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O Exercício de Nanotecnologia

Por:   •  5/1/2021  •  Trabalho acadêmico  •  505 Palavras (3 Páginas)  •  14 Visualizações

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INTRODUÇÃO À NANOTECNOLOGIA 

ATIVIDADE 3  |  Nome: Matheus Domingues Silva   |  RA: 112240

[pic 1]

        Para que haja um bom ancoramento celular-tecidual sobre o Scaffold em cerâmica proposto na imagem, sabemos que um fator importante é a área superficial, e quanto maior ela for melhor será. O que significa que precisamos ter poros pequenos e interconectados/intercomunicantes.

  1. Avaliar a Estrutura Cerâmica (técnica escolhida e justificativa):

        Sendo assim, como precisamos avaliar a estrutura desse Scaffold cerâmico para verificar tais características nos poros, então eu (após pesquisas e com a consulta do material exposto na aula síncrona) escolhi como melhor opção nesse caso (onde precisamos de técnicas que nos devolvam imagens) a Microscopia Eletrônica de Varredura (MEV) (ou Scanning Electron Microscopy - SEM).

        Podemos utilizar o MEV para inspecionar e avaliar essas condições descritas no problema porque ela nos permite a visualização tridimensional (3 eixos), o que possibilita averiguar (pelo menos para os poros da superfície), suas dimensões, profundidades, se são ou não intercomunicantes, dentre muitas outras características físicas superficiais, nos dando ao final um “balanço” das qualidades do Scaffold cerâmico produzido exclusivamente para proporcionar o crescimento celular.

        Um dos únicos inconvenientes do MEV consiste em não conseguirmos avaliar o “core” do Scaffold com a mesma precisão que temos na superfície, ou seja, com esta técnica é difícil conseguir verificar se existem poros no interior da estrutura ou ainda quais são os tipos de poros existentes lá.

        Digo isso porque, basicamente, há dois tipos de poros interessantes para se considerar quando estamos dimensionando estruturas voltadas ao crescimento celular - os poros interligados (abertos/interconectados/intercomunicantes) e os poros fechados (vedados e não intercomunicantes). Os poros interligados possibilitam a locomoção de fluidos ou percolamento de massas de materiais durante sua extensão até que os mesmos voltem à superfície do Scaffold, o que já não acontece no caso de o poro ser vedado, ocasionando o aprisionamento do fluido ou tecido e impossibilitando a sua extração.

  1. Avaliar o Crescimento das Células (técnica escolhida e justificativa):

        Para averiguar o crescimento celular-tecidual em um material cerâmico poroso, de acordo com minhas pesquisas, escolhi a Microscopia de Força Atômica (MFA) (ou Atomic Force Microscopy - AFM), uma vez que essa técnica não necessita que o material a ser analisado seja condutor, o que é ideal para o caso do problema proposto, já que a pele sobre a nosso Scaffold cerâmico realmente não é condutora por ser um material biológico-orgânico. Essa técnica utiliza-se das forças atômicas para gerar as imagens (ou seja, é aplicável a qualquer material).

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