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PELA REAÇÃO EM CADEIA DA POLIMERASE (PCR) EM INDIVÍDUOS DO SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE

Por:   •  18/5/2020  •  Projeto de pesquisa  •  1.876 Palavras (8 Páginas)  •  7 Visualizações

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   CENTRO UNIVERSITÁRIO [pic 1]

DA SERRA GAÚCHA - FSG

        

David Modelski

DETECÇÃO DE Treponema Pallidum PELA REAÇÃO EM CADEIA DA POLIMERASE (PCR) EM INDIVÍDUOS DO SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE (SUS)

EM CAXIAS DO SUL  

CAXIAS DO SUL

2017

David Modelski



DETECÇÃO DE Treponema Pallidum PELA REAÇÃO EM CADEIA DA POLIMERASE (PCR) EM INDIVÍDUOS DO SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE (SUS)

EM CAXIAS DO SUL  

Projeto de Trabalho para avaliação da disciplina de Biologia Celular e Molecular no curso de Biomedicina no Centro Universitário da Serra Gaúcha - FSG.

Orientador: Prof. Elias da Rosa Hoffmann

CAXIAS DO SUL

2017


SUMÁRIO

                

1        INTRODUÇÃO        3

2        JUSTIFICATIVA        5

3        OBJETIVO        6

3.1 OBJETIVO GERAL        6

3.2 OBJETIVO ESPECÍFICO        6

4        MATERIAIS E MÉTODOS        7

5        CRONOGRAMA        9

6        ORÇAMENTO        10

7        REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS        11

8        ANEXOS        13

  1. INTRODUÇÃO

A bactéria Treponema subespécie pallidum, causadora da sífilis, pode ser adquirida através de relações sexuais e transmissão vertical pela placenta da mãe para o feto.¹ O contato com as lesões contaminadas pelos órgãos genitais é responsável por 95% dos casos de sífilis.

A penetração do Treponema acontece por pequenos ferimentos consequentes da relação sexual. Logo após, atinge o sistema linfático regional e, por propagação, outras partes do corpo. Em resposta de defesa do corpo surgem erosões no ponto de inoculação, enquanto a propagação sistêmica resulta na produção de complexos imuno circulantes que podem acumular-se em qualquer órgão. ²

O T. pallidum tem forma de espiral, com aproximadamente 5-20μm de comprimento e 0,1 a 0,2μm de espessura. Não possui membrana celular e é protegido por um envelope externo com três camadas ricas em moléculas de ácido N-acetil murâmico e N-acetil glucosamina. Possui flagelos que se iniciam na extremidade distal da bactéria e junto à camada externa ao longo do eixo longitudinal. ¹

A OMS estima em 357 milhões o número de casos novos de DST curáveis. A sífilis na gestação acomete mais de 300 mil mortes fetais e neonatais por ano no mundo.

No Brasil entre 2011 a 2016, constatou-se um aumento significativo no número de casos de sífilis em gestantes em todo o país (129.757 casos), indicando uma melhora no sistema de vigilância epidemiológica e um possível aumento no acesso ao diagnóstico. ³

No período de 2010 a 2016, foram notificados 227.663 casos de sífilis adquirida, a taxa mais elevada, em 2015, foi encontrada no Rio Grande do Sul (111,5 casos/100 mil hab.), e a mais baixa encontrada em Alagoas (3,8 casos/100 mil hab.). No mesmo período, foram notificados 142.961 casos de sífilis congênita em menores de 1 ano de idade, com uma taxa de incidência de 6,5 casos/mil nascidos vivos no Brasil, sendo que as regiões Nordeste, Sudeste e Sul possuem as maiores taxas (6,9 casos/mil nascidos vivos), região Centro-Oeste (4,5 casos/mil nascidos vivos) e Norte (4,4 casos/mil nascidos vivos). ³

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