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Concentração de Capitais e Operações Descentralizadas Empresas Rede

Por:   •  17/9/2015  •  Monografia  •  2.482 Palavras (10 Páginas)  •  135 Visualizações

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Ciências Contábeis 

Concentração de Capitais e Operações Descentralizadas Empresas Rede 

Concentração de Capitais e Operações Descentralizadas Empresas Rede 

Monografia apresentada como exigência para obtenção do grau de Bacharelado em Ciências Contábeis da Instituto 

Itapetiningano de Ensino Superior. 

Orientador: Profº José Fama Dias 

Itapetininga 

2015 

1 INTRODUÇÃO5 

2 O OLIGOPÓLIO INTERNACIONAL OU MUNDIAL6 

3 A MEDIDA DA CONCENTRAÇÃO MUNDIAL7 

4 ABERTURA DE ANTIGOS OLIGOPÓLIOS NACIONAIS8 

5 CONCORRÊNCIA ENTRE OLIGOPÓLIOS OU CONCORRÊNCIA SISTÊMICA9 

6 OS CUSTOS IRRECUPERÁVEIS E EFEITOS DINÂMICOS DE APRENDIZAGEM10 

7 CUSTOS DE COORDENAÇÃO TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E 

CONCENTRAÇÃO11 

8 O GRUPO KEIRETSU E “TOYOTISMO”13 

9 INTERNALIZAÇÃO DAS EXTERNALIDADES E QUASE INTEGRAÇÃO14 

10 CONCLUSÃO15 

REFERÊNCIAS16 

 

RESUMO 

Um acordo tecnológico no qual traga benefícios tanto para pequenas empresas quanto para grandes empresas. 

Palavras-chave: MundializaçãoQuebra de Página 

ABSTRACT 

A technology agreement in which bring benefit to both small businesses as for large companies . 

Keywords: GlobalizationQuebra de Página 

SUMÁRIO

  1. INTRODUÇÃO 

Os grandes grupos industriais tiveram um aumento considerável a partir da década de 80. Esse aumento foi proporcionado pelo crescimento sustentável adotado após a grande crise, e também pelo reaquecimento da expansão internacional. 

O rápido crescimento dos investimentos estrangeiros diretos (IED) foi dominado pelas aquisições (compras) e pelas fusões (junções). 

As operações de concentração industrial, fusões e aquisições de parcelas majoritárias, aquisições de parcelas minoritárias e criação de filiais conjuntas por empresas de países da comunidade européia destacam o ritmo acelerado de concentração de companhias mostrando sua “racionalização e reestruturação”. Essa concentração se deu a nível nacional e internacional simultaneamente, o número de aquisições fusões em 1988/1989 foi mais que quatro vezes maior ao registrado 1982/1983, operações essas que aumentaram a partir de 1987 quando a perspectiva de mercado único impulsionou o processo conjunto de concentração internacionalização. 

A partir daí surgem três questões 

  1. Trata da caracterização da natureza de concorrência e formas de mercado resultantes da concentração; 
  1. Causas implícitas da concentração; 
  1. Como os grandes grupos abordam o problema de gestão dos custos burocráticos, dado as dimensões tomadas e aumentadas pela mundialização. 
  1. O OLIGOPÓLIO INTERNACIONAL OU MUNDIAL 

A forma de oferta mais presente no mundo atual é o oligopólio o que não reduz o grau de concentração, de uma maneira simplificada pode se dizer que o oligopólio é a força de interdependência entre as companhias que ele acarreta, ou seja, as companhias não reagem as mudanças de mercado, mais diretamente às suas rivais. 

Denomina se oligopólio mundial como sendo um espaço de rivalidade, marcado por relações de dependências de mercado entre os poucos grandes grupos, que numa indústria ou ramo adquirem e conservam a posição de concorrente dentro do mercado mundial. 

É um lugar de forte concorrência e também de colaboração uma vez que se reconhecem sua mutua dependência, relações essas que são um importante fator de barreira a entrada de outros concorrentes.Quebra de Página 

  1. A MEDIDA DA CONCENTRAÇÃO MUNDIAL 

Estudos feitos nos EUA nos anos 50, durante a legislação anti-truste chegou a acordo de alguns indicadores de concentração; 

As primeiras 4, 8 e 20 companhias em produção e vendas, eram utilizadas como dominante em determinado segmento ou grupo de produtos, considerava se que as primeiras 4 companhias em vendas produção e faturamento em certo segmento detinham 25% do mercado tratava-se de uma situação de concorrência imperfeita. 

Se as mesmas 4 detinham mais que 25% se iniciava uma situação de oligopólio. 

Entre 25 e 50% o oligopólio era considerado fraco e instável, mas também consolidado e constituído de forma duradoura. 

Oligopólio concentrado era considerado se as 8 primeiras companhias detinham 90% do mercado e as 4 primeiras 65 a 70%, oligopólio muito concentrado era definido se as 8 primeiras detinham de 85 a 90% do mercado e as 4 primeiras entre 60 a 65%, já os oligopólios moderadamente concentrados as 8 primeiras detinham 70 a 85% do mercado enquanto as 4 primeiras entre 50 a 65%. 

O relatório TEP (Technology and Economy Programme, OCDE, 1992) reúne dados mesmo que fragmentados, onde mostra que essas proporções já foram alcançadas a nível mundial, evidenciando que políticas de ajuste estrutural favorecem o movimento de concentração a nível internacional. 

Forma muito concentrada de produção e comercio em escala mundial não são mais novidades, exemplo disso são as indústrias de petróleo ou extração de matais não ferrosos (alumínio), onde a elevada concentração é uma característica dominante da oferta. 

Uma característica da chamada fase de mundialização é a extensão das estruturas de oferta muito concentradas para grande parte das indústrias de P&D ou alta tecnologia, nesses casos a concentração se torna ainda maior quando se trata de lançamentos espaciais, aviões civis e outros da área militar onde o desaparecimento de um concorrente pode levar ao monopólio. 

  1. ABERTURA DE ANTIGOS OLIGOPÓLIOS NACIONAIS 

Dentre os mercados nacionais houve aumento na concorrência uma vez que a liberalização dos mercados se torna efetiva quando acompanhada da entrada de rivais, mediante investimentos diretos, visto que os investimentos cruzados que se deram na década de 80 atingiu também as barreiras de proteção aos oligopólios nacionais. 

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