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UMA PROPOSTA PARA AVALIAÇÃO DE AMBIENTES VIRTUAIS DE APRENDIZAGEM NA SOCIEDADE EM REDE

Por:   •  22/9/2014  •  2.727 Palavras (11 Páginas)  •  319 Visualizações

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UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MARINGÁ

UMA PROPOSTA PARA AVALIAÇÃO DE AMBIENTES VIRTUAIS DE APRENDIZAGEM NA SOCIEDADE EM REDE

DAYANE OSCARINA APARECIDA VANZELA

Baseado no artigo de Schlemmer et AL (2000), “Uma Proposta Para Avaliação de Ambientes Virtuais de Aprendizagem na Sociedade em Rede”, publicado na revista Informática na Educação: Teoria e Prática, deixo clara minha aprovação na matéria a qual faz-se um instrumento para aprimorar de forma qualificada a autoaprendizagem.

A Educação a Distância (EAD), apesar de ter surgido como uma grande repercussão na sociedade hodierna, que deixa de ser do trabalho e passa a ser de dedicação aos estudos, não começou com grande facilidade. A partir de 1994 se iniciou a busca pela praticidade de ensino, mas com qualidade, assim, em reuniões em Nova Delhi, começaram-se as discussões para novas práticas pedagógicas para inovar e deixar de mais brando acesso cursos já existentes em universidades presenciais. As propostas eram com a utilização de materiais impressos e de televisores, porém, apenas em 1996 a Lei que permitia a EAD foi aprovada e entrou em vigor. A primeira universidade de ensino a distância foi criada no Canadá a Univirtual.

A EAD tem alguns aspectos que deixam um ar de negatividade como a certificação de aprendizagem de seus alunos, assim, a dúvida de qual seria a melhor proposta pedagógica para um curso já existente, mas agora incluído na EAD, que além de atividades avaliativas em classe haverá também as interdisciplinares, que são de responsabilidade mútua. Baseado nas palavras de Capra e Castells é necessário romper com o modelo padrão de ensino, fazer uma nova análise da sociedade, hodiernamente vive-se na realidade da Rede, da informação, assim é necessário inovar, trazer mais praticidade e facilidade para o acesso a esta cultura cuja pertence à educação.

Entre as propostas apresentadas para inovar no modelo pedagógico nos Ambientes Virtuais de Aprendizagem (AVA), está a auto-aprendizagem, através do individualismo do aluno para desenvolver os trabalhos interdisciplinares, cabendo somente a ele sanar suas dúvidas com os tutores e com colegas de curso, podendo trocar informações e aprimorar as atividades que o mesmo deverá redigir. O aluno também terá que debater com os próprios autores de enciclopédias impressas ou online, demonstrando seu senso crítico.

A educação a distância deve melhorar a qualidade de ensino, a qual facilita a vida do indivíduo e o permite obter mais conhecimento. Deve também diminuir a carga horária dos professores dentro de sala de aula e disponibilizá-los maior tempo para o acompanhamento e auxilio aos alunos através de atividades online ou sanar dúvidas, dos mesmos, por e-mail.

Observa-se nas últimas décadas, a expansão da modalidade de educação a distância no Brasil. Essa expansão deve ser acompanhada, a nosso ver, de estudos e pesquisas que propiciem amplo debate acerca dos aspectos históricos, legais, políticos e metodológicos da educação a distância da Diretoria de Educação a Distância, sob a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Ensino Superior – Capes. Na Universidade Estadual de Maringá, a primeira experiência na modalidade a distância teve início em 2001. Desde então, novos cursos foram criados e novos programas foram implementados, com financiamento do Ministério da Educação, por intermédio da Universidade Aberta do Brasil. Existe uma evolução na Educação a Distância, marcada pelo surgimento e disseminação dos meios de comunicação. Independente da tecnologia usada na EAD a finalidade vai ser sempre educativa, possibilitando ao aluno adquirir conhecimento.

Para Costa et al (2014), essa modalidade educativa vai se tornando a força necessária com o espírito da lei que a anunciou, como forma de democratização do saber, como possibilidade de atender a uma demanda crescente que almeja preparar-se no campo educacional. Frente a essa realidade, a legislação vai se conformando e alterando suas disposições para dar atendimento e soluções aos problemas que surgirem no cumprimento da Lei Maior, no caso, a Constituição e a LDB que responde, especificamente, sobre os encaminhamentos educacionais. E a sala de aula, que era valorizada pela presença do professor, considerado como ensinante, cede lugar a um canal de interação em que educandos e educadores, separados por certa distância e, às vezes, pelo tempo, encontram-se virtualmente e entrelaçam conhecimentos com a ajuda de ferramentas tecnológicas apropriadas para o ensino e a aprendizagem a distância. Desta maneira, abriram-se as fronteiras.

As transformações pelas quais passam rapidamente esses espaços sociais, sem um tempo

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