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O Julgamento de Jesus

Por:   •  6/1/2021  •  Projeto de pesquisa  •  1.181 Palavras (5 Páginas)  •  9 Visualizações

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CURSO DE BACHAREL EM TEOLOGIA

ALINE NASCIMENTO

O JULGAMENTO DE JESUS

O MAIOR ERRO JUDICIAL DA HISTÓRIA DA HUMANIDADE

2020

ALINE NASCIMENTO

O JULGAMENTO DE JESUS

O MAIOR ERRO JUDICIAL DA HISTÓRIA DA HUMANIDADE

Projeto de Pesquisa elaborado para fins de avaliação final da Disciplina Projeto de TCC, no curso de Bacharel em Teologia, sob a orientação da Professora.

2020

SUMÁRIO

1 JUSTIFICATIVA .....................................................................................

04

2 OBJETIVOS ...........................................................................................

06

2.1 OBJETIVO GERAL ..............................................................................

06

2.2 OBJETIVOS ESPECÍFICOS ....................................................………

06

3 PROBLEMATIZAÇÃO ...........................................................................

07

4 HIPÓTESES ...........................................................................................

07

5 METODOLOGIA ....................................................................................

08

6 CRONOGRAMA .....................................................................................

09

7 ORÇAMENTO ........................................................................................

10

8 REFERÊNCIAS ......................................................................................

11

1 JUSTIFICATIVA

Este projeto de pesquisa se faz necessário pela fundamental importância de demonstrar a falibilidade da justiça humana no caso mais emblemático e relevante noticiado na história: O julgamento de Jesus Cristo. Sua prisão, julgamento e condenação foram permeados de ilegalidades, nulidades e ofensas aos princípios fundamentais do Direito Penal, as quais serão analisadas e expostas.

A base jurídica do povo hebreu se dá quase que completamente na Torah, ou Pentateuco. Na Torah existem quase todas as prescrições que regem o direito na sociedade, há um sistema de divisão legislativa. A organização permeia de acordo com a seguinte ordenação: Código da Aliança (Ex. 20,22-23, 19), Código Deuteronômico (Dt. 12 – 26), Código da Santidade (Lv. 17 – 26), “Decálogo Siquemita” (Dt. 27, 15 – 26), “Decálogo Cúltico” (Ex. 34) e o “Decálogo Ético” (Ex. 20 e Dt. 5).

Entretanto, a obra-prima do Direito Hebraico é o Decálogo, os famosos “Dez Mandamentos”. Esse ordenamento jurídico é considerado perfeito pelos operadores do Direito em todo mundo até hoje. De uma só carta o Decálogo proíbe, de imediato, as práticas de homicídio, roubo, falso testemunho, adultério, e a cobiça a qualquer coisa que pertença ao próximo.

Os juízes aplicadores do Direito compunham o Sinédrio. Na época, o Governador era Pôncio Pilatos, o que possuía o chamado ius gladii, ou seja, o direito de punir, o poder da vida e da morte.

Os advogados costumavam trabalhar nas clepsydrae, recinto alojado nos templos forenses do império Romano. Os hebreus aprenderam muito com os advogados romanos. Os advogados eram pagos pelas horas que postulavam contra ou a favor nos litígios. Normalmente o advogado acusador possuía duas horas para apresentar o caso. Logo em seguida, os advogados de defesa tinham uma hora a mais. Em casos mais importantes, como assassinatos de romanos por hebreus ou judeus julgados por sedição, eram permitidas ao acusador seis horas e a defesa possuía nove horas para constituir a peça oral de refutação das evidências.

Jesus passou por dois julgamentos: um religioso, perante o Sinédrio, e outro político, diante de Pilatos. As acusações políticas eram: sedição, declarar-se rei e incitar o povo a não pagar impostos a César. Já as acusações religiosas eram: blasfêmia, profanar o sábado (dia de resguardo dos judeus), subversão e intitular-se falsamente como profeta.

A história da morte de Jesus começa com a sua prisão. A prisão de Jesus aconteceu na noite de quinta-feira, véspera da Páscoa, sem qualquer mandado. A história conta que Judas Iscariotes entregou Jesus aos sacerdotes. Teria traído o seu Mestre por 30 moedas de prata.

Encaminhado a Pilatos, este, em um primeiro momento, enviou Jesus ao rei Herodes para julgamento. Herodes devolveu Jesus sem sentença. Não havia acusação, prisão ilegal, processado por Juízo incompetente.

Os judeus começaram a dizer que Pilatos não era amigo do imperador, porque estava protegendo Jesus, que estava promovendo a rebelião contra César. Na época, estava preso um homem muito conhecido, chamado Barrabás. Diante da multidão Pilatos questionou quem a população gostaria de ver solto, esta então respondeu: “Barrabás!” Pilatos entregou Jesus a crucificação. Pilatos jogou a escolha para a multidão (privilegium paschale), negou sua responsabilidade pelo destino de

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