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Resumo Livro: Ao Professor Com Carinho.

Por:   •  10/8/2014  •  893 Palavras (4 Páginas)  •  427 Visualizações

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Livro: Ao Professor com carinho. Autor: Rubem Alves.

O autor inicia o livro ressaltando os perigos da leitura, que podem deixar o leitor sem idéias próprias, apenas com as idéias aprendidas, perdendo a capacidade de pensar por si só. Quando ele era professor na Unicamp, numa seleção para doutorado, combinou com os colegas professores, que fariam uma única pergunta aos estudantes para perceberem quais se sairiam melhor diante da questão, a pergunta foi: “Fale sobre aquilo que você gostaria de falar?” A maioria que esperava poder falar dos autores que estudaram, não conseguiu expressar seus pensamentos, entraram em pânico. A leitura, segundo ele, serve para ampliarmos nosso pensamento não para memorizarmos, o que nos ensinaram a fazer desde a infância. Conclui-se então que não podemos deixar a leitura ser foco de idéias alheias nos nossos pensamentos, e sim que nos ensine a pensar, criar, tirar nossas conclusões, aprendermos a arte de pensar.

“Quanto mais se é obrigado a ler menos se pensa” (Schopenhaeur), Nietzsche concorda com a afirmação e completa: “Para aprender a pensar e preciso aprender a dançar. O pensamento são idéias dançando”, explicando que a analogia entre o dançar e o pensar não significa uma afirmativa que são conceitos iguais, e sim parecidos, assim não dão o conhecimento exato. Os cientistas desprezam analogias, portanto buscam o conhecimento exato. São exemplos de analogias: cheiro da maçã, ternura de um olhar, medo de morrer. Disto então surge a poesia, ou seja, coisas que não se podem dizer diretamente.

Estudiosos como os sexólogos Máster e Johnson e educadores como Roland Barthes, tentaram definir o amor através de definições e gráficos, numa precisa linguagem das ciências da educação. O autor define o amor e a educação através das analogias poéticas. A analogia tem um poder que a explicação cientifica não tem: deixam a verdade banal e relevante, e vão sempre ao essencial Realmente, o amor e a educação sob o prisma das analogias ficam mais interessantes.

Outro pensador Aristóteles disse: “Todos os homens tem naturalmente um impulso para adquirir conhecimento”. A educação é algo que acontece entre a boca e ouvido, os bebes entendem o sentido da musica e não das palavras.

Outros autores como Fernando Pessoa e Dali, concordam também com o autor que ressalta que ensinar e como fazer amor, onde ambos: pênis e inteligência precisam ser excitados para funcionarem. Barthes vai dizer: “Sabedoria é coisa de prazer”.

O autor destaca: “É missão do intelectual fazer rir pelos seus pensamento e fazer pensar por suas piadas”(Octavio Paz). O riso e tido pelo autor como uma virtude filosófica.

O autor ainda fala do poder das palavras, quando a cabeça está vazia podemos transformar esse espaço em um quarto de brinquedos, brincar com as palavras, voltar a se sentir criança, pois brinquedos são objetos curiosos que servem apenas para brincar, diferente dos utensílios que nos são úteis no dia a dia, os brinquedos ou no caso as palavras servem para dar alegria e prazer a quem brinca com elas. A interpretação de poemas, segundo ele nada

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