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Tipo de fichamento: Citações e Análise Crítica

Por:   •  17/6/2019  •  Relatório de pesquisa  •  439 Palavras (2 Páginas)  •  7 Visualizações

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Tipo de fichamento: Citações e Análise Crítica

Referência do texto selecionado

SILVA, Rafael Bianchi; SANCHES-JUSTO, Joana.Notas sobre “A Arte da Vida” de ZygmuntBauman. Revista Espaço Acadêmico,MARINGÁ: UEL, n.125, p. 101-16, out. 2011. Disponível em: . Acesso em: 30 nov. 2017.

[...]compara o protagonismo na vida com a autoria de uma obra artística: “a vida é uma obra de arte”. (BAUMAN, 2009 apud SILVA; SANCHES-JUSTO, 2011, p.11)

[...] diferentes gerações traduziriam a vida em arte: os velhos provavelmente estariam atentos à criação de obras perenes que pudessem fazer com que os valores nelas impressos transcendessem a passagem do tempo. Os jovens, transcendendo passado e futuro para concentrarem-se somente no presente, criariam a arte da vida sob a forma de “instalações” perecíveis, mutáveis, fugazes como o tempo que vivenciam. ” (p.11)

“Um momento desprazeroso é um momento perdido” (BAUMAN, 2009 apud SILVA; SANCHES-JUSTO, 2011, p.11)

“Se nada pode ser garantido no futuro, o que resta é deixar-se levar pela vida, à deriva, tomando atitudes na medida em que as situações exigem. ” (p.12)

“Cada geração tem seu próprio modo de “fazer acontecer” [...]” (p.12)

“[...]o temor sentido pela geração mais velha é o de que os jovens destruam ou não valorizem tudo o que lutaram tanto para construir; a geração mais jovem, por sua vez, anseia por corrigir o que os primeiros arruinaram. ” (BAUMAN, 2009 apud SILVA; SANCHES-JUSTO, 2011, p.12)

“[...]cada geração constrói seu modo particular de perceber e de interagir com o mundo. ”(p.13)

“[...]a vida é uma obra de arte que muda constantemente, se atualiza e ganha novos significados. ” (BAUMAN, 2009 apud SILVA; SANCHES-JUSTO, 2011, p.13)

“Qualquer que seja a sua condição em matéria de dinheiro e crédito, você não vai encontrar num shopping o amor e a amizade, os prazeres da vida doméstica, a satisfação que vem de cuidar de entes queridos ou de ajudar um vizinho em dificuldade [...]” (BAUMAN, 2009 apud SILVA; SANCHES-JUSTO, 2011, p.13)

“Diante de uma jornada transitória, em que o certo pode tornar-se incerto em um instante, e a identidade corre o risco de liquefazer-se, o indivíduo torna-se um artista [...]” (p.11)

Parecer crítico:

Meu parecer sobre o artigo é algo positivo, uma vez que concordo com os autores em dizer que felicidade tem se tornado algo cada vez mais relacionado ao ter e não ao ser. Ter mais dinheiro e ter mais bens não te faz uma pessoa melhor que as outras que possuem menos. E isso talvez seja algo dessa geração mais jovem, que é mais materialista. A geração mais velha preservava mais em relação ao amor, à amizade, aos laços familiares, e sabiam o que realmente era ser feliz. A felicidade atualmente virou algo que achamos poder comprar em qualquer comércio.

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