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Fichamento Do Livro Paulo Bonavides

Por:   •  3/8/2014  •  4.051 Palavras (17 Páginas)  •  6.509 Visualizações

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BONAVIDES,PAULO.Ciência Política.São Paulo;Malheiros,2011.Capítulo;1,3,4,5,6,8,9,10.

1º Capitulo: Ciência Política

1.Conceito de Ciência:

“A ciência, segundo Aristóteles, tinha por objetivo os princípios e as causas”.(p25)

“As quatro ciências fundamentais que a inspiração positivista, a Físico-Química, que estuda os fenômenos do mundo inorgânico; a Biologia, que se ocupados fenômenos do mundo orgânico; a Psicologia, que abrange os fenômenos do mundo psíquico; e a sociologia, que trata dos fenômenos do mundo social”.(p26)

“Separada a ciência da filosofia, sem graves atritos, aparecendo a primeira como ordem de conhecimentos parcialmente unificados e a segunda como conhecimento completamente unificado dos fenômenos que servem de objeto a toda atividade cognoscitiva, resta saber se è ponto pacífico a classificação das ciências daí resultante”.(p27)

“Segundo comte, as ciências não abstratas e concretas. As abstratas, que se ocupam das leis que governam os fatos elementares da natureza.””a aspectos particulares dos fenômenos, por exemplo, a geologia, a mineralogia em relação à física e à química, botânica e a zoologia, em relação a biologia, e assim por diante”.(p27)

“Por volta de 1850, acrescentou Comte uma sétima ciência fundamental – a Moral com respeito a esse prolongamento da série por Comte ,escreve Laubier: “Tendo por objeto o estudo do indivíduo, como a Sociologia o da Humanidade, a Moral considera no homem, não somente a inteligência e a atividade, como a sociologia, mas também o sentimento”.(p28)

“A classificação das ciências de Augusto Comte, estabelecendo a unidade do campo científico não foi acolhida com entusiasmo idealistas da Alemanha, tais as dúvidas que se erguiam acerca da natureza das ciências do homem, nomeadamente as ciências históricas, do espírito, da sociedade e da cultura”.(p28)

2. Naturalistas “versus” idealistas:

“Vê Ortega y Gasset em Dilthey o mais importante vulto da filosofia na segunda metade do século XIX”.(p30)

“Acontece, porém, que a obra de Dilthey, graças a influência que exerceu, aos detalhes que provocou, à intensidade com que suas teses são a cada passo reexaminadas e onde cada fragmento concentra como que um micro mundo de idéias, permitindo em toda linha e profundidade a mais ampla reaveriguação da história, faz que ele pertença, indubitavelmente, ao quadro dos pensadores mais vivos que agitaram a primeira metade do século XX”.(p30)

“Naquela obra inacabada, alteia-se, sobretudo, o livro que Dilthey não pode concluir e que tantas preocupações lhe causou no curso da vida”.(p30)

“De efeito, toda a força da originalidade de Dilthey se representa naquelas página inconclusas, naquela obra apenas esboçava que embora uma catedral gigantesca, cuja abòbada”.(p30)

“Berlim se torna centro da ciência histórica e Dilthey”.(p30)

“Respirando essas idéias, fez-se ele historiador”.(p30)

“Dilthey aparece aì para os idealistas como o valente emancipador”.(p31)

“Dilthey as aspirações intelectuais de sua obra: “Comecei a fundamentar as ciências particulares do homem,da sociedade e da história. Busco-lhes o fundamento e a conexão na experiência, independente da metafísica; pois os sistemas dos metafísicos decaíram, e apesar disso continua a vontade a exigir como sempre que propósitos firmes guiem a vida dos indivíduos presidam à direção da sociedade”.(p31)

“A teoria do conhecimento de Dilthey, como observou Glockner, se depara esse problema básico, de cuja solução tudo mais depende: o do entrelaçamento do mundo da experiência”externa”(natural) como o mundo da consciência “externa” (espiritual)”.(p32)

“Rickert as distribui também em dois ramos fundamentais: ciências da natureza e ciências da cultura.Lugares há na obra de Rickert onde suas idéias acerca do caráter das ciências da natureza são expostas com rara transparência limpidez”.(p35)

3. A Ciência Política e as dificuldades terminológicas:

“A ciência política è indiscutivelmente aquelas onde as naturezas mais afligem o estudioso”.(p37)

“ O material de que se serve assim o cientista social cria pela extrema mutabilidade de sua natureza, não

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