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Procure formas viáveis para ajudar a resolver o problema da saúde humana.

Por:   •  3/11/2014  •  Pesquisas Acadêmicas  •  1.164 Palavras (5 Páginas)  •  78 Visualizações

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1 INTRODUÇÃO

Um país é movido pela força de seu povo, pela sua capacidade de persistência, sua vontade de crescer. Nisso é preciso da pessoa humana para chegar com êxito no topo da conquista. Um trabalho em equipe, que exige humanidade, amor ao próximo, unidade e algo muito importante, a saúde.

Quando a saúde humana é colocada em pauta, é preciso ter respeito e temor, pois sem ela não há vida, e sem vida não há futuro. Um governo que não dar valor a vida humana não visa seu próprio bem.

A função fundamental desta pesquisa não é expor ninguém, nem acusar, e sim procurar caminhos viáveis que ajude na solução desse problema caótico e de muita relevância, que é a saúde humana.

2 DESENVOLVIMENTO

Foi criado o SUS (Sistema Único de Saúde) no Brasil em 1988 na Constituição Federal visando universalizar o atendimento aos brasileiros e proporcionar uma saúde de qualidade a todos os cidadãos. Hoje com mais de 20 anos de investimentos e planejamentos estamos com seria deficiências na saúde pública brasileira. Temos nos dispositivos legais da lei direito a um sistema de saúde que nos proporcione melhoria na qualidade de vida.

Constituição Federal de 1988. Titulo VIII. Da Ordem Social.

Art. 196 A saúde é direito de todos e dever do Estado, garantido mediante políticas sociais e econômicas que visem a redução do risco de doença e outros agravos e ao acesso universal e igualitários às ações e serviços para sua promoção, proteção e recuperação.

Art. 197 São de relevância pública as ações e serviços de saúde, cabendo ao poder público dispor, nos termos da lei, sobre sua regulamentação, fiscalização e controle, devendo sua execução ser feita diretamente ou através de terceiros e, também, por pessoa física ou jurídica de direito privado.

Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) foi uma das ações mais relevante tomada pelo SUS. Dentre outras temos políticas nacionais de atenção integral a saúde da mulher, de humanização do SUS e de saúde do trabalhador, também foi concedido a realização de transplantes gratuitos pelo SUS, dentre outras ações que foram de muita importância.

Hoje o que se vê são brasileiros passando por vexames e constrangimentos nas enormes filas dos hospitais públicos no país a procura de tratamentos médicos. Segundo postagem da revista veja, uma pessoa pode ficar até cinco anos na fila esperando por uma cirurgia não emergencial. As queixas e reclamações só vêm aumentando cada vez mais quando diz respeito à saúde pública.

Se já não bastasse a falta de estrutura hospitalar, a falta de remédios nos postos de saúde tem também a falta de médicos e profissionais da área. Pesquisa feita por censo do CFM, Cremesp e Ministério da Saúde divulga dados alarmantes. No Brasil têm-se 1,8 médicos para cada mil habitantes, enquanto que em países mais desenvolvidos (Alemanha), a média é de 3,6 médicos para cada mil habitantes. Essa é a média nacional, temos no Estado do Maranhão 0,58

médicos para cada mil habitantes. A carência dos profissionais de enfermagem também é grande no país, temos um numero de 0,99 para cada mil habitantes, um quarto do normal segundo (OMS) Organização Mundial de Saúde.

No município de Araguaína – Tocantins não é diferente. O que vemos todos os dias são reclamações populares nas ruas e noticiários. Divulgado recentemente no jornal Portal O Norte do Estado, pai recorre ao Ministério Público Estadual (MPE) para conseguir vaga em UTI para seu filho. Levando em consideração que Araguaína é o município mais populoso do Estado e não tem UTI pediátrica.

Como podemos ver em todo o país há uma onda de manifestações populares acontecendo em prol de reivindicarem uma melhoria na qualidade de vida, e isso inclui a saúde pública. Governo custeia copa do mundo com gastos que já alcançam seus 30 bilhões de reais, enquanto que nos hospitais há uma grande falta de leitos em UTI`s, falta de medicamentos que são necessários para melhorar o atendimento médico, a falta de estrutura física impedem os profissionais da área de realizarem suas consultas e até mesmo cirurgias emergentes.

Impostômetro aponta hoje, dia 28 de maio de 2014, para uma arrecadação de mais de 658 bilhões de reais de impostos no país, que é o equivalente a mais de 2 milhões de postos de saúdes equipados, mais de 8 bilhões de ambulâncias equipadas, sem contar com hospitais e mantimentos necessários para manutenção

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