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A SUSTENTABILIDADE EMPRESARIAL E A APLICAÇÃO DA LEI 6.938 – ART. 4º NA EMPRESA ROCHE

Por:   •  7/1/2021  •  Dissertação  •  4.036 Palavras (17 Páginas)  •  7 Visualizações

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SUSTENTABILIDADE EMPRESARIAL E A APLICAÇÃO DA LEI 6.938 – ART. 4º NA EMPRESA ROCHE.

Nome dos alunos:

Carolina Silva De Oliveira

Flávio Henrique Mendonça

Raphael Meira Angrisani

Nome do orientador:

Prof. Lidiane Figueira

Abstract. . This article aims to demonstrate how Roche makes profits from sustainable projects through Law 6.938 – ART. 4.

Resumo. Este artigo tem como objetivo demonstrar como a empresa Roche obtém lucros com projetos sustentáveis através da lei 6.938 – ART.4.

Palavras-chave: Sustentabilidade, Roche, Lucros.

       

INTRODUÇÃO

 No mundo atual, as empresas vêm se preocupando cada vez mais com as questões sustentáveis e criando projetos com grande engajamento em conservação ambiental. Esses projetos não só fazem parte do cotidiano como também são peças fundamentais para o desenvolvimento econômico e do marketing das corporações. (Queiroz,  2018)

O objetivo de uma estratégia de negócios sustentável é causar um impacto positivo em qualquer uma dessas áreas. Quando as empresas deixam de assumir responsabilidades, o oposto pode acontecer, levando a questões como degradação ambiental, desigualdade e injustiça social. (Queiroz, 2018)

 Existem inúmeros exemplos ao longo da história da humanidade em que uma civilização danificou seu próprio ambiente e afetou seriamente suas próprias chances de sobrevivência. A sustentabilidade leva em consideração como podemos viver em harmonia com o mundo natural ao nosso redor, protegendo-o de danos e destruição. (Chouinard, 2018)

        

Com a criação da lei 6.938 (Política Nacional do Meio Ambiente - PNMA), foi possível transformar a sustentabilidade e a conservação em um instrumento viável para a preservação do meio ambiente. (Elster, 2018)

Diversas empresas, como a Roche, dedicaram décadas aos negócios sustentáveis, provocando sensação de otimismo nunca antes percebida. Desenvolvimentos em três frentes, já em andamento e agora convergentes, tornam não apenas possível, mas inevitável, que negócios de sucesso se tornem sinônimos de negócios sustentáveis.  (Queiroz, 2018)

Com base na explanação do contexto acima, buscamos uma empresa que preza a real vigência da lei 6.938 (PNMA) em seus projetos sustentáveis empresarias. A partir da pesquisa, estabelecemos o nosso problema “como a aplicação da Lei 6.938 – ART. 4º gera lucros para empresa Roche?”.

Para atingir o nosso problema, entendemos que o nosso objetivo geral é “ analisar a forma na qual a empresa Roche consegue potencializar seus lucros com a lei 6.938” e os objetivos específicos são: (i)Apresentar os principais projetos sustentáveis da Roche que corroboram com a Lei 6.938 (PNMA); (ii) Identificar os benefícios da Roche com esses projetos.

Sendo assim, diante do cenário apresentado iremos apresentar nas sessões seguintes os assuntos que são relacionados a temática, tais como: sustentabilidade, sustentabilidade empresarial, a Lei 6.938(PNMA). Apresentaremos os métodos e as comprovações cientificas dos problemas e objetivos.

REFERENCIAL TEÓRICO

O conceito de sustentabilidade existe há tanto tempo quanto os humanos com a preocupação com o futuro de nossos recursos. Comida e água têm que vir de algum lugar e, mesmo as culturas mais antigas, teriam que pensar no que fazer em tempos difíceis, assim como o que aconteceria se os animais ou plantas, dos quais dependiam, desaparecessem. (Elison, 2017)

A palavra em si, no entanto, tem origens mais recentes. Cunhado em alemão, o termo original era Nachhaltigkeit, que significa "rendimento sustentado". Ele apareceu pela primeira vez em um manual de silvicultura publicado em 1713, e foi usado para significar nunca colher mais do que a floresta pode se regenerar. O termo traduzido apareceu em inglês a partir de meados do século XIX. (Lima, 2017)

Com o tempo, o significado das palavras pode evoluir e mudar para atender a necessidades específicas. Depois que a ecologia se tornou uma disciplina, o conceito de sustentabilidade tornou-se mais inclusivo, agora se referindo não apenas às florestas, mas a todos os sistemas biológicos. Sustentabilidade ecológica, então, é a capacidade de um ecossistema de manter suas funções essenciais e reter a biodiversidade ao longo do tempo. (Queiroz, 2018)

Ainda outra mudança na definição ocorreu na parte posterior do século XX. Ao longo deste século, a consciência de nosso uso excessivo de recursos e dependência de combustíveis fósseis vinha crescendo. Nos anos 80, a palavra sustentabilidade começou a ser usada mais em termos da sustentabilidade de como os seres humanos vivem no planeta. Hoje, a definição mais comum de sustentabilidade é a do desenvolvimento sustentável, definida pela Comissão das Nações Unidas em Brundtland em 1987: “desenvolvimento sustentável é o desenvolvimento que atende às necessidades do presente sem comprometer a capacidade das gerações futuras de atender às suas próprias necessidades. (Elster, 2018)

Portanto, para que algo seja sustentável pela definição mais comum de hoje, é preciso equilibrar como atende às necessidades humanas sem degradar o ambiente natural. O desenvolvimento sustentável tem três objetivos, estabelecidos pela Cúpula Mundial de Desenvolvimento Social (CMDC) de 2005, e são eles: desenvolvimento econômico, desenvolvimento social e proteção ambiental. Idealmente, os dois primeiros devem ser restringidos dentro do terceiro. Isso garantiria que não levássemos mais do que precisamos, para que algo de nossos recursos permaneça para nossos descendentes. Parece simples no papel, mas colocá-lo em prática é um problema que ainda não conseguimos resolver. (Queiroz, 2018)

O Desenvolvimento Sustentável possui três componentes principais: (i)Crescimento econômico; (ii)Gestão ambiental e; (iii) Inclusão social. (Farrel, 2017)

Trata-se de atender às diversas necessidades de diferentes comunidades para criar uma melhor qualidade de vida e futuro para todos. (Farrel, 2017)

Para que esse desenvolvimento sustentável aconteça, existem alguns exemplos que são colocados em prática, são alguns deles: a energia eólica, energia solar e gestão hídrica. (Farrel, 2017)

A energia eólica começou com as pessoas utilizando o poder do vento há milênios, desde o primeiro moinho registrado na Pérsia entre 500 e 900 dC. Avançando rapidamente para o século XXI e, em muitas localidades, a energia gerada pela energia eólica tornou-se competitiva ou mais barata que a eletricidade gerada por carvão. (Farrel, 2017)

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