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Análise do filme "Amor sem escalas"

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Por:   •  3/6/2013  •  Resenha  •  1.573 Palavras (7 Páginas)  •  1.407 Visualizações

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O filme traz uma análise profunda dos medos, envolvendo relacionamentos em geral. Esse medo envolve tanto angústia de estar preso a algo que não funciona bem, seja dentro da organização ou na vida pessoal como também o medo de estar sozinho e tentando evitar um, se encontra o outro, e vice versa.

Os temas família, realização profissional, motivação, liderança, força para enfrentar as adversidades se aprofundam de forma surpreendente, nos mostrando que o personagem de Clooney não é um charlatão, e que aquilo é bem mais humano do que uma máquina realizar a tarefa. As empresas atuais cada vez mais se mostram preocupadas com as pessoas e com o clima organizacional encontrados nelas.

Enfim, o filme nos mostra que as pessoas estão se prendendo pela falta de propósitos e objetivos na vida. O fato é que para combater isso, alem de obter as melhoras das condições materiais, as novas gerações querem ardentemente alcançar a melhora geral, como seres humanos e como profissionais de valor que buscam a evolução integral, como meio de alcançarmos o único empreendimento pelo qual realmente vale apena viver: o encontro da paz interior e da felicidade, seja dentro ou fora da organização.

Sem Bagagem Pode Ser Mais Fácil. Mas, Quem é Melhor?

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Amor sem escalas é um filme leve, inicialmente despretensioso. Apenas um drama “irreal” de uma vida “irreal”…

O filme fala da vida de Ryan Binghan (George Clooney), um profissional sênior que atua demitindo pessoas por todo o país. É ! Isso mesmo, você não leu errado, o emprego dele é demitir. Com frieza, calma e com toda a coerência jurídica, ética e profissional, ele demite pessoas, dia após dia…

Você já foi demitido?

Você já se dedicou a uma empresa de corpo e alma e, de repente, um cara que NEM FAZ PARTE DA SUA EMPRESA, te leva a uma sala e diz: “YOU FIRED!” ?!?!?!

Pois é, RYAN atua numa empresa que é especializada em efetivar cortes de folhas de pagamentos – se a sua empresa precisa de uma demissão em massa, e quer fazê-lo de forma profissional e “limpa”, contrata essa empresa e um dos profissionais, especializados em DEMITIR, vai à sua empresa e demite todos – depois de demitir tanta gente de uma só vez, ele vai pra casa, com toda a tranquilidade…

Neste caso, RYAN é o profissional mais envolvido com a causa. Ele se preocupa com o impacto psicológico e com o respeito na hora de demitir. E o faz como ninguém! Ele é tão bom e tão dedicado, que é o que a empresa mais direciona para as viagens. Isso pode ser percebido quando ele fala constata que, no ano anterior, ele ficou em casa menos de um mês – o resto do tempo, viagens, demissões, viagens, demissões e por aí vai…

Em meio à vida otimizada de RYAN (ele está pronto para qualquer viagem dentro do território nacional em minutos, tem contratos que o habilitam à não ficar na fila para embarcar, ter prioridade na hora de pegar o carro alugado na porta do aeroporto – com o cuidado especial de ser sempre o mesmo modelo de carro, inclusive a mesma cor) ele é chamado à uma reunião com a diretoria de sua empresa (ahahaha pensou que ele seria demitido né? ERROU! Ao menos, ainda… ).

Nesta reunião, ele é apresentado à jovem, recém formada NATALIE Keener (Anna Kendrick), ambiciosa e muito, muito pretenciosa…

Ela apresenta uma solução de economia e simplicidade a empresa em que RYAN atua – demissão por vídeo conferência!

Isso mesmo, o que já era impessoal, agora é frio e distante. Um cara, através de uma tela te demite e pronto. Horas e horas a menos de voo, deslocamento e afins. PRODUTIVIDADE!

RYAN ridiculariza a ideia (e obviamente, também à NATALIE), falando que não é assim. Essa é uma forma fria e desrespeitosa de fazer um procedimento que já é tão doloroso e traumático por natureza. Ela, ignora pessoalidade da ação e diz que tudo é muito simples, e muito mais barato do novo jeito (mais uma vez, a luta entre a velha escola e a inovação).

Neste momento, a tensão está no ar, e o diretor da empresa, resolve que NATALIE precisa aprender um pouco mais para implementar a ideia de forma eficiente: manda-a viajar com RYAN.

Ela precisa se adaptar ao modo de vida acelerado e compacto de RYAN – e ele não gosta de ajuda-la…

Durante todo este processo, RYAN exerce uma segunda profissão-hobby: palestrante! Ele palestra sobre a sua mala. Faz uma ponte surreal entre uma mala de viagem e nossa vida, e como a vida pode ser mais simples, se for mais “compactada” – subentenda: VAZIA.

Em meio à tantas viagens, ele conhece ALEX Goran (Vera Farmiga), uma mulher bonita, com os seus quarenta e pouquinho, e se identifica com ela – que também vive em meio à viagens – uma das formas de impressioná-la que RYAN utiliza é comparar as horas de voo… Funciona e eles iniciam um caso.

Para não dizer que o RYAN não tem família…

É, essa é a primeira impressão de quem houve dizer que o cara nem passa em casa: não pode ter família. Bem, filhos e esposa, obviamente “NÃO!”, agora, parentes… A irmã dele vai se casar, e como ela não tem um emprego que viaja por todo o país, e nem condições financeiras de fazer uma viagem tão grandiosa, esta, solicita como presente de casamento, que o irmão tire fotos de diversos pontos turísticos do país – o que ele faz, inicialmente contrariado.

A vida segue, e o contato mais intenso com as pessoas, especialmente com a Sra. ALEX (sua namorada “entre viagens”), o leva a olhar para a vida com mais sentimentos.

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