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Filme Amor Sem Escalas

Por:   •  20/11/2012  •  460 Palavras (2 Páginas)  •  8.489 Visualizações

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AMOR SEM ESCALAS

O filme traz uma analise dos medos envolvendo relacionamentos em geral, o medo de estar preso a algo que não funcione bem e ao mesmo tempo o medo de estar sozinho.

No filme Ryan demonstra ser uma pessoa proativa, que tem suas opiniões formadas e toma suas decisões de acordo com o que acha ser mais conveniente para ele próprio, não tendo assim compromissos, algo que o prenda em um lugar como uma esposa e filhos, alem disso também se mostra uma pessoa com estabilidade emocional para lidar com o stress da sua profissão e reação das pessoas ao saberem que estão sendo demitidas. Diferente de Natalie que prefere usar seu método inovador para não encarar as pessoas, diminuir despesas e também não demonstrar os seus sentimentos e não sentir na pele o que as pessoas estão passando naquele momento após saberem da sua demissão.

Porem com a sua desilusão amorosa, Ryan percebe que viver isolado não é tão bom quanto ele achou que fosse durante toda a sua vida. A escolha de viver só torna o ser humano egoísta, focado sempre nos seus interesses pessoais, não se importando com as vontades, bem estar e interesses das pessoas a sua volta mais somente com seus próprios interesses e bem estar. No caso de Ryan a busca por sua milhas.

O ser humano que compartilha a vida com a família, com amigos, uma companheira ou companheiro se torna mais generoso é mais tolerante, é mais sociável e consegue entender melhor as outras pessoas.

O filme mostra ainda uma relação egoísta de cada um em seus papeis principais.

Ryan em conseguir suas milhas e não tem que se prender a algo ou alguém.

Natalie, ser uma pessoa bem sucedida e em provar que suas inovações são as melhores possíveis mesmo que isso venha a machucar ou acabar com o sonho das pessoas.

Alex em satisfazer seus desejos e ter uma distração, uma aventura nas suas viagens, mesmo casada e com filhos em casa, pensando em si mesma e no seu prazer.

Devemos parar e pensar, quantas vezes colocamos objetivos de vida a nossa frente tão impossíveis de serem alcançados e deixamos de lado outros tão próximos de nós escapar?

Será que o que estamos elegendo como objetivo é realmente o mais importante?

E quanto ao questionamento da mochila vazia, devemos nos preocupar com o que realmente importa e nos dedicar mais a tais coisas, saber escolher o que realmente vale a pena carregar conosco. Prestar atenção a nossas escolhas porque toda escolha tem um preço.

Tubarão, 18 de Setembro de 2012

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