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TGA - APRENDIZAGEM ORGANIZACIONAL

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Por:   •  13/4/2013  •  1.415 Palavras (6 Páginas)  •  823 Visualizações

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Aprendizagem Organizacional

Pode-se entender como um processo de apropriação de novos conhecimentos dos níveis individual, grupal e organizacional, envolvendo todas as formas de aprendizagem. O processo de aprendizagem organizacional com todos esses aspectos e precisamente por causa deles, caracteriza-se por ser um processo contínuo. A aprendizagem organizacional e a formação de competências constituem processos de grande importância para a manutenção e desenvolvimento da competitividade.

Assim como a estratégia organizacional precisa adaptar-se às mudanças de condições do ambiente, e consequentemente o processo de interpretação das variáveis do ambiente incluirá novos dados em sua compreensão, e com isso as relações sociais dinâmicas, especialmente de compartilhamento de informações entre as pessoas na organização, geram novas situações e condições que passam a compor a cultura da organização, então a organização age no ambiente, de acordo com as novas habilidades aprendidas neste ciclo e essa ação gera novas alterações no ambiente, de acordo com as novas habilidades aprendidas neste ciclo, e essa ação gera novas alterações no ambiente, que geram, por sua vez, um novo ciclo do processo de aprendizagem, o qual caracteriza a organização que aprende, assim como um sistema que se autodesenvolve, um processo contínuo.

Necessita manter-se viva nesse inesgotável processo de aprendizagem, em face da permanente mudança das condições no meio ambiente em que ele opera. Por esse motivo, teorias e modelos de aprendizagem organizacional têm sido apresentados, estudados e discutidos por teóricos da gestão em todo o mundo.

Compreender os conhecimentos existentes e gerados na organização para uma aplicação que deem conta das constantes mudanças geradas pelas TIC, que garantam o sucesso no mercado, constitui o desejo das organizações atualmente.

Essa teoria é contrária ao modelo burocrático centrado no mecanicismo e na rigidez. Elas têm como pilar as relações dinâmicas e mutantes de funcionamento e baseia-se em teoria sistêmica que abarca como referencial à complexidade, a auto-organização, a auto-poese, prioridades emergentes, e a auto-referencialidade.

Todos esses conceitos estão entrelaçados e veem na AO possibilidades de mudanças e transformações em conjunto com o seu ambiente, enfatizando:

• A aprendizagem em rede;

• A organização como conjunto de componentes cujas transformações e interações não cessam;

• A dinâmica espontânea de padrões de ordem e de caos dentro de um sistema e/ou as interações do mesmo com o seu ambiente;

• A capacidade, em certa medida, de dar-se os meios estruturais e funcionais para realizar seus fins num ambiente de mudanças e supõe certa compensação ( inovações, criatividade, saltos qualitativos de emergência de novas situações );

• A consciência de que aprender é um processo contínuo de construção de identidade e de interação com o ambiente.

É imprescindível considerar as peculiaridades da organização, analisar sua cultura, e suas relações com o ambiente externo, para identificar quais mudanças serão necessárias para garantir estratégias eficazes para aprendizagem e a construção do conhecimento.

Gestão do Conhecimento

O conhecimento é fruto das interações que ocorrem no ambiente de negócios e se desenvolve através do processo de aprendizagem. É uma mistura fluida de experiência condensada, valores, informação contextual e insight experimentado, a qual proporciona uma estrutura para a avaliação e incorporação de novas experiências e informações. Ele tem origem e é aplicado na mente dos conhecedores. Nas organizações, costuma estar embutido não só em documentos ou repositórios, mas também em rotinas, processos, práticas e normas organizacionais.

A combinação do conhecimento é a conversão do conhecimento explícito gerado por um indivíduo para agregá-lo ao conhecimento explícito da organização. O processo de combinação gera um tipo de conhecimento chamado “conhecimento sistêmico” e acontece por meio de:

• Agrupamento do conhecimento (classificação e sumarização);

• Processamento de diferentes conhecimentos explícitos;

A socialização do conhecimento é a conversão de parte do conhecimento tácito de uma pessoa no conhecimento tácito de outra pessoa. Dá-se através do compartilhamento de experiência entre pessoas, e possibilitar a geração de conhecimento tácito através do tácito. A experiência é o principal elemento que deve estar presente nesse processo de conversão, pois sem alguma forma de experiência compartilhada, é muito difícil para uma pessoa poder entender o raciocínio da outra. Nesse processo de socialização constrói-se o chamado “conhecimento compartilhado”, que acontece quando:

• Ocorre diálogo frequente e comunicação “face a face”;

• Valoriza-se o trabalho do tipo “mestre-aprendiz”: ocorre observação, imitação e prática acompanhada por um tutor;

• Há compartilhamento de experiências e modelos mentais, via trabalho em equipe.

A externalização do conhecimento é o processo de conversão tácito em conhecimento explícito. Seja por meio da linguagem falada ou escrita, o conhecimento tácito pode ser convertidos em conhecimento explícito através de metáforas, analogias, conceitos, hipóteses ou modelos. O processo de externalização gera um tipo de conhecimentos chamado ”conceitual”.

A internalização do conhecimento é o processo de conversão do conhecimento explícito em tácito, estando intimamente relacionado ao aprendizado pela prática. Para que o conhecimento explícito se torne tácito, é necessária a verbalização e diagramação do conhecimento sob a forma de documentos, manuais, práticas ou histórias reais. Esta documentação ajuda as pessoas a internalizarem as experiências dos outros, aumentando assim seu conhecimento tácito. O processo de internalização gera um tipo de conhecimento chamado “operacional”.

A combinação do conhecimento explícito gerado por um indivíduo para agrega-lo ao conhecimento explícito da organização. O processo de combinação gera um tipo de conhecimento chamado ”sistêmico”.

Capital Intelectual

O capital intelectual é constituído das pessoas que fazem parte de uma organização.

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