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De que maneira as organizações através das Tecnologias de Gestão podem se anteciparem aos impactos causados no meio ambiente por meio da atividade fim da Organização

Por:   •  28/11/2014  •  Trabalho acadêmico  •  3.357 Palavras (14 Páginas)  •  198 Visualizações

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Curso Superiores de Tecnologia em Gestão Pública.

Nome:

RA:

Tutores (presencial e a distância).

Projeto Interdisciplinar Aplicado ao Curso Superior de Tecnologia em Gestão Pública II - (PROINTER_II)

Polo presencial.

Conteúdo do Relatório Parcial.

Relatório Parcial

TEMA: De que maneira as organizações através das Tecnologias de Gestão podem se anteciparem aos impactos causados no meio ambiente por meio da atividade fim da Organização. Como o Direito Empresarial atua em relação às responsabilidades da organização nesta área?

Qual a importância de se trabalhar a Responsabilidade Social e consciência sobre o meio Ambiente dentro das organizações?

Como as Tecnologias de Gestão podem contribuir neste sentido?

Introdução

As organizações empresariais, graças à riqueza que acumulam e que têm o potencial de concentrar, trazem em si o grande potencial de mudar e melhorar o ambiente social. Outros valores passaram a fazer parte do objetivo da empresa. A maximização do acionista ainda é um dos objetivos, mas dificilmente será plenamente autêntico se outros objetivos não forem cumpridos, como as responsabilidades sociais e ambientais. Os administradores passaram a preocupar-se mais com as pessoas e o meio em que interagem. A responsabilidade empresarial em relação ao meio ambiente deixou de ser apenas uma postura frente às imposições para transformar-se em atitudes voluntárias, superando as próprias expectativas da sociedade. Compreender essa mudança de paradigma é vital para a competitividade, pois o mercado está, a cada dia, mais aberto e competitivo, fazendo com que as empresas tenham que se preocupar com o controle dos impactos ambientais. Este cenárioque, a princípio, parece colocar as organizações em xeque, no que diz respeito às suas relações com a natureza, deve ser encarado como uma oportunidade para que elas passem a implementar práticas sustentáveis de gerenciamento, não apenas como uma postura reativa a exigências legais ou pressões de grupos ambientalistas, mas sim com a intenção de obter vantagens competitivas. As empresas tem um papel fundamental na garantia de preservação do meio ambiente e na definição da qualidade de vida das comunidades de seus funcionários. Empresas socialmente responsáveis geram, sim, valor para quem está próximo. E, acima de tudo, conquistam resultados melhores para si próprias. Os assuntos ambientais estão crescendo em importância para a comunidade de negócios em termos de responsabilidade social, do consumidor, desenvolvimento de produtos, passivos legais e considerações contábeis. A inclusão da proteção do ambiente entre os objetivos da administração amplia substancialmente todo o conceito de administração Os administradores cada vez mais têm que lidar com situações em que parte do patrimônio das empresas é simplesmente ceifada pelos processos que envolvem o ressarcimento de danos causados ao meio ambiente, independentemente desses danos poderem ser remediados ou não. A gestão ambiental vem ganhando um espaço crescente no meio empresarial. O desenvolvimento da consciência ecológica em diferentes camadas e setores da sociedade mundial acaba por envolver também o setor empresarial. Naturalmente, não se pode afirmar que todos os setores empresariais já se encontram conscientizados da importância da gestão responsável dos recursos naturais.

Responsabilidade Social

Asempresas de hoje são agentes transformadores que exercem uma influência muito grande sobre os recursos humanos, a sociedade e o meio ambiente, possuindo também recursos financeiros, tecnológicos e econômicos. Diante disto, procuram colaborar de alguma forma para o fortalecimento destas áreas, com posturas éticas, transparência, justiça social. Os empresários, neste novo papel, tornam-se cada vez mais aptos a compreender e participar das mudanças estruturais na relação de forças nas áreas ambiental, econômica e social.

As companhias estão sendo incentivadas agora e cada vez mais pela administração pública e pelos seus stakeholderes a focalizar seus impactos ambientais e sociais, desenvolver maneiras apropriadas a internalizar e reduzir seus custos associados, e a construção de relatório para uma sustentabilidade ambiental maior.Nos últimos anos, houve progressos surpreendentes na área de gerenciamento e relatório ambiental e, mais recentemente, o mesmo ocorreu quanto à conscientização sobre a responsabilidade social e a crescente compreensão dos desafios da sustentabilidade. Todas as empresas gostariam de ser admiradas pela sociedade, por seus funcionários, pelos parceiros de negócios e pelos investidores. O grande problema é estar disposto a encarar os desafios que se colocam no caminho de uma companhia realmente cidadã. O primeiro deles, segundo Vassallo (2000), é o desafio operacional. Uma empresa responsável pensa nas conseqüências que cada uma de suas ações pode causar ao meio ambiente, a seus empregados, à comunidade, ao consumidor, aos fornecedores e a seus acionistas. De nada adianta investir milhões em um projeto comunitário e poluir os rios próximos desuas fábricas ou dar benefícios e oportunidades a seus funcionários e não ser transparente com seus consumidores, ou ainda preservar florestas no Brasil e comprar componentes de um fabricante chinês que explora mão-de-obra infantil.Neste sentido, o Parecer de Iniciativa sobre a Responsabilidade Social (2003) diz que a responsabilidade social é a integração voluntária pelas empresas das preocupações sociais e ambientais nas suas atividades comerciais e nas suas relações com todas as partes. É complementar das soluções legislativas e contratuais a que as empresas estão ou podem vir a estar obrigadas e que se aplicam a questões como, por exemplo, o desenvolvimento da qualidade de emprego, a adequada informação, consulta e participação dos trabalhadores, bem como o respeito e a promoção dos direitos sociais e ambientais e a qualidade dos produtos e serviços. Trata-se, segundo o Parecer de Iniciativa sobre a Responsabilidade Social (2003), de uma noção compreensiva e abrangente, que se situa mais no âmbito das boas práticas e da ética empresarial e da moral social do que no dos normativos jurídicos. Abrange aspectos tão diversos como os que vão da gestão de recursos humanos e da cultura de empresa até a escolha dos parceiros comerciais e das tecnologias. Implica, pois, uma abordagem integrada das dimensões financeira, tecnológica, comercial, deontológica e social da empresa, tanto mais quanto ela é, na sua essência, uma comunidade de pessoas ao serviço do bem comum.O Livro Verde (2001) diz que a responsabilidade social das empresas é, essencialmente, um conceito segundo o qual as empresas decidem, numa base voluntária, contribuir para uma sociedade mais justa e para umambiente mais limpo. A empresa é socialmente responsável quando vai além da obrigação de respeitar as leis, pagar impostos e observar as condições adequadas de segurança e saúde para os trabalhadores, e faz isso por acreditar que assim será uma empresa melhor e estará contribuindo para a construção de uma sociedade mais justa.

A responsabilidade ambiental da empresa

Ecologia e empresa eram considerados dois conceitos e realidades inconexas. A ecologia é a parte da biologia que estuda a relação entre os organismos vivos e seu ambiente. Dessa forma, é entendida como uma ciência específica dos naturalistas, distanciada da visão da Ciência Econômica e Empresarial. Para a empresa, o meio ambiente que estuda ecologia constitui simplesmente o suporte físico que fornece à empresa os recursos necessários para desenvolver sua atividade produtiva e o receptor de resíduos que se geram.

Alguns setores já assumiram tais compromissos com o novo modelo de desenvolvimento, ao incorporarem, nos modelos de gestão, a dimensão ambiental. A gestão de qualidade empresarial passa pela obrigatoriedade de que sejam implantados sistemas organizacionais e de produção que valorizem os bens naturais, as fontes de matérias-primas, as potencialidades do quadro humano criativo, as comunidades locais e que devem iniciar o novo ciclo, onde a cultura do descartável e do desperdício seja coisa do passado. Atividades de reciclagem, incentivo à diminuição do consumo, controle de resíduo, capacitação permanente dos quadros profissionais, em diferentes níveis e escalas de conhecimento, fomento ao trabalho em equipe e às ações criativas são desafios-chave neste novo cenário.

A nova consciênciaambiental, surgida no bojo das transformações culturais que ocorreram nas décadas de 60 e 70, ganhou dimensão e situou o meio ambiente como um dos princípios fundamentais do homem moderno. Nos anos 80, os gastos com proteção ambiental começaram a ser vistos pelas empresas líderes não primordialmente como custos, mas como investimentos no futuro e, paradoxalmente, como vantagem competitiva.

A inclusão da proteção do ambiente entre os objetivos da organização moderna amplia substancialmente todo o conceito de administração. Administradores, executivos e empresários introduziram em suas empresas programas de reciclagem, medidas para poupar energia e outras inovações ecológicas. Essas práticas difundiram-se rapidamente e logo vários pioneiros dos negócios desenvolveram sistemas abrangentes de administração de cunho ecológico.

Para se entender a relação entre a empresa e o meio ambiente tem que se aceitar, como estabelece a teoria de sistemas, que a empresa é um sistema aberto. Sem dúvida nenhuma, as interpretações tradicionais da teoria da empresa como sistema tem incorrido em uma certa visão parcial dos efeitos da empresa e em seu entorno.

A empresa é um sistema aberto porque está formado por um conjunto de elementos relacionados entre si, porque gera bens e serviços, empregos, dividendos, porém, também consome recursos naturais escassos e gera contaminação e resíduos. Por isto é necessário que a economia da empresa defina uma visão mais ampla da empresa como um sistema aberto.

Neste sentido, Callenbach (1993) diz que é possível que os investidores e acionistas usem cada vez mais a sustentabilidade ecológica, no lugar da estrita rentabilidade, como critériopara avaliar o posicionamento estratégico de longo prazo das empresas.

Responsabilidade social e ambiental

A gestão ambiental e da responsabilidade social, para um desenvolvimento que seja sustentável econômica, social e ecologicamente, precisa contar com executivos e profissionais nas organizações, públicas e privadas, que incorporem tecnologias de produção inovadoras, regras de decisão estruturadas e demais conhecimentos sistêmicos (sistema) exigidos no contexto em que se inserem.

O desenvolvimento econômico e o meio ambiente estão intimamente ligados. Só é inteligente o uso de recursos naturais para o desenvolvimento caso haja parcimônia e responsabilidade no uso dos referidos recursos. Do contrário, a degradação e o caos serão inevitáveis. De acordo com a figura 1, a ordem é a busca do desenvolvimento sustentável, que em três critérios fundamentais devem ser obedecidos simultaneamente: equidade social, prudência ecológica e eficiência econômica.

Figura 1 – Desenvolvimento Sustentável – Tripé da sustentabilidade empresarial

Fonte: www.copesul.com.br

Os novos tempos, conforme Tachizawa (2002), caracterizam-se por uma rígida postura dos clientes, voltada à expectativa de interagir com organizações que sejam éticas, com boa imagem institucional no mercado e que atuem de forma ecologicamente responsável.

A melhoria das condições de vida, segundo Coelho & Dutra (2000), passa obrigatoriamente por um conjunto de ações que transcende ao importante item de preservação ambiental e se expande para a melhoria das condições de trabalho, assistência médica e social, além de incentivo às atividades culturais, artísticas, bem como à preservação, reforma emanutenção de bens públicos e religiosos.

A questão ambiental está se tornando cada vez mais matéria obrigatória das agendas dos executivos. A internacionalização dos padrões de qualidade ambiental descrito na série ISO 14000, a globalização dos negócios, a conscientização crescente dos atuais consumidores e a disseminação da educação ambiental nas escolas permitem antever que a exigência futura que farão os consumidores em relação à preservação do meio ambiente e à qualidade de vida deverá intensificar-se.Neste contexto, Kraemer (2000) diz que as organizações deverão incorporar a variável ambiental no aspecto de seus cenários e na tomada de decisão, mantendo com isso uma postura responsável de respeito à questão ambiental. Empresas experientes identificam resultados econômicos e resultados estratégicos do engajamento da organização na causa ambiental. Estes resultados não se viabilizam de imediato, há necessidade de que sejam corretamente planejados e organizados todos os passos para a interiorização da variável ambiental na organização para que ela possa atingir o conceito de excelência ambiental, trazendo com isso vantagem competitiva.

Na informação sobre o meio ambiente, deve-se incluir a Contabilidade, porque, na atualidade, o meio ambiente é um fator de risco e de competitividade de primeira ordem. A não inclusão dos custos e obrigações ambientais distorcerá tanto a situação patrimonial como a situação financeira e os resultados da empresa.

Considerações Finais

A preocupação com o meio ambiente tem apresentado uma dinâmica diferenciada nas organizações. O mercado não aceita o descaso no tratamento dos recursos naturais. Os consumidores estão interessadosem produtos limpos. A legislação torna-se mais rígida, imputando sanções aos infratores, obrigando as empresas a encarar com seriedade e responsabilidade a variável ambiental em sua estratégia operacional.

Adequar-se às exigências ambientais dos mercados, governos e sociedade, apesar de levar a empresa a despender um montante considerável, traz benefícios financeiros e vantagens competitivas.

As empresas precisam tomar consiciencia da importancia de reciclar, reutilizar, reaproveitar, começando pelo um simples ato, por exemplo: reutilizando papéis, economizando o consumo do papel, da energia, reutilizando materiais de escritório entre outras pequenas atitudes.

.

Referências

CALLENBACH, E., et al. Gerenciamento Ecológico – Eco- Manangement – Guia do Instituto Elmwood de Auditoria Ecológica e Negócios Sustentáveis. São Paulo: Ed. Cultrix, 1993.

COELHO, F. S. DUTRA, R. G. CARDOSO, R. L. Evidenciação do investimento no social e no ambiental. Revista Pensar Contábil do Conselho Regional de Contabilidade do Estado do Rio de Janeiro.. Rio de Janeiro - RJ: ano 3, n. 09, p.12-18, ago/out.2000.

KRAEMER, M. E. P. Contabilidade ambiental como sistema de informações. Revista Pensar Contábil do Conselho Regional de Contabilidade do Estado do Rio de Janeiro.. Rio de Janeiro - RJ: ano 3, n. 09, p.19-26, ago/out.2000

LIVRO Verde. Promover um quadro europeu para a responsabilidade social das empresas. Bruxelas, 18/07/2001. Comissão das Comunidades Europeias. www.europart.eu.int. Acesso em 06 de out. de 2014.

PARECER de Iniciativa sobre a Responsabilidade Social das Empresas. Aprovado no Plenário de 17 de janeiro de 2003. Lisboa 2003. www.ces.pt . Acesso em 06 deout. de 2014.

TACHIZAWA, T. Gestão ambiental e responsabilidade social corporativa. São Paulo: Atlas, 2002.

VASSALLO, C. Um novo modelo de negócios. Guia de boa cidadania corporativa. Revista Exame. São Paulo – SP: nº 728, p.08-11, 2000http://www.copesul.com.br/site/ambiente/meio/index.htm. Acesso em 06 de out. de 2014.

Este Relatório Final deverá conter a descrição da situação pesquisada,

contemplando os seguintes aspectos:

- Capa e Contracapa (do Prointer II);

- Resumo (do Prointer II);

- Introdução (do Prointer II)

- Ensaio acadêmico - descritivo (nesse item você e sua equipe deverão descrever

propriamente a situação problema/assunto do Desafio Profissional alinhando ao Tema

proposto, inserindo vossas considerações finais. Utilizar a estrutura de ensaio

descriminada abaixo);

- Introdução;

- Corpo do Ensaio;

- Conclusão;

- Referências;

- Anexos (caso necessário).

Estrutura do Ensaio Acadêmico

1. INTRODUÇÃO

Observações: Dentro do parágrafo introdutório de um ensaio, o autorafirma a ideia central e qualquer informação prévia de que o leitor necessite

saber. Geralmente, a ideia (tema) é declarada na segunda ou última sentençado parágrafo introdutório.

Assim, lembre-se destes pontos importantes que você deve ressaltarna introdução:

Diante do tema

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COORDENAÇÃO DE CURSOS SUPERIORES DE TECNOLOGIA - EAD

 Qual será a argumentação

 Descrição da estrutura do ensaio

2. CORPO DO ENSAIO

O corpo do ensaio consiste de vários parágrafos. Cada parágrafo contém os

pontos principais, necessários para provar ou desenvolver a ideia central.

Cada ponto principal pode servir como o tópico do parágrafo. O parágrafo

principal geralmente é afirmado noque é chamado de uma sentença-tópico ou

argumento. Como cada ponto principal deve ser provado para o leitor, o autortambém inclui fatos, razões, exemplos, ou outros detalhes de apoio, com os

quais desenvolve cada ponto principal. Resumindo:

 - Analisar e desenvolver o tema;

 - Estruturar o ensaio de forma que o leitor possa seguir a sua

argumentação;

 - Dar exemplos do texto que irá estudar;

 - Mencionar a bibliografia secundária para justificar suas ideias e

conclusões;

 - Dividir o ensaio em pequenos capítulos para tornar os argumentos

mais compreensíveis;

 - Indicar sempre a origem das suas citações (siga as convenções

definidas pela ABNT – Assoc. Bras. de Normas Técnicas).

3. CONCLUSÃO

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COORDENAÇÃO DE CURSOS SUPERIORES DE TECNOLOGIA - EAD

A conclusão do ensaio pode ser uma sentença simples, um parágrafoou, ainda, vários parágrafos. O parágrafo conterá declarações concluintes que

reafirmem e apontem a ideia central. As sentenças concluintes podem também

resumir os pontos principais do ensaio. O objetivo da sentença concluinte é

fazer o fechamento do texto. Assim, as declarações não devem introduzirnenhuma ideia nova. Portanto, lembre-se:

 - Apresente os resultados da sua análise;

 - Deixe clara a conclusão do seu trabalho;

 - Poderá ser introduzido um comentário pessoal;

 - Poderá ser indicada outra área relacionada com o seu tema, que seria

interessante estudar e pesquisar.

4. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS

Indique, por ordem alfabética, os livros que usou no seu ensaio, deacordo com as normas de citação bibliográfica. Segui as NBR’s – ABNT.

Nota : Ilustre seu trabalho com figuras, gráficos e tabelas, se necessário. Se oprojeto

(PROINTER IV) contiver fotos, as mesmas deverão ser salvas na extensão “.jpeg”.

Do Prazo de Entrega

O trabalho deverá ser postado individualmente no ambiente virtual de

aprendizagem (AVA) dentro do prazo previsto, conforme será divulgado em

comunicado posterior:

13

COORDENAÇÃO DE CURSOS SUPERIORES DE TECNOLOGIA - EAD

(#)

Conforme

Calendário

Acadêmico

Relatório FINAL referente à proposta de projeto.

Da Avaliação

Etapa 2 –

Relatório FINAL

De 0,0 (zero) a 7,0 (sete) pontos – atribuídos pelo tutor à

distância.

Orientações Gerais

a) Um ensaio é uma composição breve, baseada em uma ideia.

b) A ideia na qual o ensaio está baseado é chamada de ideia

central/controle (ou tese defendida).

c) Um ensaio é organizado em três partes ou seções, chamadas deintrodução, corpo (argumentação e estratégias de

convencimento) e conclusão.

d) Cada parte do ensaio contém um ou mais parágrafos.

e) A ideia central geralmente é afirmada no parágrafo(s)

introdutório(s).

f) A ideia central é explicada pelas ideias chamadas de pontos

principais.

g) Os pontos principais são explicados no corpo dos parágrafos.

h) Cada corpo de parágrafo está baseado em um tópico. Em muitos

casos, o tópico é um ponto principal do ensaio.

i) O tópico de cada corpo do parágrafo é geralmente afirmado em

uma sentença-tópico.,

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COORDENAÇÃO DE CURSOS SUPERIORES DE TECNOLOGIA - EAD

j) Os pontos principais são explicados pelos detalhes de apoio.

k) Os detalhes de apoio consistem de exemplos, fatos, razões, ououtras informações específicas que reafirmem o ponto principal.

l) O parágrafo concluinte geralmente contém declarações que

reafirmam e apontam a ideia central. Asafirmações concluintes

podem também resumir os pontos principais do ensaio.

Fonte: Redação Científica/Unicamp. Disponível em:<

http://www.ic.unicamp.br/~hans/am038/cadernoRedacaoCientifica.pdf>. Acesso em 11 abr.

2014.

Você deverá seguir a estrutura de “Ensaio Acadêmico” descriminada acima,

porém, para mantermos um modelo mais acadêmico possível (Prointer II), os tópicos

abaixo deverão ser considerados, a saber:

Capa e contracapa (do Prointer II): devem ser inseridos no início do trabalho.

Resumo (do Prointer II): é a apresentação consistente e seletiva de um texto. Deve

ressaltar, de forma clara e sintética, a natureza do trabalho, seus resultados e

conclusões mais importantes. Deve concluir-se num texto redigido de forma cursiva,

concisa e objetiva, respeitando a estrutura do original e reproduzindo, apenas, suas

informações mais significativas. Não deve ser uma simples enumeração de tópicos,

sendo que a 1ª frase deve ser significativa e explicar o tema principal do trabalho. No

corpo do resumo não se deve usar parágrafos, frases negativas, símbolos, tabelas,

quadros, figuras e ilustrações, assim como fórmulas e equações.

Recomenda-se que os resumos tenham uma média de 300 a 500 palavras.

Introdução (do Prointer II)

Ilustra brevemente os objetivos do trabalho e as razões de sua elaboração,

bem como as relações com outros trabalhos existentes, não devendo repetir ou

parafrasear o resumo nem antecipar as conclusões e recomendações contidas ou

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COORDENAÇÃO DE CURSOS SUPERIORES DE TECNOLOGIA - EAD

decorrentes do estudo. Apesar de figurar no início do trabalho, é a última parte a serredigida em definitivo, visto constituir umasíntese de caráter didático das ideias e da

matéria tratada.

A introdução deve situar o leitor no contexto do tema pesquisado/trabalhado,

colocando-o a par dos antecedentes, tendências, pontos críticos, preocupações,

justificativas e razões do trabalho, para, em seguida, colocar as questões de pesquisa

ou perguntas a serem respondidas, assim como as possíveis contribuições esperadas

do estudo e suas implicações.

Referências

É um Conjunto padronizado de elementos descritivos, retirados de umdocumento, que permite sua identificação individual. A elaboração das referências

deve obedecer a Normas Técnicas da ABNT, com relação à edição e formatação de

trabalhos (NBR).

Anexos

O anexo é um documento, que pode ou não ser do autor do estudo, que servede fundamentação, comprovação ou ilustração do estudo ou de suas partes. Ex.:

questionários, mapas, fotos (com extensão ‘jpeg’), tabelas, entre outros.

...

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