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Planejamento Social

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Por:   •  30/5/2014  •  2.262 Palavras (10 Páginas)  •  450 Visualizações

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O presente trabalho tem como tema a elaboração de um planejamento participativo a partir da constatação de condições sociais junto a intervenção profissional que favoreça o bem estar social. Queremos contudo atingir o objetivo traçamos uma meta de acordo com que nos foi proposto de “Planejamento e Gestão”, com o mapeamento escrito de todas as etapas para no final do trabalho desenvolver um planejamento usando como tema “A SITUAÇÃO DO IDOSO NO BRASIL.

2.0 - PLANEJAMENTO PARTICIPATIVO A PARTIR DA CONSTATAÇÃO DE SITUAÇÕES SOCIAIS DE INTERVENÇÃO PROFISSIONAL FAVORENCENDO O BEM ESTAR HUMANO 

A definição de um Planejamento é um processo de busca de equilíbrio entre recursos e objetivos a serem alcançados, visando melhor funcionamento das instituições. O ato de planejar é sempre processo de organização e reflexão, de tomada de decisão sobre as ações do processo de previsão de necessidades e racionalização de emprego de recursos: materiais, financeiros, humanos e recursos disponíveis a serem aplicados, objetivando a concretização em prazos determinados e etapas definidas, a partir dos resultados das avaliações.

E isto é suma importância para o desenvolvimento do trabalho do profissional do Serviço Social, e para isto é fundamental que o trabalho conte com uma equipe ideológica de transformar da realidade, ou seja, dever político de mudanças das estruturas sociais e realizar intervenções com qualidade, uma vez que esta profissão atue diretamente na realidade da sociedade nas mais variadas formas de expressar as questões sociais e buscar a justiça social.

3.0 - O PORQUE DO PLANEJAMENTO PARTICIPATIVO?Quando se trata da importância de um planejamento educacional, destaca-se tratar da escola, e refere-se também a ação social, a política, o sindicalismo, a religião e suas manifestações, e o governo. A relação da escola com a sociedade surge correntes filosóficas, cientificam, ideológicas, e o senso comum, que possuem verdades para explicar a realidade.

Para o autor a necessidade de um planejamento educacional, aponta uma interpretação ingênua e usual sobre escola-sociedade. Que ''boa escola se tem bons cidadãos e boas pessoas'' ou seja, ‘se não tem uma boa educação, não há uma boa sociedade. '' Quando se trata de educação na verdade esta investindo, na formação de mão de obra, para o desenvolvi memento de uma sociedade, porque pode ajudar na escola, na igualdade social, numa sociedade de desigualdades Segundo o autor Danilo Gandin, quando se pensa na relação da escola e sociedade há diversos pensamentos, de acordo com a necessidade de planejamento para a área educacional na qual ele mesmo se propôs a elabora um roteiro de planejamento para os diretores de escola e dirigentes de outras instituições.  Suas interpretações são:  * Quando bem conduzida à educação a um bom andamento social, bons cidadãos, boas pessoas produzindo uma boa sociedade, quando se não tem uma boa educação não há uma boa sociedade. Tal interpretação esta ligada as pessoas conservadoras e professores que buscam seu trabalho na integração de jovens aos valores sociais. 

* Em vez de escola a sociedade ligada à harmonia e o consenso, nesta interpretação o critério usado é o desenvolvimento de forma mais ousada e claramente expressa, nesta interpretação alinham-se os economistas e pessoas interessadas em crescimento econômico e professores menos idealistas. É oposta no que diz respeito ao entendimento sobre a relação escola – sociedade, nesta interpretação relata que a escola é simplesmente uma função da sociedade. Por que cada sociedade tem hierarquia de valores, tem seu projeto pedagógico global e sua própria prática educativa.

O homem por natureza instintivamente tem a necessidade de convívio social por meio de estabelecer-se por existência e até mesmo de sobrevivência, trazendo consigo estabelecer-se na política e na econômica. Esta necessidade vem da sua própria natureza de existência e de sobrevivência, podendo destacar estas características nas civilizações mais primitivas ou até mesmo na era globalizada.

Mesmo na atualidade, o instinto de sobrevivência nos permite buscar relações sociais de cunho proveitoso, a fim de resolver os problemas que nos atinge em diversos setores, sendo ele o social, político e econômico.

Uma das relações sociais de convívio é o planejamento, sendo uma das vertentes o planejamento participativo, pois ele se baseia nas considerações atuais, isto é, em um diagnostico para buscar metas futuras e estabelecer um bem estar social, desta maneira desenvolvendo ferramentas que possa ajudar nesta empreitada. participativo sempre devemos ter uma preocupação eminente com o futuro, com o rumo da organização, assim buscando estratégias, assumindo um objetivo especifico como um foco.

Mesmo estabelecendo objetivos, eles não podem ser estáticos, pois isto limitaria muito a criatividade de produção e a desenvoltura diante um dificuldade, assim um objetivo deve traçar um caminho, mas sempre deve possuir diversos rumos e opções, de acordo com o andamento do projeto, deixando ele mais maleável e menos estático.  Bordenave e Carvalho explicam as fases do projeto do planejamento participativo elencando quatro fases, sendo ela: Conhecimento da realidade, decisão, ação e critica. O conhecimento seria o diagnóstico e o prognostico do projeto, a decisão seria a otimização e a locação de recursos disponíveis e as estratégias de trabalho com as diversidades, deixando por ultimo a ação, que seria a parte pratica, de implementação, que é traduzidas em mais três grupos, sendo eles, de planos, programas e projetos.  Umas das partes mais complicadas do planejamento participativo estão no acompanhamento, no controle e na avaliação. 

4.0 - A IMPORTANCIA DO PLANEJAMENTO PARA O TRABALHO DO ASSISTENTE SOCIAL

Para o trabalho do profissional do serviço social o planejamento e de suma importância, e para que isso ocorra deve-se contar com uma equipe que tenha uma ideologia de transformação da realidade, ou seja, dever político de mudanças das estruturas sociais e realizar intervenções com qualidade, já que esta profissão atua diretamente na realidade social da população nas mais variadas expressões da questão social e buscar a justiça social.

5.0 - ETAPAS DO PLANEJAMENTO: * PREPARAÇÃO: A etapa é totalmente necessária e o objetivo da preparação é promover e analisa os pontos básicos: científico e participativo, facilitando as etapas seguintes. Sugere-se que nesta etapa ocorra um aprofundamento com os participantes: quais os níveis do planejamento e como transforma-lo em realidade, e com o esquema de um processo de planejamento.

* ELABORAÇÃO DO PLANO GLOBAL DE MÉDIO PRAZO: Começa com a elaboração de um marco referencial, começando simplesmente questionando aos participantes e elaborado. Elaborar um marco referencial (individualmente) e pedir para trazerem uma elaboração do marco referencial.   Recolhendo as respostas pessoais e o resultado deve ser multiplicado com cópias para cada participante. Em seguida organizando em plenário onde os textos são lidos sem ser comentados ou debatidos, a equipe deve antes de ler explicar como realizou o trabalho. Com a avaliação dos textos organiza-se pequenos grupos estes avaliam o que está bom e o que não está bom, em um determinado texto escolhido para servir a instituição como marco referencial.  Em plenária e apresentado oralmente sua avaliação levando em conta as observações e opinião global. Lembrar que não é bom debater, porque o debate provoca concepção individual e não do grupo.  Redigindo o debates e retoma-se ao plenário para que defina-se e se encerre ou não a elaboração do marco referencial.

* MARCO REFERENCIAL: É o ideal para quanto o que é realidade global, aonde e o que pretendemos alcançar neste contexto e como devera ser a nossa ação para buscar o que pretendemos qual a finalidade, sem perca de tempo.  

DIAGNÓSTICO: É a comparação entre o ideal do quer deve ser e o real. Até que ponto está contribuindo para que o mundo humano seja como pretendíamos que fosse? Quais as causas dos fracassos? Quais as causas dos sucessos? A que distância está nossa instituição do ideal que dela fizemos? O que aumenta essa distância? Quais as causas dessa distância? O que já existe que ajuda a diminuir essa distância?

PROGRAMAÇÃO: É a proposta de ação, ou seja, o que fazemos no decorrer do plano as orientações da ação e ações concretas para contribuir mais na direção do que pretendemos alcançar e para diminuir a distância entre o ideal e o real de nossa instituição? Na busca de identidade e a base sociológica, filosófica, psicológica, pedagógica. 

2. MARCO SITUACIONAL: Descrição e julgamento do mundo nos aspectos sociais, econômicos, políticos, culturais, religiosos e educacionais. Nas quase os pontos que terão destaque são os que o grupo julgar que merecem. O próprio fato de ressaltar alguns aspectos e ignora-lo é subjugá-los.

* MARCO DOUTRINAL: A doutrina deve ser enunciada a respeito do homem e da sociedade. É preciso ter clareza sobre o que se pretende com o esforço que se faz. Por isso, a descrição de uma sociedade ideal e de um homem ideal, não existente (talvez nem possíveis em todos os aspectos e/ou em todos os lugares e/ou em todos os momentos), é fundamental, porque, a partir daí, todo esforço terá uma direção clara.  * MARCO OPERATIVO: O marco doutrinal se situa no nível dos fins, enquanto o marco operativo se situa no nível dos meios. Convém ressaltar que não se trata de propor as ações concretas que se vai realizar (isto é conteúdo de programação), mas de enunciar os grandes posicionamentos que guiarão a ação da instituição como um todo e das pessoas que compõem seus quadros.  PRÁTICA TRANSFORMADORA: Com a elaboração do trabalho concluímos que o planejamento participativo surgem-se mudanças e transformações ao se planejar e inovações junto as praticas definidas, ainda que não se saiba exatamente quanto ao funcionamento do trabalho em equipe, logo notamos que as instituições se desenvolvem e produz ao longo do seu dia a dia, sabendo que o planejamento é um instrumento de intervenção na realidade e caminhos para que todos os agente sociais apresentem demandas e soluções para que atendam as necessidades que afetam a sociedade: e para o assistente social trabalha com a questão social tem seu papel no planejamento,, planejar, executar e estimular ações de qualidade de enfrentamento da questão social, o planejamento é um instrumento, basta termos iniciativa e persistência.

6.0 - ELABORAÇÃO DE PLANO SETORIAL DE CURTO PRAZO SOBRE O TEMA: “A SITUAÇÃO DO IDOSO NO BRASIL”  A população idosa está em franco crescimento, demandando ações de caráter protetivo e de preservação de qualidade de vida. Este trabalho versa sobre os direitos da população idosa, do lugar social ocupado pelos mais velhos em nossa sociedade.

A implementação de muitas das propostas de atenção ao idoso no Brasil, envolve o exercício profissional do assistente social que, ao realizar ações de caráter interventivo, favorece à população idosa ao acesso á informações, a prestação de serviços sócio assistencial, fortalecendo sua condição de ser cidadão. A inclusão social é temática, bastante ampla e complexa.

Destaca-se que vivemos em uma sociedade onde os direitos sociais são identificados como favor, como tutela, como um benefício e não prerrogativa para o estabelecimento de uma vida social digna e de qualidade. Mesmo estabelecidos em lei, a direção dada pelos responsáveis pela garantia dos direitos nem sempre é direcionada para sua efetivação.

O caminho para e inclusão social corre paralelo a discussão do direito e da proteção social. A inclusão, portanto, significa fazer parte, se sentir pertencente como pessoa humana, singular e ao mesmo tempo coletiva. Os direitos estabelecidos no Estatuto do Idoso, que indicam e fortalecem a inclusão social:

Direito a Vida; Direito a informação; Direito a vida familiar, a convivência social e comunitária; Direito ao Respeito; Direito a preservação da autonomia; Direito de acessar serviços que garantam condições de vida

Direito de participar, opinar e decidir sobre sua própria vida, viver com dignidade, com acesso aos bens e serviços socialmente produzidos. Os Idosos são frutos de sua experiência de vida, enquanto há vida, existe a possibilidade de aprender, de rever posturas e de conquistar Direitos.

7.0 - PROPOSTAS DE AÇÃO PARA SANAR PROBLEMAS APRESENTADOS PELO DIAGNÓSTICO

Fazer com que o idoso esteja em convívio familiar e em sociedade desenvolvendo ideias, troca de experiência, conhecimento, troca de afetos. E promover encontro com os grupos de terceira idade, onde se estimula o pensar, dar, fazer, reformular e até aprender. As atividades em grupo são importantes para melhora da sua qualidade de vida, mas para que isso ocorra e tenha melhor desenvolvimento, o idoso precisa ter vontade própria de participar do grupo.

 .   PROMOVER A INCLUSÃO DO IDOSO NA SOCIEDADE

OBJETVO ESPECIFICO AÇÃO TEMPO RESPONSÁVEL PARCERIA

* Conscientizar a valorização Inclusão a 3º idade Curto Prazo Equipe Amarela: Força Jovem

Valorização do Idoso Informes e Divulgação   Rose  

         

* Orientar sobre a Visita técnica Curto Prazo Equipe Vermelha: Sistema Médico

mobilidade Domiciliar   Isomar da Familia

        Núcleo UBS

* Incentivar a oportunidade Central Atendimento de Curto Prazo Equipe Azul: Fundação Viva

Inclusão, emprego e lazer Distribuição e Ouvidoria   Angélica Central Melhor idade

        Com a elaboração do trabalho concluímos que o planejamento participativo surgem-se mudanças e transformações ao se planejar e inovações junto as praticas definidas, ainda que não se saiba exatamente quanto ao funcionamento do trabalho em equipe, logo notamos que as instituições se desenvolvem e produz ao longo do seu dia a dia, sabendo que o planejamento é um instrumento de intervenção na realidade e caminhos para que todos os agente sociais apresentem demandas e soluções para que atendam as necessidades que afetam a sociedade: e para o assistente social trabalha com a questão social tem seu papel no planejamento,, planejar, executar e estimular ações de qualidade de enfrentamento da questão social, o planejamento é um instrumento, basta termos iniciativa e persistência. 

10.0 - BIBLIOGRAFIA:  Livro: GANDIN, Danilo. A prática do planejamento participativo: na educação e em outras instituições, grupos e movimentos dos campos cultural, social, político religioso e governamental. 19ª ed. Petrópolis, RJ Vozes, 2011. 

Endereços eletrônicos:  Mendes Barbosa S. S. R. Márcia, Gusmão de Lima Josiane, Faro e Mancussi Cristina Ana, Leite O. de Burgos Cássia de Rita. A situação social do idoso no Brasil: uma breve consideração, pp. 423-426.  HTTPS://docs.google.com/viewer?a=v&pid=explorer&chrome=true&srcid=0B615vhmWOCF-MzRhMjFlYjctNTM5OC00NWVhLThjM2MtNTlhZDA1MTU5NGY1&hl=en_US> . Acesso em: 03 abril. 2012 às 15h00min

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