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Os Carboidratos na Alimentação

Por:   •  5/2/2017  •  Trabalho acadêmico  •  884 Palavras (4 Páginas)  •  48 Visualizações

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Introdução

Os carboidratos, também chamados de glicídios ou açúcares, são biomoléculas que possuem a fórmula geral CH2O. No entanto, existem moléculas, como a desoxirribose, encontrada abundantemente no meio celular, cuja fórmula molecular é C5H10O4. Desta forma, os carboidratos são definidos como derivados aldeídicos ou cetônicos de alcoóis poliidroxilados, ou substâncias que, por hidrólise, fornecem estes compostos (CISTERNAS; MONTE; MONTOR, 2011).

De acordo com o número de unidades formadoras, os açúcares podem ser classificados em monossacarídeos, oligossacarídeos e polissacarídeos (CISTERNAS; MONTE; MONTOR, 2011). Os monossacarídeos são aldeídos ou cetonas que contêm um ou mais grupos hidroxila na molécula, podendo ser submetidos a diversas reações como oxidação, esterificação e a formação de ligações glicosídicas, que dão origem aos oligossacarídeos e aos polissacarídeos (NELSON; COX, 2006; CAMPBELL, 2000).

Conforme a literatura, os três importantes oligossacarídeos são os dissacarídeos, sacarose, lactose e maltose. A sacarose é o dissacarídeo mais importante, tanto pela quantidade e frequência na natureza, como pela sua importância na alimentação humana. Ela é um açúcar não-redutor, sendo facilmente hidrolisada por soluções ácidas ou enzimáticas (invertase) (CAMPBELL, 2000).

Os polissacarídeos são geralmente o material de reserva celular e também tem algumas funções de estrutura (celulose). Por hidrólise fornecem mais de seis moléculas de monossacarídeos iguais (homopolissacarídeos) ou diferentes (heteropolissacarídeos). Como exemplo tem-se o amido, polímero de α-D-glicose, insolúvel em água e formado por duas estruturas: amilose, estrutura helicoidal não ramificada responsável pela coloração azul na presença de iodo; e amilopectina, estrutura em cadeia ramificada, formando ramos a cada 24 a 30 moléculas de glicose, apresentando ramificações (CISTERNAS; MONTE; MONTOR, 2011)

Dessa forma, o presente relatório visa descrever os procedimentos realizados durante a aula-prática sobre identificação de glicídios por meio dos testes de Molish, com iodo, de Benedict, de Seliwanoff, e discutir os resultados amparados pela literatura.

2 MATERIAIS E MÉTODOS

  • Tubo de ensaio
  • Glicose
  • Sacarose
  • Agua
  • HCL a 10%
  • Reagente de Benedict

PROCEDIMENTO EXPERIMENTAL:

Transferir para os tubos de ensaio:
1) (
TUBO 01) 0,5 mL de solução de glicose 0,1 M + 0,5 mL de água.
2) (
TUBO 02) 0,5 mL de solução de glicose 0,1 M + 0,5 mL de HCl a 10%.
3) (
TUBO 03) 0,5 mL de solução de glicose 0,1 M + 0,5 mL de NaOH a 10%.
4) (
TUBO 04) 0,5 mL de solução de sacarose 0,1 M + 0,5 mL de água.
5) (
TUBO 05) 0,5 mL de solução de sacarose 0,1 M + 0,5 mL de HCl a 10%.
6)
(TUBO 06) 0,5 mL de solução de sacarose 0,1 M + 0,5 mL de NaOH a 10%.
II. Ferver todos os tubos por 1 minuto em banho-maria.
III. Aos tubos que se adicionou água (01 e 04), adicionar mais 0,5 mL de água.
IV. Aos tubos que se adicionou HCl a 10% (02 e 05), neutralizar com 0,5 mL de NaOH a 10%.

V. Aos tubos que se adicionou NaOH a 10% (03 e 06), neutralizar com 0,5 mL de HCl a 10%.

VI. Adicionar a todos os tubos 1 mL de Reagente de Benedict, ferver novamente por 2 a 3 minutos em banho-maria. Observar, anotar e explicar os resultados.

Resultados

Houve mudança de cor apenas nos tubos de ensaio 3 e 6, nos outros 4 tubos não ocorreu mudança na coloração que seriam os tubos 1,2,4 e 5.

Houve mudança de cor no tubo 5 e mudança significativamente nos tubos 1;2 e 3. A mudança houve porque ocorreu a quebra de sacarose.

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