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Microeconomia E Macroeconomia; Métodos Quantitativos; Ética, Política E Sociedade; Seminário

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Por:   •  24/4/2014  •  2.528 Palavras (11 Páginas)  •  600 Visualizações

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SUMÁRIO

1 INTRODUÇÃO 3

2 DESENVOLVIMENTO 4

2.1 A Inflação 4

2.2 Taxa de Juros 4

2.3 Taxa de Câmbio 5

2.4 Medidas Descritivas 5

2.5 Números-Índices 8

2.6 Deflação de Dados 9

2.7 Ética 9

2.8 POLÍTICA 9

2.9 SOCIEDADE 10

2.10 LIMITES DA UTILIZAÇÃO DE ESTRATÉGIAS UTILIZADAS PARA CONQUISTA DO PÚBLICO DE GESTÃO ÉTICA NAS ORGANIZAÇÕES: 10

3 CONCLUSÃO 12

REFERÊNCIAS 13

1 INTRODUÇÃO

A pesquisa a seguir, tem o intuito de mostrar como funciona a Macroeconomia e Microeconomia no país através dos conceitos básicos, reportagens e comentários do autor da mesma sobre Inflação, Taxa de Juros e Taxa de Câmbio. Trás também um amplo conhecimento sobre Métodos Quantitativos como: (suas Medidas Descritivas, Números-Índices e Conceitos de Deflação); um desenvolvimento significativo em conceitos de Ética, Política e Sociedade; sobre tudo concretizando com informações de como se dá os limites da utilização de estratégias utilizadas para conquistar o público na manutenção de gestão ética nas organizações.

2 DESENVOLVIMENTO

2.1 A INFLAÇÃO

Inflação é o aumento persistente e generalizado dos preços, resultando em uma perda do poder de compra da moeda. Ela possui autonomia para se auto-alimentar por meio de reações em cadeia (a elevação de um preço “puxa” a elevação de outros), configurando a chamada “espiral inflacionária”. A Inflação tem basicamente duas causas: inflação de custos e Inflação de demanda (SANDRONI, 1999; VASCONCELLOS; GARCIA, 2006). Podemos verificar a influência desta sobre a economia através da mídia: “O aumento da inflação tem assustado os analistas do mercado, na última medição realizada pelo IBGE, a variação de preços superou o teto da meta de 6,5% no acumulado dos últimos 12 meses. O número foi o suficiente para que o Comitê de Política Monetária do Banco Central (Copom/BC) decidisse, de forma não unânime, em elevar a taxa básica de juros da economia de 7,25% para 7,5%. A tentativa é controlar a inflação ao suprimir a demanda por consumo e financiamentos.”

O governo precisa escolher qual desequilíbrio vai combater de imediato, crescer a qualquer custo ou combater a inflação, sendo que a inflação é o maior custo para o crescimento.

2.2 TAXA DE JUROS

Taxa de Juros é a remuneração paga pelo uso do dinheiro, podendo ser tanto o rendimento de uma aplicação quanto o juro a ser pago em um financiamento. Veja um exemplo pela mídia: “O Banco Central (BC) elevou a taxa básica de juros de 8,5% para 9% por ano, seu maior nível desde março do ano passado, esta é a quarta alta consecutiva dos juros desde que o BC admitiu em abril sua preocupação com o aumento da inflação. O anúncio foi feito em comunicado pela instituição após uma nova reunião periódica dos membros de seu Comitê de Política Monetária (Copom), que aprovaram a decisão de forma unânime e a justificaram pelos temores e relação à inflação.”

Elevar a taxa de juros irá desestimular o consumo e estimular as aplicações financeiras, isso no âmbito familiar afeta o interesse de adquirir um bem á longo prazo, pois as taxas aumentam muito as prestações, inibe o consumo e desacelera a economia no país sem deixar que os preços subam.

2.3 TAXA DE CÂMBIO

Taxa de câmbio é o preço de uma moeda estrangeira medida e unidades ou frações (centavos) da moeda nacional, no Brasil, a moeda estrangeira mais negociada é o dólar dos Estados Unidos, fazendo com que a cotação comumente utilizada seja a dessa moeda. “SÃO PAULO/BRASÍLIA, 22agosto (Reuters), A mídia reporta que: “O Banco Central decidiu intervir diariamente no mercado de câmbio, com a injeção potencial de 60 bilhões de dólares no mercado até o fim do ano, em meio à disparada da cotação da moeda norte-americana, na maior intervenção deste tipo desde o auge da crise internacional em 2008”.

O Banco Central está fazendo um investimento em longo prazo, injetando dólares no mercado com a intenção de conseguir uma queda na cotação da moeda, forçando baixar o preço, deixando a economia do país mais saudável.

2.4 MEDIDAS DESCRITIVAS

2.4.1 Medidas de Tendência Central: É um valor que representa uma entrada típica

ou central, de um conjunto de dados. As Três medidas de tendência central mais usada são a média, a mediana e a moda.

2.4.1.1 Média: é uma medida de tendência central, pois, a partir dela, é possível

se verificar o quanto cada elemento está próximo ou distante, acima ou abaixo de seu valor. Existem várias médias possíveis de serem calculadas, como a aritmética e a ponderada, por exemplo, a mais comum é a denominada aritmética, devido a sua simplicidade de cálculo e ao fato de não levar em consideração diferenças de pesos que os elementos possam ter entre si, ela representa a divisão da somatória dos valores observados pela quantidade de valores;

2.4.1.2 Mediana: é o conjunto de dados que fica no meio quando as entradas são

colocadas em ordem crescente ou decrescente, se o conjunto de dados tiver um número par de entradas, a mediana será a média entre os dois pontos que estiverem no meio do conjunto. ponto no qual é dividida a população ou a amostra estudada em duas partes iguais, o fato é que, a partir dela, haverá 50% para baixo;

2.4.1.3 Moda: é o ponto onde há maior concentração de elementos, ou seja,

agrupamentos de elementos de valores similares. O conjunto de dados é aquela entrada que ocorre com maior freqüência, se nenhuma entrada é repetida, o conjunto de dados não possui moda e se duas entradas ocorrem com a mesma freqüência elevada, cada entrada é uma moda e os dados são chamados de bimodais.

2.4.2 Medidas de Dispersão:

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