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Psicologia E Serviço Social

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Por:   •  22/9/2013  •  2.743 Palavras (11 Páginas)  •  336 Visualizações

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ANÁLISE DO FILME

Com base no filme Tropa de Elite: A partir de uma perspectiva crítica, percebe-se claramente a violação dos direitos humanos. Regras existentes na polícia como parte do governo se fazem necessário para que haja mudanças com relação à atitude tomada por eles. Tem que haver sim uma cumplicidade entre o governo e a polícia para que possam junto encontrar soluções para a sociedade, sendo de uma maneira que não venham com isso tirar proveito próprio; revela-se que apesar de existirem diferentes organizações policiais no Brasil, a questão de como os policiais lida com os cidadãos pobres e marginalizados traz à tona uma característica comum a todas elas: o abuso do poder e do uso de agressão física como forma de eliminar um “inimigo”. Conduta adotada também pelos traficantes que dominam as comunidades. O filme apresenta inicialmente a polícia militar convencional carioca que está tomada pela corrupção. Dinheiro vindo do jogo do bicho ou das propinas que ganham pela venda de armas aos traficantes. Mas também mostra o BOPE, tropa de elite da polícia militar, que faz parte dela, mas que na prática é completamente diferente. Ele foi criado para intervir quando a polícia convencional, não consegue dar conta do serviço.

O homem, através das suas diferenças defronta-se com seu comportamento, pois o homem é um ser surpreendente diante de outros animais; sua mudança é constante, seus hábitos, costumes, crenças e culturas. A palavra “razão”é o que predomina em seu vocabulário.

Este filme além de fazer uma crítica à corrupção da polícia carioca também mostra a hipocrisia da classe média, representada por estudantes universitários que fazem trabalhos em ONGs nas favelas. Eles criticam a violência policial, mas, no enredo do filme que não está longe da realidade da sociedade, estes mesmos estudantes, realizam o consumo e o tráfico de drogas nas festas e na própria universidade e assim favorecendo a violência urbana. Surge então uma linha tênue; A cultura cria o que é proibido socialmente (criminoso, louco) e o rejeita definindo uma fronteira para além da qual tudo é transgressão. Metodologicamente, nossa análise está baseada na “crítica diagnóstica da cultura”.

O QUE É CULTURA? Cultura Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Cultura (do latim colere, que significa cultivar) é um conceito de várias acepções, sendo a mais corrente a definição genérica formulada por Edward B. Tylor, segundo a qual cultura é “aquele todo complexo que inclui o conhecimento, as crenças, a arte, a moral, a lei, os costumes e todos os outros hábitos e aptidões adquiridos pelo homem como membro da sociedade”. Em Roma, na língua latina, seu antepassado etimológico tinha o sentido de “agricultura” (significado que a palavra mantém ainda hoje em determinados contextos), como empregado porVarrão, por exemplo. Cultura é também associada, comumente, a altas formas de manifestação artística e/ou técnica da humanidade, como a música erudita europeia (o termo alemão “Kultur” – cultura – se aproxima mais desta definição). Definições de cultura foram realizadas por Ralph Linton, Leslie White, Clifford Geertz, Franz Boas, Malinowski e outros cientistas sociais. Em um estudo aprofundado, Alfred Kroeber e Clyde Kluckhohn encontraram pelo menos 167 definições diferentes para o termo cultura.

Por ter sido fortemente associada ao conceito de civilização no século XVIII, a cultura muitas vezes se confunde com noções de: desenvolvimento, educação, bons costumes, etiqueta e comportamentos de elite. Essa confusão entre cultura e civilização foi comum, sobretudo, na França e na Inglaterra dos séculos XVIII e XIX, onde cultura se referia a um ideal de elite. Ela possibilitou o surgimento da dicotomia (e, eventualmente, hierarquização) entre “cultura erudita” e “cultura popular”, melhor representada nos textos de Matthew Arnold, ainda fortemente presente no imaginário das sociedades ocidentais.

Enfim sintetizando, cultura é o conjunto de atividades e modos de agir, costumes e instruções de um povo. É o meio pelo qual o homem se adapta às condições de existência transformando a realidade.

QUAIS SÃO AS MANIFESTAÇÕES CULTURAIS APRESENTADAS NO FILME?

Inicialmente festas com músicas de rítimo FUNK, exibição de variadas armas, corrupção e tráfico de drogas faz parte da cultura da favela,traficante mata fogueteiro que aponta(normalmente são crianças ou adelescentes as vítimas); No filme foi agregado à nossa cultura bordões como: PEDE PRA SAIR, TU É MULEQUE, DENTRE OUTROS. O desejo de obter dinheiro fácil e rápido aliado a falta de melhores perspectivas de vida.O sistema não tem limites e nem tem fronteiras e já faz parte da cultura da polícia por isso policiais onestos são levados a loucura.

Conflitos sociais presentes no filme Tropa de Elite:

1º Violação dos direitos humanos.

2º Segurança pública e as relações entre criminalidade e poder público.

Por que o serviço social é importante na resolução de conflitos sociais?

A sua intervenção consiste na promoção dos direitos humanos, agindo como mediador, com o objetivo de capacitar o indivíduo para a ação no que respeita ao seu próprio percurso de vida. A intervenção do Serviço Social é baseada em conhecimentos teórico-científicos, métodos e técnicas próprias para a ação que desenvolve.

A intervenção do Serviço Social partiu de uma prática baseada no princípio da satisfação das necessidades humanas e, ao longo dos anos, tem-se sentido uma grande necessidade de aprofundar conceitos e teorias sobre as práticas de intervenção.

O campo de intervenção dos Assistentes Sociais pode ser entendido como “um espaço relacional, na medida em que se estrutura e se corporifica através da comunicação e da participação dos elementos que compõem o campo, diremos que um dos aspectos essenciais que nos interessa perceber é a rede de relações que se estabelece entre os diferentes protagonistas que integram esse campo de intervenção” (Andrade, 2001:1964). Ainda na perspectiva desta autora, o profissional de Serviço Social realiza o movimento de passagem da exclusão para a inclusão.

A intervenção do Serviço Social implica questionar um fenómeno social que se constitui como problemático para uma pessoa. É pretender objetivar o conhecimento do fenómeno, vendo o fenómeno como o cliente o concebe e não somente como o Assistente Social o imagina (Gouveia, 1982).

O processo de intervenção não se modeliza num conjunto

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