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O Que é Investimento E Como Ele Se Forma Na Economia?

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Por:   •  25/3/2014  •  4.176 Palavras (17 Páginas)  •  266 Visualizações

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O que é investimento e como ele se forma na economia?

Investimento é a acumulação de algum tipo de recurso (dinheiro ou títulos) com a expectativa de receber algum retorno futuro (juros ou lucros, em geral ao longo prazo).

O que é investimento e por que investir?

Ao assistir um noticiário, ler uma revista ou jornal, deparamo-nos com milhares de reportagens que utilizam termos supercomplicados sobre investimentos. Mas antes de tentar entender esses termos, a pergunta é: O que é investimento e por que nós investimos ou devemos investir? Você saberia responder?

Na verdade, esse termo “investimento” está empregado de maneira errada. Na teoria econômica há uma pequena diferença entre investimento e poupança.

Quando acessamos o Home Broker ou ligamos para um corretor e damos uma ordem de compra de 1k de ações da Petrobrás, por exemplo, estamos apenas poupando. No entanto, quando adquirimos um novo bem de capital, isto é, bens que geram novos bens (riquezas), de fato investimos.

Isso porque quando compramos ações, títulos ou qualquer outro ativo financeiro aumenta-se a poupança nacional e quando se compra novas máquinas ou terrenos para aumentar a produção caracteriza-se investimento, agregando-se valor à produção do país.

Pode-se entender facilmente por que, na visão macroeconômica, a poupança (sua carteira de ações, por exemplo) não gera efetivamente renda ao país, visto que seu cálculo é dado pelo total da produção nacional subtraído o consumo das famílias e os gastos do governo. Entretanto, a ampliação da capacidade de produção de uma fábrica é um fator de aumento no PIB nacional, o que leva a um aumento efetivo de riqueza do país.

Mas, por pura convenção e pelo fácil entendimento do público, o termo investimento é usado quando nos referimos a qualquer aquisição de ativos financeiros.

Em resumo, investimento (poupança) é a privação do uso de recursos disponíveis hoje para receber um valor superior no futuro. Neste “receber um valor superior no futuro” está implícito o conceito de juros, que nada mais são do que o prêmio por abrir mão desses recursos hoje (discutiremos isso com mais detalhes nos próximos artigos!). E vale ressaltar também que dentro do termo juros está embutido outro prêmio extra pelo risco que corremos de não receber de volta o valor investido.

Partindo dessa ideia de juros, podemos discutir dois termos muito comuns em economia e finanças. O primeiro é “valor do dinheiro no tempo”, ou seja, 1.000 unidades monetárias hoje não serão iguais a 1.000 unidades monetárias no futuro. E o outro termo é “custo de oportunidade” que, grosso modo, é o que você perderia ou ganharia se estivesse comprado em outro ativo.

Enfim, partindo para a segunda questão exposta: Por que nós investimos ou devemos investir? Por que existem pessoas no mundo todo que gastam tempo e dinheiro, como muitos de vocês, para entrar nesse negócio tão complicado?

A resposta seria bem simples: ganhar mais dinheiro. Mas será que é só isso mesmo? A resposta é não. Existem “n” motivos para se investir que pode variar de pessoa para pessoa.

Ganhar mais dinheiro pode ser o objetivo mais primitivo, mas a verdade é que todos nós pensamos em investir para, por exemplo, comprarmos uma casa quando casarmos, pagarmos a faculdade de nossos filhos, fazermos um tratamento de saúde, termos uma aposentaria tranquila, para nos sentirmos mais confiantes perante nossos amigos e família, ter a sensação maravilhosa de fechar uma posição ganhadora ou, simplesmente, o frio na barriga quando erramos o pé e diminuímos nosso capital em alguns minutos.

São inúmeros motivos além do aumento do patrimônio e seria impossível listá-los todos aqui. Porém, hoje em dia, você pode encontrar, na internet ou em livros, diversos títulos sobre o assunto. Uma sugestão é o livro “Aprenda a Operar no Mercado de Ações” que foi escrito por Alexander Elder – grafista formado em Psiquiatria – e é de grande valia para a compreensão da psicologia do mercado e os motivos pelos quais as pessoas investem, sobretudo em ações.

O que é investimento financeiro?

Investimento no qual se aplicam capitais em empresas, empréstimos, compra de ações e obrigações, títulos de crédito, etc., com o objetivo de obter um retorno futuro superior ao aplicado, normalmente a longo prazo.

É um fluxo que vem renovar ou aumentar o stock de capital a aplicar no processo produtivo, no qual as possibilidades de financiamento para realizar os investimentos económicos podem resultar: da acumulação de capitais, conseguida individualmente pelos proprietários das empresas ou resultante do autofinanciamento, da entrada de novos interessados ou do recurso ao crédito.

O que são investimentos financeiros e os tipos de investimentos

Fundo de investimento, caderneta de poupança, CDB e RDB, Títulos os Públicos, Clubes de Investimentos e outros tipos de investimentos financeiros.

Os investimentos financeiros são alternativas para aqueles que desejam guardar algum dinheiro e realizar poupança para a aposentadoria, uso futuro em caso de necessidades, entre outros. O hábito de investir não é tão grande no Brasil, geralmente temos hábitos de fazer empréstimos e financiamento e não o contrário. Mas há inúmeras opções de investimentos financeiros com bons resultados e para todos os perfis, seja ele moderado, conservador ou agressivo. As principais modalidades de investimentos são os fundos de investimentos, a caderneta de poupança, ações, ouro, títulos da dívida pública, entre outros. Conheça abaixo cada um deles:

Fundo de investimento

Também pode ser denominado por comunhão de recursos financeiros, isto é, todo o valor investido é utilizado na compra de bens, seja mobiliários ou títulos, que são todos passados ao investidor. Por tanto, o fundo de investimento é uma poupança aplicada, em que qualquer pessoa, física ou jurídica pode realizar, porém sempre por intermédio do banco ou gestora de fundos de investimentos.

Os fundos de investimentos são classificados de acordo com o tipo de investimento, normalmente usa-se os termos conservador, moderado ou ousado para identificar o perfil do investidor e assim escolher o fundo mais adequado.

Principais características:

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