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RESUMO LIVRO A LUTA PELO DIREITO

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Por:   •  28/10/2014  •  3.762 Palavras (16 Páginas)  •  542 Visualizações

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CURSO DE DIREITO

Turma: M4

AMANDA URIAS SANTOS

ANA CAROLINA DE FREITAS INACIO

DANDARA MIKAELLY BAILONA

DANILO BARROS MENDONÇA

FERNANDA DE OLIVEIRA SOUZA

LARISSA KRISTINA C. VASCONCELOS

VITOR SILVA RÉZIO

Goiânia

2014

SUMÁRIO

Prefácio de Clovis Bevilaqua

Advertência do tradutor espanhol

Prefácio do tradutor português

Prefácio da tradução espanhola

I ---- Introdução

II ---- O interesse na luta pelo direito

III ---- A luta pelo direito na esfera individual

IV ---- A luta pelo direito na esfera social

V ---- O direito alemão e a luta pelo direito

OBJETO DE ESTUDO E OBJETIVO DO AUTOR COM A OBRA

Nos primeiros capítulos, o que o autor pretende mostrar é a importância que o povo tem de fazer valer os seus direitos, principalmente, de tê-los valorizados diante de quaisquer circunstâncias os seus direitos no meio em que vivem, para evitar que possíveis desvios ou restrições ocorram na sociedade, pois, esta evolução do processo de construção do conhecimento que ocorreu lentamente ao longo dos anos, é a prova concreta da luta do povo, fazendo valer os seus direitos contra as injustiças e opressões daqueles que detém o poder, visando exclusivamente o seu próprio bem estar ou beneficio.

Na segunda parte, o autor exemplifica sua argumentação para mostrar a importância de saber lutar pelos seus direitos, quando o mesmo tiver sido atacado ou desprezado por uma pessoa, cabendo reivindicá-los sempre que forem necessários evitando suprimir ou calar-se diante dos problemas, pois, para o autor, a negação dos seus direitos também, consiste em omitir-se perante um fato que tenha visto (ou presenciado em uma determinada situação) como, por exemplo: quando um Juiz que dotados de poderes deixa de julgar algo, sem verificar (ou analisar) por completo o fato, que segundo a norma jurídica, o mais viável seria admitir como favorável a sentença que o mesmo esteja tentando negar, ou seja, isto também pode ser considerado como uma omissão dos seus ou dos direitos do outro.

Vale destacar, que diante de uma possibilidade de confronto ou de um momento já estabelecido de luta entre os indivíduos, entraria a atuação do direito, visando tentar restabelecer a paz e a harmonia dentro da sociedade, pois, na concepção do autor Ihering as lutas pelos nossos direito são importantes por vários fatores:

Primeiro, porque permite aumentar os laços afetivos entre os grupos que estão defendendo a mesma causa, pois, essa união poderá ajudar na concretização e incorporação das suas ideias, por parte do direito, contribuindo para aperfeiçoar as normas jurídicas dentro da mesma; Segundo, quando optamos por não realizar uma luta, estamos negando os nossos próprios direitos de reivindicar ou questionar sobre algo que não esteja totalmente de acordo, por isso, alguns idealizadores acreditam que este ato de covardia, caso perpetuasse entre os outros membros, posteriormente esta atitude poderia trazer sérias consequências para direito e uma delas seria, que sem a ação do indivíduo, o sistema jurídico perderia o seu poder de vigor, de mediação e de atuação sobre os mesmos, fazendo com que o próprio sistema jurídico entrasse em crise pelo fato, dele existir unicamente para defender os interesses e bem estar do povo. E, a terceiro, sendo a moral a razão por motivar o sentimento de dor de um indivíduo, cuja sua honra tenha sido atacada ou ameaçada, caberia à própria pessoa lutar e defender pelos seus próprios direitos e ao direito fazer a mediação e o juízo destas prerrogativas. Portanto, o autor pretende mostrar que a luta pelo direito é um dever do interessado para consigo próprio e a sua defesa tem grande importância para nossa sociedade, porque visa garantir a proteção dos seus direitos. A força e a consolidação do instrumento jurídico no direito se estabelecem a partir desta relação com a luta, cujo seu objetivo é tentar proporcionar a paz (ou a harmonia) na civilização, em que a construção do direito consiste em um trabalho constante não somente por parte dos poderes públicos ou privados, mas, pela nação inteira, pois, a luta é a grande responsável por dá vida ao direito.

RESUMO DA OBRA

TITULO I

O fim do direito é a paz, o meio de que se serve para consegui-lo é a luta. Enquanto o direito estiver sujeito às ameaças da injustiça, ele não poderá prescindir da luta.

O direito não é uma ideia lógica, porém ideia de força; é a razão porque a justiça, que sustenta em uma das mãos a balança em que pesa o direito, empunha na outra a espada que serve para fazê-lo valer.

A espada sem a balança é a força bruta, a balança sem a espada é o direito impotente, completam-se mutuamente: e, na realidade, o direito só reina quando a força despendida pela justiça para empunhar a espada corresponde à habilidade que emprega em manejar a balança.

O direito é o trabalho sem tréguas, e não somente o trabalho dos poderes públicos, mas sim o de todo o povo, se passarmos um golpe de vista em toda a sua história, esta nos apresenta nada menos que o espetáculo de uma nação inteira despendendo ininterruptamente para defender o seus direito penosos esforços, como os que ela emprega para o desenvolvimento de sua atividade na esfera da produção econômica e intelectual.

Todo aquele que tem em si a obrigação de manter o seu direito, participa neste trabalho nacional

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