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Matematica Financeira

Por:   •  25/1/2013  •  618 Palavras (3 Páginas)  •  648 Visualizações

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Introdução

Quem nunca ficou em dúvida ao realizar um investimento ou mesmo adquirir um financiamento no mercado? O valor do dinheiro transforma-se a cada dia e a decisão deve ser tomada sempre levando-se em consideração o maior amigo ou inimigo do dinheiro: o tempo.

Justificativa

O objetivo deste trabalho é analisar o valor do dinheiro ao longo do tempo, avaliando a melhor opção entre os regimes de capitalização e como as empresas e pessoas lidam com o investimento.

Desenvolvimento

A famosa frase de Benjamin Franklin “tempo é dinheiro” é a mais pura verdade. Desde os primórdios da humanidade, o homem vem desenvolvendo formas de maximizar seus recursos para obter reservas e até mesmo otimizar seu tempo. A história de Robinson Crusoé ilustra bem a essência consumista do homem, quando ele chega à ilha deserta, após algum tempo, descobre que deve transformar a forma como pesca para otimizar recursos, obtendo assim mais tempo para outras tarefas e reservas para seu consumo futuro. Assim foi nascendo a sociedade capitalista e consumista.

Nos dias de hoje não é nada diferente: investir hoje para garantir o amanhã ou apenas satisfazer as necessidades de consumo. O problema é que hoje em dia, os recursos são escassos e é preciso fazer a escolha certa para não perder dinheiro. É nesse momento que a matemática financeira nos auxilia a tomar a melhor decisão. Existem duas formas de capitalizar nosso investimento ou de uma empresa: a juros simples ou compostos. A diferença entre elas é que quando investimos a juros simples, o rendimento se dá sobre o capital inicial investido, já a juros compostos, o rendimento se dá a cada período sobre o capital inicial investido somado aos juros de cada período, respectivamente. Ora, podemos pensar então que é sempre mais vantajoso investir a juros compostos. Não. Isso depende da taxa de juros. Um investimento de curto prazo com juros simples, por exemplo, pode ter uma taxa de juros maior quando comparado a uma poupança, fornecendo assim, maior rentabilidade ao investidor. A opção do tipo de capitalização deve depender do momento do investidor, em quanto tempo ele precisa do retorno daquele investimento.

E quanto aos juros de financiamentos? Muitos pensam que é mais fácil pagar uma televisão ou carro parcelado, pois as parcelas cabem no orçamento. A maioria nem sequer soma o valor total de juros compostos que estão pagando, pois se assim o fizessem, veriam que vale mais a pena investir seu dinheiro mensalmente para poder no futuro comprar à vista, barganhando ainda um desconto. O imediatismo e a cultura de não economizar traz grandes desvantagens ao consumidor brasileiro e grandes vantagens aos bancos e financeiras,

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