua infelicidade e com raiva de ter ficado naquela situação e não conseguir sair dela. Vivia cada dia a pensar “Porque eu?” “Porque é que a vida é tão injusta?”. Maria sentia-se inútil, impotente por não ter as suas duas pernas e poder andar. Ela queria morrer, até porque a partir daquele acidente ela perdeu muitos amigos que pensava serem bons amigos, eles tinham pena dela, olhavam-na “de lado”.

Num dia, Maria, foi para a fisioterapia como em muitos outros dias depois de ter ficado dependente de uma cadeira de rodas, mas naquele dia foi diferente. Naquele dia tudo foi diferente, a rapariga conheceu um homem que também teve um acidente grava mas esse senhor ficou tetraplégico. A partir desse dia eles ficaram amigos e falavam sempre que e encontravam na fisioterapia.

Ao longo dos dias a amizade ia crescendo, mesmo ele sendo mais velho que Maria. Um dia eles conversavam e o senhor contou-lhe que se tivesse que pedir um desejo pedia para conseguir mexer os braços, nem que fosse só um para conseguir dar um abraço ao seu filho, mas mesmo não conseguindo ele não desistia de viver. Então, a Maria, pensou muito sobre o que o seu amigo tinha desejado e percebeu que afinal vale a pena viver, que tudo na vida acontece porque tem de acontecer. Ela sabia que não podia andar, mas que tinha dois braços e já podia fazer mais alguma do que o seu amigo. Maria, começou uma vida nova, a ver as coisas que aconteciam de outra maneira, tentar enfrentar as barreiras que a vida lhe reservava mas também as coisas boas. Ela começou de novo a ganhar confiança em si própria e ter outra vez a felicidade que tinha. A rapariga passou a viver a vida ao máximo da melhor maneira para ser feliz, porque para além de estar numa cadeira de rodas sente-se livre.

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