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Gestao Industrial Em Grupo 5º Semestre Unopar

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Por:   •  24/5/2014  •  2.716 Palavras (11 Páginas)  •  1.625 Visualizações

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SUMÁRIO

1 INTRODUÇÃO 3

2 DEFINIÇOES CONCEITUAIS 4

2.1 DIFERENÇA ENTRE APURAÇÃO DO “CUSTO” DAS VENDAS de uma INDÚSTRIA 4

2.2 custos 4

3 MÉTODOS DE CUSTEIO 5

3.1 CUSTEIO variavel 5

3.2 CUSTEIO por absorção 5

4 preço de venda e a geração do lucro 7

4.1 venda 7

4.2 lucro 7

5 UNIDADES EQUIVALENTES DE PRODUÇÃO 8

6 CUSTEIO ABC: POSSIBILIDADES DE UTILIZAÇAO PARA FINS FISCAIS 9

6.1.1 CUSTEIO ABC 9

7 ponto de equilíbrio 10

8 IMPOrTâNCIA DE UM SISTEMA de informação INTEGRADO na empresa 11

9 A aplicalidade da contabilidade gerencial dentro da organizaçao empresarial 12

10 CONCLUSÃO 13

REFERÊNCIAS 15

1 INTRODUÇÃO

As organizações industriais, dentro de suas atribuições administrativas, precisam obter e coordenar informações sobre estimativas de vendas, capacidade financeira, estoques, prazos de entrega e custos de fabricação. Estas informações são subsídios fundamentais para a elaboração de um planejamento da produção que possa explorar as potencialidades disponíveis no mercado.

Alguns dos aspectos que impactam fortemente a obtenção desses objetivos são aqueles que dizem respeito à análise dos custos e suas influências nas decisões que impactam a formação do preço de venda.

Estas decisões que objetivam a definição do preço de venda envolvem aspectos muitas vezes analisados de forma empírica, baseadas em dados e informações históricas ou subjetivas, apenas com alguma base científica.

Percebe-se então que o preço de venda não pode mais ser objeto de decisões empíricas, mas, sobretudo, objeto de estudo, o que torna necessário conhecer todos os elementos que o compõem, sejam internos ou externos.

Para conhecer esses elementos que compõem o preço de venda, são necessários procedimentos de planejamento financeiro da empresa ou indústria, o empresário precisa tratar a gestão de custos e despesas com atenção assim como os relacionamentos sistêmicos que as empresas estabelecem com o ambiente no quais estão inseridas, pois, qualquer decisão sobre preço de venda poderá provocar alterações em todas as áreas das empresas.

Este trabalho define conceitualmente o sistema de custo, formação de preço venda sistema de custeio e ponto de equilíbrio, entre outros tópicos, que vamos ver a seguir:

2 DEFINIÇOES CONCEITUAIS

2.1 DIFERENÇA ENTRE APURAÇÃO DO “CUSTO” DAS VENDAS DE UMA INDÚSTRIA

2.2 CUSTOS

O objetivo de analise de custos é ter na empresa, na sua produção e sua estrutura administrativa a operacional de forma a controlar seus insumos produtivos (mão de obra, matéria prima, material de embalagem, despesas administrativas, despesas financeiras, etc.), visando obter maiores lucros com menores custos, otimizando os resultados, além de ser um instrumento de informações fiscais para fins de geração de dados. Gastos com bens ou serviços utilizados na produção de outros bens ou serviços, ou na comercialização de mercadorias.

Nas indústrias segundo Costa (2009) os custos correspondem os gastos relativos á fabricação dos produtos como os custos em uma indústria envolvem diversas e variáveis a definição correta desses custos dependem de um eficiente controle.

No comercio varejista a atribuição do custo das mercadorias vendidas CMV é bem mais fácil de ser obtido e é baseado principalmente no seu custo de aquisição levando-se em consideração o método usado na apuração dos estoques.

3 MÉTODOS DE CUSTEIO

3.1 CUSTEIO VARIAVEL

É o método de custeio em que somente os custos claramente identificados com os produtos devem ser apropriados. No processo de seleção e produção no sistema de custeio variável o fluxo dos componentes dos custos de produção é separado em dois grupos, os custos fixos e os custos variáveis, sendo que os custos variáveis tomam a direção dos estoques e os fixos são direcionados para resultado do exercício. Custeio variável é o método de custeio de estoque em que todos os custos de fabricação variáveis são considerados custos inventariáveis. Todos os custos de fabricação fixos são excluídos dos custos inventariáveis: entendida por ele, sua importância dar-se-á medida que possua qualidade e influencie o processo decisório. A quantidade de informação oferecida deve ser a ideal para cada tipo de tomador de decisões, sendo peça gerencial própria para tomadas decisão, fundamental para relatórios internos.

3.2 CUSTEIO POR ABSORÇÃO

O custeio por absorção, também chamado custeio integral, é aquele que faz debitar ao custo dos produtos todos os custos da área de fabricação, sejam esses custos definidos como custos diretos ou indiretos, fixos ou variáveis, de estrutura ou operacionais. O próprio nome do critério é revelador dessa particularidade, ou seja, o procedimento é fazer com que cada produto ou produção. Uma das vantagens do custeio por absorção é que o mesmo atende aos Princípios Fundamentais de Contabilidade, editados pela resolução 750/93 do Conselho Federal de Contabilidade, principalmente no que tange ao Princípio da Competência. Sobre as vantagens temos algumas considerações tratadas por autores como: Padoveze (2000) considera que a mais obvia vantagem do custeamento por absorção é que ele está de acordo com os Princípios Fundamentais de Contabilidade (PFC) e as leis tributarias. Outra vantagem citada pelo autor é que ele pode ser menos custoso de programar, pois ele não requer a separação dos custos de manufatura nos componentes fixos e variáveis. Para Leone (1997), as principais vantagens estão no fato de os resultados pelo custeio por absorção serem aceitos para a preparação de demonstrações contábeis de uso externo e para abstenção de soluções de longo prazo, onde, normalmente, as informações do custeio por absorção são recomendadas. Como desvantagens

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