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A Teoria Psicanalítica

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Por:   •  25/4/2012  •  2.085 Palavras (9 Páginas)  •  1.192 Visualizações

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FACULDADE INTEGRADA TIRADENTES – FITS

CURSO DE PSICOLOGIA

Ewerton Emiliano

Rejane Rodrigues

Vânia Espinosa

A ATUAÇÃO DO PSICÓLOGO JUNTO A CRIANÇAS HOSPITALIZADAS

Maceió

2011

Ewerton Emiliano

Rejane Rodrigues

Vânia Espinosa

A ATUAÇÃO DO PSICÓLOGO JUNTO A CRIANÇAS HOSPITALIZADAS

Trabalho de pesquisa apresentado como requisito parcial, para obtenção de nota na 2º UP, do Curso de Psicologia para a disciplina Psicologia da Saúde, da Faculdade Integrada Tiradentes – FITS.

Professor: José Rodrigues Rocha Júnior.

Maceió

2011

INTRODUÇÃO

No momento atual, onde a psicologia conquista cada vez mais espaço em todas as áreas é necessário se aprofundar e conhecer a psicologia infantil com crianças hospitalizadas trazendo uma visão mais humana no tratamento das mesmas. Neste trabalho de pesquisa, será observada a maneira como o psicólogo atua junto à criança hospitalizada.

A criança hospitalizada passa por um processo de separação do seu lar, com alterações de hábitos devido a mudanças provocados pela hospitalização. Poderá sofrer sentimentos diversos, como medo, insegurança, abandono, e até mesmo de rejeição, em decorrência da mudança no horário de suas atividades rotineiras, com a presença de procedimentos dolorosos, e principalmente ausência de amigos e da família. Sendo de fácil percepção que a experiência da internação hospitalar provavelmente traga maior estresse psicológico à criança do que ao adulto, em razão do peculiar vínculo que a criança mantém com seus familiares, em que a dependência psíquica (não só psíquica, mas física/biológica também) dos pais é tanto maior quanto mais tenra for sua idade.

A criança quando internada, se vê privada de seu ambiente familiar, da continuidade dos aspectos vitais de seu cotidiano, sobretudo o convívio com entes queridos (LIMA, ROCHA e SCOCHI, 1999).

Nossa intenção é apresentar experiências na psicologia hospitalar infantil, em algumas patologias, e a propostas que mostre a eficácia de programas que venham diminuir as tensões emocionais causadas pelo ambiente desconhecido, onde a criança possa deixar a alegria da infância transcender o desconforto da doença.

Em um primeiro momento realizaremos uma pesquisa bibliográfica através de livros, artigos científicos e revistas que nos proporcionarão um conhecimento mais amplo sobre o tema proposto.

Gomes e Erdmann (2005) acreditam que o ato de cuidar ultrapassa a criança hospitalizada, envolve, também, a sua família. O exame atento do processo de hospitalização pode revelar soluções tendentes a minimizar seus possíveis traumas.

É de suma importância ajuda da família na construção da recuperação da criança hospitalizada, realizados de forma eficaz, o cuidado será capaz de evitar o retorno da criança ao hospital, o que possibilita a redução do estresse e risco decorrentes do reinternamento. Esta é uma estratégia que se apresenta como possibilidade para um cuidado mais efetivo, singular e prazeroso no qual tanto família como profissionais possam sentir-se valorizados, competentes e plenos (GOMES e ERDMANN, 2005).

O apoio psicológico é essencial no contexto hospitalar, para que os envolvidos no adoecer e hospitalização infantil consigam se adaptar melhor a situação dolorosa e com isso tenham sua saúde mental preservada. “Não é o sofrimento das crianças que se torna revoltante em si mesmo, mas sim que nada justifica tal sofrimento”. Albert Camus.

A HISTÓRIA DA PSICOLOGIA HOSPITALAR

A história da Psicologia Hospitalar encontra-se inserida na própria história da Psicologia Clínica. Foi através do contato do conhecimento científico psicológico com o conhecimento da psiquiatria que começou a surgir o que hoje denominamos Psicologia hospitalar. Em alguns países o termo Psicologia Hospitalar é considerado inadequado porque pertence à lógica que toma como referência o local para determinar as áreas de atuação, e não prioritariamente às atividades desenvolvidas, sendo um ramo da psicologia da saúde o termo psicologia hospitalares é usado exclusivamente no Brasil.

O marco inicial da psicologia hospitalar no Brasil são os trabalhos desenvolvidos pela Psicóloga Mathilde Neder em 1952 na então Clínica Ortopédica e Traumatológica do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, sua atividade consistia no preparo psicológico pré e pós-cirúrgico dos pacientes dessa área. Seu trabalho favoreceu e atraiu outros profissionais para esta atividade, que estava além de realizar psicodiagnósticos.

CONCEITO PSICOLOGIA HOSPITALAR

A intervenção psicológica no hospital tem que considerar o aspecto da imprevisibilidade do tempo que o paciente ficará internado. Por isso, o atendimento psicológico deve ser breve e focal; objetivando o alívio do sofrimento vivido pela criança e pelos membros de sua família.

O atendimento psicológico no hospital deve ser precedido de um planejamento de intervenção, através do conhecimento das demandas apresentadas pelos pacientes; por seus familiares e das reais possibilidades de atuação que podem ser oferecidas. (AMORIM, 2004).

O QUE É INFÂNCIA

O moderno sentimento familiar, caracterizado pela intensidade das relações afetivas entre pais e filhos, privacidade do lar e cuidados especiais com a infância, foi produzido ao longo dos anos pelas mudanças socioeconômicas instaladas nas sociedades industrializadas.

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