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Desigualdade Social

Por:   •  10/5/2013  •  406 Palavras (2 Páginas)  •  452 Visualizações

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Desigualdade social para mim é um fato.

Na verdade o ser humano não conseguiu criar uma sociedade justa e perfeita no que se refere à igualdade.

Se tomarmos como exemplo o consumo médio de um americano de classe média e aplicássemos esse consumo a todas as 6 bilhões de almas do planeta, teríamos um colapso: não há recursos suficientes para que todos possuam tudo o que tem um americano de classe média no mundo.

A maneira encontrada pelo homem de gerir essa economia foi a de prover trabalho a partir de uma elite proprietária da renda, que gera perspectivas e possibilidades para a sociedade como um todo. Para isso há os degraus da renda, com os que ganham mais no topo e os que ganham menos no final da pirâmide.

Não se trata de um sistema justo e nem perfeito, porque muitas vezes quem está no topo da pirâmide tem muito mais do que a soma de todos os recursos de quem está na base.

Um sistema com menor desigualdade social admite as diferenças de renda, mas as torna menores. Países mais desenvolvidos como Canadá, França e os países escandinavos apresentam um índice de Gini (distribuição de renda) mais equilibrado. No entanto ainda assim existe a desigualdade social.

E é bastante difícil mudar o mundo hoje. Quem tem renda não quer perdê-la e quer mais. Quem não tem também quer mais, mas poucos conseguem a devida competência para mostrar aos que têm mais que eles podem ganhar e crescer. E, ainda assim, quem cresce acaba deixando para trás os que não têm oportunidades.

Não vejo, no entanto, soluções mágicas para o problema. Na verdade a humanidade hoje está em colapso: há uma demanda muito grande por recursos e por energia de um lado e muitos conflitos ideológicos e territoriais nesse momento. Não há, tampouco, uma experiência social realmente enriquecedora que permita a todos uma igualdade plena. Resta, por fim, a busca do equilíbrio por todos os grupos (tanto das elites quanto do povo) para encontrar um melhor caminho para o mundo.

No Brasil, em particular, somos uma nação de 125 milhões de eleitores que possui apenas 40 milhões de consumidores. Quanto mais não poderíamos crescer se houvesse, de fato, muito mais consumidores na nossa economia? Se a elite pensasse dessa forma, agiria para provocar crescimento real e impetuoso. No entanto esse crescimento forte ainda não interessa ao mundo. Ainda mais agora, com tantos conflitos engatilhados e tanto barril de pólvora com pavio curto.

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