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Unopar Analise Sistemas Trabalho Individual 4 Semestre

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Por:   •  16/5/2014  •  1.988 Palavras (8 Páginas)  •  574 Visualizações

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SUMÁRIO

1 INTRODUÇÃO 3

2 OBJETIVO 4

3 DESENVOLVIMENTO 5

3.1 Pesquisa sobre Banco de Dados orientado a objeto 5

3.1.1 Aplicação e mecanismo de funcionamento 5

3.1.2 Diferença entre Banco de Dados Orientado a Objeto e Banco de Dados Relacional 6

3.2 MAPEAMENTO DE OBJETO RELACIONAL (ORM) 7

3.2.1 Como desenvolver utilizando o modelo orientado a objetos com um banco de dados relacional 7

3.2.2 O que é ORM e sua utilização 10

3.2.3 Ferramentas para ORM disponíveis no mercado 10

3.2.4 Vantagem e Desvantagem de usar ORM 10

4 CONCLUSÃO 12

REFERÊNCIAS 13

1 INTRODUÇÃO

Este trabalho trata basicamente dos aspectos de banco de dados, enfatizando orientação a objeto em banco de dados, suas características bem como aplicações. Abordarei Mapeamento Orientado a Objeto– ORM, comparando com o modelo relacional, bem como suas vantagens e desvantagens, e ferramentas disponíveis no mercado para a sua aplicação.

2 OBJETIVO

Com este trabalho pretendo pesquisar, estudar, e aprender um pouco mais além os conteúdo descrito na introdução, e tentar apresentar ele de uma forma de fácil leitura e interpretação, mostrando ao leitor um pouco de como é a área de Banco de Dados.

3 DESENVOLVIMENTO

3.1 PESQUISA SOBRE BANCO DE DADOS ORIENTADO A OBJETO

3.1.1 Aplicação e mecanismo de funcionamento

Em um banco de dados orientado a objetos puro, os dados são armazenados como objetos onde só podem ser manipulados pelos métodos definidos pela classe de que estes objetos pertencem. Os objetos são organizados em uma hierarquia de tipos e subtipos que recebem as características de seus supertipos. Os objetos podem conter referências para outros objetos, e as aplicações podem consequentemente acessar os dados requeridos usando um estilo de navegação de programação.

O Projeto Lógico inicia a partir do esquema conceitual e resulta no esquema lógico. Um esquema lógico é uma descrição da estrutura do banco de dados que pode ser processada por um SGBD. Um modelo lógico é usado para

especificar esquemas lógicos. Os modelos lógicos mais amplamente usados pertencem a três classes: relacional, em redes e hierárquico. O projeto lógico depende da classe do modelo de dados usado pelo SGBD, mas não do SGBD específico usado.

O Projeto Físico inicia a partir do esquema lógico e resulta no esquema físico. Um esquema físico é uma descrição da implementação do banco de

dados em memória secundária; ele descreve as estruturas de armazenamento e métodos de acesso usados para efetivamente realizar acesso aos dad

os. O projeto físico é direcionado para um SGBD específico. Decisões tomadas durante o projeto físico, para melhorar o desempenho, podem afetar a estrutura do esquema lógico.

Uma vez que o projeto físico do banco de dados é completado, os esquemas lógico e físico são expressos usando a linguagem de definição de dados do SGBD adotado.

para auxiliar o projetista a elaborado projeto conceitual de um banco de dados existem as abstrações de dados, que apresentam as vantagens:

• Ajudam o projetista a entender, classificar e modelar a realidade,

• Melhoram a eficiência de implementações subsequentes,

• Permitem melhor representar a semântica das novas aplicações de banco de dados, provenientes de áreas não tradicionais.

Os sistemas gerenciadores de bancos de dados orientados a objetos não possuem grandes discrepâncias em termos de funcionalidades exigidas quando relacionados aos SGBDs relacionais. Entretanto, torna - se necessário levantar alguns pontos de diferenciação. Uma das principais exigências de um SGBDOO é o armazenamento de objetos e suas operações de forma a prover uma integração transparente com a aplicação, sem a necessidade de uma camada de tradução dos dados.

3.1.2 Diferença entre Banco de Dados Orientado a Objeto e Banco de Dados Relacional

A diferença existente entre os modelos de dados tradicionais (relacional, hierárquico e em redes) e os modelos de dados orientados a objetos está na maneira como eles veem os dados.

Os modelos de dados tradicionais veem os dados como uma coleção de tipos de registros ou relações, cada um tendo uma coleção de registros armazenados em um arquivo. Já num modelo de dados orientado a objetos um banco de dados é considerado como uma coleção de objetos do mundo real.

Embora a informação sobre objetos complexos do mundo real possa ser espalhada em tabelas relacionais, a meta dos bancos de dados orientados a objetos é manter uma correspondência direta entre os objetos do mundo real e os do banco de dados, podendo estes serem identificados e manipulados como um todo. Representar um objeto complexo no modelo relacional significa que o objeto tem que ser subdividido em um grande número de tuplas, o que leva à necessidade de realizar um considerável número de operações de junção para recuperar o objeto.

BDRs e BDOOs possuem características distintas mas basicamente servem ao mesmo propósito: persistir dados necessários para a manutenção do negócio para o qual são aplicados, possibilitando a recuperação, comparação e tratamento desses dados a fim de produzir resultados tangíveis.

Em BDR, uma coleção de tabelas, todas com nomes únicos, compõem a base de dados, podendo estar relacionada a uma ou mais tabelas.

Conceitos como integridade referencial de dados – que garantem que um dado referenciado em uma tabela esteja presente na tabela que está sendo referenciada – e chaves primárias estão presentes e garantem que um conjunto de informações possa ser representado de maneira consistente, independente da forma de acesso.

Já um BDOO possui três pilares principais: herança, polimorfismo e encapsulamento, discutidos a seguir. Este modelo apresenta maior flexibilidade na manipulação

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