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Asma – Tratamento Inter crises

Por:   •  13/3/2019  •  Trabalho acadêmico  •  614 Palavras (3 Páginas)  •  4 Visualizações

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Asma – Tratamento intercrises

  • Doença inflamatória crônica das vias aéreas
  • Hiperresponsibidade das vias aéreas
  • Obstrução ao fluxo aéreo reversível
  • Broncoconstrição e edema -> aumento da secreção e tosse
  • Aumento dos eosinófilos -> dano epitelial
  • Proliferação células, espessamento MB, remodelamento (em pacientes mais graves)

Diagnóstico clínico:

Dispneia, tosse crônica, sibilancia, opressão ou desconforto torácico

Desencadeados por irritantes inespecíficos (fumaças, odores fortes, exercício) ou aeroalérgenos (ácaros e fungos)

Exame físico:

  • Inespecifico
  • Sibilancia: obstrução ao fluxo aéreo
  • Diminuição do murmúrio vesicular (casos mais graves)

Testes complementares:

Espirometria

  • Limitação do fluxo aéreo: diminuição da VEF1 e VEF1/CVC
  • Reversibilidade: resposta BD de 200 ml e 12% em relação ao VEF1 pré BD

Broncoprovocação

  • Espirometrias normais ou sem resposta BD
  • Medida de hiperresponsibilidade da via aérea

Medidas seriadas de PTE

  • Limitação ao fluxo aéreo
  • Positivo: variações diurnas > 20% (hiperrresponsibilidade brônquica)

Medidas do estado alérgico

  • Teste cutâneo e IgE

Manifestações clinicas mais sugestivas:

  • Episódios frequentes de sibilancia (mais de uma vez por mês)
  • Tosse ou sibilos provocados por riso, choro intensos ou exercício físico
  • Tosse sem relação evidente com viroses respiratórias
  • Presença de atopia (rinite alérgica e dermatite atópica)
  • História familiar de asma e atopia
  • Resposta clínica a broncodilatador (B2) de curta ação

Diagnósticos diferenciais

Crianças < 5 anos:

  • Rinossinusiteos
  • Doença pulmonar crônica da prematuridade e malformações congênita
  • Fibrose cística, bronquiectasias, bronquiolite obliterante pós-infecciosa e discinesia ciliar
  • Síndromes aspirativas (DRGE, distúrbios de deglutição, fistula traqueoesofágica, aspiração de corpo estranho)
  • Laringotraqueobroncomalácia (tem que ter estridor na laringomalácia), doenças congênitas da laringe (estenose e hamangioma) e anel vascular
  • TB
  • Cardiopatias
  • Imunodeficiencias

Crianças maiores que 5 anos e adultos:

  • Rinossinusite
  • Síndrome de hiperventilação alveolar e síndrome do pânico
  • Obstrução das vias aéreas superiores (neoplasias e aspiração de corpo estranho)
  • Disfunção das cordas vocais)
  • DPOC, BO, bronquiectasias e fibrose cística
  • Doenças difusas do parênquima pulmonar
  • IC sistólica e diastólica
  • Hipertensão pulmonar e embolia pulmonar

Classificação da asma (desuso)

  • Intermitente
  • Persistente leve
  • Persistente moderada
  • Persistente/Grave

Avaliação do controle clinico atual (preferencialmente nas ultimas quatro semanas)

Sintomas diurnos, sintomas despertares noturnos, limitação de atividades, necessidade de medicações de alivio

  • Asma controlada
  • Asma parcialmente controlada
  • Asma não controlada

Gravidade e nível de controle da asma (2015)

  • Leve: etapa 2
  • Moderada: etapa 3
  • Grave: etapas 4 e 5

Tratamento:

Tratamento não farmacológico:

  • Controle ambiental (barata, ácaro, tintas, cachorros, pólen – não tanto em crianças, inseticidas, cigarro)
  • Educação: identificação dos fatores desencadeantes, auto-manejo (participação, técnica inalatória), adesão

Dispositivos inalatórios

Nebulizador

  • Fluxo de 6-8 L/min
  • Não necessita da cooperação do paciente
  • Técnica fácil
  • Pode fornecer O2
  • Custo inicial alto
  • Lento e desconfortável
  • Eficácia variável
  • Maior risco de contaminação

Aerossol dosimetrado

  • Doses precisas
  • Menor custo
  • Menor tempo de utilização
  • Portáteis
  • Coordenação, técnica
  • Lactentes: com espaçador e mascara – não é necessário coordenação

Por que usar espaçador?

  • Facilitam a coordenação entre o disparo e a inalação
  • Redução da velocidade das partículas
  • Aumentam a deposição pulmonar da droga nas vias aéreas
  • Diminuem o impacto orofaríngeo e a deposição bucal da droga
  • Grande variedade de modelos

Inaladores de pó seco

Vantagens:

  • Técnica fácil
  • Pequenos e portáteis
  • Liberação rápida da droga
  • Doses precisas

Desvantagens:

  • Alto custo
  • Esforço inspiratório
  • Maior depósito em orofaringe

Tratamento farmacológico

Medicações de controle

  • Reduzem inflamação da via aérea
  • Controlam os sintomas
  • Reduzem riscos futuros como exacerbações e declínio da função pulmonar

Medicações de resgate

  • Exacerbações
  • Broncoconstrição induzida por exercícios

Etapa 1: BD de curta duração

Etapa 2: está começando a usar medicação de controle, poucos sintomas, dose baixa de corticoide inalatório ou antileucotrieno (asma induzida por exercício físico) (paciente leve)

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