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A linguagem jurídica de Ichering no livro "Luta pelo Direito"

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Por:   •  23/9/2014  •  Projeto de pesquisa  •  822 Palavras (4 Páginas)  •  570 Visualizações

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c. Apelos

Acenando com vantagens – O direito concreto que possui não é mais que uma autorização que se recebe do Estado para combater pela norma nas ocasiões que lhe interessam e de entrar na liça para resistir à injustiça; é uma autorização especial e limitada, ao passo que a do funcionário público é absoluto e geral.

Prometendo segurança – Trataremos de provar agora que a defesa do direito é uma dever que temos para com a sociedade.

Usando estatísticas ou apelando para o orgulho nacional?

A legislação Romana sancionou explicitamente essa doutrina, fazendo da de

Introdução

O objetivo deste trabalho é estudar a linguagem jurídica de Ihering no livro “A luta pelo direito”, páginas (49 – 60), que compõe o capítulo IV – A luta pelo direito na esfera social.

2.0 A anunciação em Ihering e o problema retórico.

2.1

Explícita:

Essa é a norma que eu represento. Pág. 60.

A libra de carne que eu clamo. “Eu a paguei caro, ela é minha e eu a quero. Se vós me recusais, onde vossa justiça?” Pág. 60.

Implícita:

O homem luta, pois, pelo direito inteiro, defendendo seu direito pessoal no estreito espaço em que ele se exerce. Pág. 52.

O interesse e as demais conseqüências de sua ação se estendem, pelo mesmo fato, muito além de sua personalidade. Pág. 52.

2.2

Ihering escreveu esse livro para convencer o leitor a lutar pelos seus direitos.

a. Credenciais:

Se considerarmos o homem tal qual ele é, não há dúvida de que a certeza de encontrar uma resistência firme e resoluta seria o melhor meio para fazer que não cometesse uma injustiça, que uma simples proibição, cuja força prática não é, em realidade, mais que um preceito da regra moral. (Identidade)

Todo homem que se indigna e experimenta profunda cólera, vendo o direito oprimido pela arbitrariedade, possui-o sem dúvida alguma. (opinião)

É o entusiasmo apaixonado de um homem que tem consciência de que não luta só por uma pessoa, mas também por uma idéia. (Sentimento)

b. Alegações cativantes

“Temos altos ideais” – Trataremos de provar agora que a defesa do direito é um dever que tem para com a sociedade.

“Somos como vocês” – No terreno do direito privado, de uma luta do direito contra a injustiça, de um combate comum de toda a nação, em que todos devem achar-se estreitamente unidos.

c. Apelos

Acenando com vantagens – O direito concreto que possui não é mais que uma autorização que se recebe do Estado para combater pela norma nas ocasiões que lhe interessam e de entrar na liça para resistir à injustiça; é uma autorização especial e limitada, ao passo que a do funcionário público é absoluto e geral.

Prometendo segurança – Trataremos de provar agora que a defesa do direito é uma dever que temos para com a sociedade.

Usando estatísticas ou apelando para o orgulho nacional?

A legislação Romana sancionou explicitamente essa doutrina, fazendo da deIntrodução

O objetivo deste trabalho é estudar a linguagem jurídica de Ihering no livro “A luta pelo direito”, páginas (49 – 60), que compõe o capítulo IV – A luta pelo direito na esfera social.

2.0 A anunciação em Ihering e o problema retórico.

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