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O CONTEXTO ECONÔMICO ATUAL DO BRASIL

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Por:   •  7/10/2013  •  7.105 Palavras (29 Páginas)  •  306 Visualizações

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SISTEMA DE ENSINO PRESENCIAL CONECTADO

TECNOLOGIA EM GESTÃO DE RECURSOS HUMANOS

O CONTEXTO ECONÔMICO ATUAL DO BRASIL

SÃO BENTO DO SUL

2012

O CONTEXTO ECONÔMICO ATUAL DO BRASIL

Trabalho acadêmico, apresentado ao curso de Tecnologia em gestão de Recursos Humanos à Universidade Norte do Paraná - UNOPAR, como requisito parcial para a obtenção de média bimestral nas disciplinas de Relações Interpessoais, Teorias Da Administração, Análise Econômica e Social e Tecnologia e Desenvolvimento Humano, sobre orientação dos Professores, Elisete Alice Zanpronio De Oliveira, Ulysses Januzzi, Joenice Leandro Diniz e Henry Nonaka.

São Bento do Sul

2012

Introdução

O período recente é caracterizado por uma grande transformação, tanto na economia nacional como na mundial. A economia do Brasil esta cada vez mais sólida. Até o presente momento o Brasil deu inteligentes sinais de como é possível driblar a crise econômica, por meio de redução de impostos em determinados setores da economia. O governo de Dilma Rouseff avança cada dia mais para consolidar sua posição econômica e tornar se um país socialmente mais justo, através de alguns programas como o PAC. Mesmo com a crise internacional, que atinge o Brasil indiretamente, o governo esta conseguindo manter seu pulso firme e dando prioridade as questões internas.

Na região de Santa Catarina, a economia é bastante diversificada, no território são desenvolvidas atividades econômicas no ramo da indústria, extrativismo (animal, vegetal e mineral), agricultura, pecuária, pesca e turismo. A indústria catarinense é muito avançada. Milhares de pessoas são empregadas nos grandes pólos industriais instalados em pontos estratégicos do Estado com grandes parcerias, como por exemplo, a instituição citada neste trabalho, o SESI que caminha lado a lado com a responsabilidade social no Brasil, pois é um agente de transformação e tem se dedicado a atender aos trabalhadores da indústria com o máximo de atenção, zelando pelo seu bem-estar e saúde. Tudo partiu de uma visão simples: as pessoas são a força matriz e razão para as indústrias existirem; o resto é maquinário.

1. ANÁLISE ECONÔMICA E SOCIAL

Depois do baixo crescimento econômico brasileiro das últimas décadas do século XX, os anos 2000 mostraram uma extraordinária vitalidade da economia. O Brasil conseguiu finalmente se acoplar ao desempenho mundial, crescimento econômico e redução da pobreza e da desigualdade social.

Isso só foi possível, graças à compreensão adotada pelo governo federal, relativa à geração e sustentação do desenvolvimento econômico e a adoção de inovadoras medidas. Após a posse do primeiro governo Lula, houve o combate ao ataque especulativo, visando recuperar o controle da situação macroeconômica, eliminação dos juros, controle fiscal, mini reformas tributárias e previdenciárias e felizmente não ficamos somente nisso, ainda que alguns desejassem. Se assim fosse teríamos apenas repetido o desenvolvimento macroeconômico pós 1994, com controle inflacionário, mas com crescimento e vulnerabilidade externa.

Em paralelo as políticas macroeconômicas, foram introduzidas notificações importantes em um conjunto de outras políticas e ações públicas. Na política externa deu-se prioridade a América do Sul, foram valorizados os BRICS e os países do Sul, reconhecendo o multilateral ismo e as novas dimensões mundiais e efetivou-se a participação criativa do país na União das Nações Sul Americanas ( Unasul e G20). Passou-se também a dar maior importância ao mercado interno, com o apoio a expansão do crédito ( inicialmente por meio do consignado), ao combate a pobreza e a valorização do salário mínimo. E a partir de 2006 consolidaram se mudanças nas políticas econômicas e de desenvolvimento, por meio da redução da vulnerabilidade externa e elevação das reservas internacionais, do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), da ampliação da capacidade de formulação e gestão do estado e de estímulos monetário e fiscal temporários, com aceleração sustentada no crescimento econômico.

Porém a gravidade da crise européia também preocupa os países emergentes. Ao contrário de décadas passadas, quando a instabilidade das economias menos desenvolvidas contagiava as mais avançadas e necessitavam o resgate dos organismos multilaterais, agora os emergentes temem a contaminação dos problemas sofridos pelos ricos.

Mesmo com fundamentos econômicos sólidos, o Brasil não esta imune a crise. As linhas de crédito para a importação e exportação brasileira, em bancos europeus, diminuíram e estão mais caras. Nossos exportadores já buscam financiamentos nos bancos americanos e asiáticos, que tem muita liquidez, mas passaram a exigir mais garantias, porque sabem que as vendas das empresas para o exterior vão recuar com a desaceleração da economia dos países desenvolvidos.

Os sinais da crise do ouro já apareceram na China e podem trazer conseqüências para o Brasil, porque o país asiático é um grande importador de nossas matérias primas. O dado preliminar sobre a atividade manufatureira na China recuou em setembro, indicando o enfraquecimento da demanda mundial pelos produtos Chineses.

O Brasil além da China, Rússia, Índia e a África do Sul, que formam o grupo dos países emergentes, chamado BRICS, se reuniram em Washington em setembro, para negociar uma ajuda conjunta a Europa, como a compra de títulos do fundo Europeu de Estabilidade Financeira. Mas ficou claro que os cinco

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