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O Que é Psicologia Comunitária

Por:   •  14/4/2019  •  Trabalho acadêmico  •  372 Palavras (2 Páginas)  •  13 Visualizações

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1) O que é comunidade e qual a sua importância para o desenvolvimento dos sujeitos e para a Psicologia Comunitária?

Pensar um conceito pontual de comunidade pode sugerir uma delimitação nos seus modos de se expressar. Na contemporaneidade, frente às constantes mudanças e readaptações sociais, podemos tentar compreendê-la como espaço popular de organização de sujeitos que, diante da emergência de conflitos e antagonismos nesse contexto, procuram expressar suas realidades e identidades, enquanto indivíduos ativos e geradores de transformação social, levando em conta os processos de subjetividades e o protagonismo desses sujeitos. Nesse sentido, a comunidade se inclina pra Psicologia Comunitária como espaço de promoção de mudanças advindas pelos próprios sujeitos que constroem esses espaços, na direção de possibilitar práticas conjuntas de percepção e enfrentamentos do que possa vir de encontro às suas realidades e consequentes implicações.

2) Quais as relações entre Psicologia Social Comunitária, Psicologia Crítica e Psicologia da Libertação? Como elas complementam e/ou se substanciam?

À grosso modo, a Psicologia Social Comunitária surgiu como um meio de expressar a necessidade de se enxergar e interpretar as subjetividades e processos identitários dos membros que a compõem, considerando suas potencialidades e promovendo, a partir destes, espaços de conscientização, ressignificação e implicação com suas próprias realidades sociais. Nesse seguimento, a Psicologia Crítica vem como modo de subverter o que está simplesmente dado e posto, bem como o pensar psicológico tradicional hegemônico estruturado nos anos 50 e 60; vindo a eclodir nos anos 70, principalmente na América Latina. Essa perspectiva traz o fazer da Psicologia que vá de face para a prática tradicionalista, sugerindo alternativas para abordar as demandas psicossociais, entendendo o sujeito como produtor de suas subjetividades e adotando como concepção de saúde e bem estar o que o próprio indivíduo enxerga como horizonte de possibilidades para dar conta das mudanças sociais a serem difundidas e, desse modo, produzir estratégias a fim de, em comunidade, reconhecer as crises, e propiciar mecanismos de mudanças em sociedade. Partindo desse escopo, o sujeito frente às suas lutas e aspirações populares, deve partir de suas próprias realidades sociais para compreender seu papel ativo nas transformações sociais, pensamento proposto pela Psicologia da Libertação, que nasce dessa interface e visa a autonomia e emancipação dos sujeitos enquanto expressão e propulsores dessas realidades.

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