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SERVIÇO SOCIAL ATPS - PSICOLOGIA SOCIAL Relatório Apresentado Pelos (as) Alunos (os) Do Serviço Social 3° Semestre, à Universidade Anhanguera - Uniderp, Para A Obtenção Parcial De Nota Da Disciplina, De Psicologia. Com O Prof. (a) Helenrose A. D

Por:   •  23/8/2014  •  1.647 Palavras (7 Páginas)  •  665 Visualizações

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SERVIÇO SOCIAL

ATPS – PSICOLOGIA SOCIAL

Relatório apresentado pelos (as) alunos (os) do Serviço Social 3° semestre, à Universidade Anhanguera - Uniderp, para a obtenção parcial de nota da disciplina, de Psicologia. Com o Prof. (a) Helenrose A. da S. Pedroso Coelho.

CASSILANDIA-MS

30 DE ABRIL DE 2014

A INVISIBILIDADE, ALIADA AS DESIGUALDADES SOCIAIS.

Neste relatório, buscamos ressaltar e analisar a experiência individual da desigualdade social. Considerando o ponto de vista, de quem passa por esta desigualdade na vida cotidiana, que sofrem psicologicamente afetando seus valores. Ao final deste trabalho foi feito entrevistas que foi desenvolvida com um funcionário público e uma empregada doméstica que exercem seu trabalho em prol da nossa cidade, favorecendo limpeza e bem estar a todos. E sim ao concluirmos iremos entender melhor a questão.

Dentro deste tema, pesquisamos sobre humilhação social e invisibilidade pública, para José Moura Gonçalves Filho, o fato político é considerado psicológico, pois é visível que o sistema capitalista sobrevive sob lei do mais valia, ou seja, a população de baixa renda sempre menos favorecida. Para compreendermos o que significa invisibilidade pública ela está relacionada às pessoas que exercem profissões que são desvalorizadas seguidas de cargos inferiores como garis, faxineiros, frentistas, garçons entre outros, que geralmente não são percebidos como seres humanos, ocasionado sofrimento, exclusão, preconceito e acima de tudo se tornam invisíveis diante da sociedade. ,

Analisado o texto, podemos observar que a reflexão que obtivemos que a invisibilidade publica e a humilhação social segue juntos na vida cotidiana de muitos indivíduos. Exemplo de crítica levantada que causa repercussão frequentemente são os pais de famílias que exerce suas funções “invisíveis” já citadas, que levantam cedo em busca de uma vida melhor para sua família, e mesmo assim na escola há um preconceito até mesmo pelo seu próprio filho e seus amigos de escola, passam por constrangimento e humilhação social. Diante disso precisamos urgentemente valorizar sua contribuição par com a sociedade, respeitar o ser humano, independentemente de sua condição social e sim colocar em prática essa questão que afetam tantos brasileiros.

A invisibilidade social atinge a sociedade de forma expressiva, quantas pessoas precisam de emergências médicas, e não são levadas a sério, mal conseguem ser atendidas, mas se a situação for outra e no ato da consulta a mesma tiver o dinheiro é atendida no momento do ato. E assim prossegue a vida, e as indiferenças socias agregam mais nosso relacionamento, e agora com o avanço da tecnologia, pessoas menos ainda se cumprimentam, e o diálogo cada vez mais escasso, a correria do dia a dia, nos transforma escravos de um mundo só nosso que nos faz protagoniza uma invisibilidade voluntária e desnecessária.

Em pesquisas realizadas encontramos algo importante, uma história vivida por Sam Samegui Shiraishi que fez a pesquisa, onde mostra a realidade que nos faz perceber que a população se oprime deste transtorno causado por nós mesmos. É o tema que estamos estudando que é a humilhação social e a invisibilidade pública. Fatos ocorridos no nosso dia a dia nos mostram mais envolvidos com os valores materiais do que emocionais. Veja a reportagem.

“No domingo 01/04, eu estava no aeroporto de Fortaleza esperando o embarque para São Paulo. Passei dias lindos por lá com a família e naquele dia tínhamos visitado um parque aquático incrível, muito distante do centro da cidade e bastante elitista. Passei no banheiro antes de embarcar e me deparei com uma senhora com semblante bem cansado e olhar desanimado que fazia a limpeza das pias. Cumprimentei-a, como é natural quando a gente entra num lugar e encontra alguém, mas ela não me respondeu. Tudo bem, pensei, Em seguida, quando fui lavar as mãos, pedi licença e desculpas por atrapalhar o trabalho dela e notei uma imensa surpresa em seu olhar quando percebeu que, de fato eu falava com ela. Viajei para com o coração ligado naquela senhora. Pensei no quanto ela parecida crer que quem passa lá, na correria das idas e vindas de avião, não se importa em lhe dirigir uma palavra, um olhar, uma atenção. Pensei no quanto aquele parque, mesmo sendo na terra dela, era quase inatingível para sua realidade financeira e como era injusto que alguns pudessem aproveitar a beleza da sua terra enquanto que ela vivia uma vida de servidão. Talvez esta servidão, as desigualdades sociais e culturais sejam questões

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